Sede do Deus vivo
1 Do mestre de canto. Poema. Dos filhos de Coré.
2 Como a corça bramindo por águas correntes, assim minha alma está bramindo por ti, ó meu Deus!
3 Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo: quando voltarei a ver a face de Deus?
4 As lágrimas são o meu pão, noite e dia, e todo dia me perguntam: "Onde está o seu Deus?"
5 Começo a recordar as coisas e minha alma em mim se derrama: quando eu passava, à frente do grupo, em direção à casa de Deus, em gritos de alegria e louvor, no barulho da festa.
6 Por que te curvas, ó minha alma, gemendo dentro de mim? Espera em Deus, eu ainda o louvarei: "Salvação da minha face e meu Deus!"