2Porventura dará o sábio em resposta ciência de vento? E encherá o seu ventre de vento oriental?
9Que sabes tu, que nós não saibamos? Que entendes, que não haja em nós?
22Não crê que tornará das trevas, mas que o espera a espada.
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2Porventura dará o sábio em resposta ciência de vento? E encherá o seu ventre de vento oriental?
9Que sabes tu, que nós não saibamos? Que entendes, que não haja em nós?
22Não crê que tornará das trevas, mas que o espera a espada.
21E a mão do Senhor era com eles; e grande número creu e se converteu ao Senhor.
23O qual, quando chegou, e viu a graça de Deus, se alegrou, e exortou a todos a que permanecessem no Senhor com propósito do coração.
24Porque era homem de bem, e cheio do Espírito Santo e de fé. E muita gente se uniu ao Senhor.
8Pedra preciosa é o presente aos olhos dos que o recebem; para onde quer que se volte, servirá de proveito.
22O coração alegre serve de bom remédio, mas o espírito abatido virá a secar os ossos.
24No rosto do entendido se vê a sabedoria, mas os olhos do louco estão nas extremidades da terra.
5Oferecei sacrifícios de justiça, e confiai no Senhor.
6Muitos dizem: Quem nos mostrará o bem? Senhor, exalta sobre nós a luz do teu rosto.
7Puseste alegria no meu coração, mais do que no tempo em que se multiplicaram o seu trigo e o seu vinho.
4Uma língua saudável é árvore de vida, mas a perversidade nela quebranta o espírito.
13O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate.
30A luz dos olhos alegra o coração; a boa fama engorda os ossos.
10O meu coração dá voltas, a minha força me falta; quanto à luz dos meus olhos, até essa me deixou.
15Porque em ti, Senhor, espero; tu, Senhor meu Deus, me ouvirás.
22Apressa-te em meu auxílio, Senhor, minha salvação.
3Porventura não terão fim estas palavras de vento? Ou que te irrita, para assim responderes?
16O meu rosto todo está descorado de chorar, e sobre as minhas pálpebras está a sombra da morte,
21Ah! Se alguém pudesse contender com Deus pelo homem, como o filho do homem pelo seu amigo!
20Engano há no coração dos que maquinam mal, mas alegria têm os que aconselham a paz.
23O homem avisado encobre o conhecimento, mas o coração dos tolos proclama a estultícia.
25A solicitude no coração do homem o abate, mas uma boa palavra o alegra.
2Até quando consultarei com a minha alma, tendo tristeza no meu coração cada dia? Até quando se exaltará sobre mim o meu inimigo?
3Atenta em mim, ouve-me, ó Senhor meu Deus; alumia os meus olhos para que eu não adormeça na morte;
5Mas eu confio na tua benignidade: na tua salvação meu coração se alegrará.
24Mas não estenderá a mão para um montão de terra, se houver clamor nele na sua desventura?
26Todavia aguardando eu o bem, eis que me veio o mal, e esperando eu a luz, veio a escuridão.
27As minhas entranhas fervem e não estão quietas; os dias da aflição me surpreenderam.
9Dará à tua cabeça um diadema de graça, e uma coroa de glória te entregará.
10Ouve, filho meu, e aceita as minhas palavras, e se te multiplicarão os anos de vida.
20Filho meu, atenta para as minhas palavras: às minhas razões inclina o teu ouvido.
1FAZE-ME justiça, ó Deus, e pleiteia a minha causa contra a gente ímpia: livra-me do homem fraudulento e injusto.
4Então irei ao altar de Deus, do Deus que é a minha grande alegria, e com harpa te louvarei, ó Deus, Deus meu.
5Por que estás abatida, ó minha alma? e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei. Ele é a salvação da minha face e Deus meu.
8Fareis aceitação da sua pessoa? Contendereis por Deus?
11Porventura não vos espantará a sua alteza? E não cairá sobre vós o seu temor?
25Porventura quebrantarás a folha arrebatada pelo vento? E perseguirás o restolho seco?
6Cada qual entre os homens apregoa a sua bondade: mas o homem fiel, quem o achará?
7O justo anda na sua sinceridade; bem-aventurados serão os seus filhos depois dele.
27A alma do homem é a lâmpada do Senhor, que esquadrinha todo o mais íntimo do ventre.
16Satisfazem-se as árvores do Senhor; os cedros do Líbano que ele plantou.
27Todos esperam de ti que lhes dês o seu sustento em tempo oportuno.
31A glória do Senhor seja para sempre! Alegre-se o Senhor em suas obras!
4O galardão da humildade e o temor do Senhor são riquezas, e honra e vida.
14Cova profunda é a boca das mulheres estranhas; aquele contra quem o Senhor se irar, cairá nela.
19Para que a tua confiança esteja no Senhor, a ti tas faço saber hoje; sim, a ti mesmo.
2Deus meu, em ti confio, não me deixes confundido, nem que os meus inimigos triunfem sobre mim.
19Olha para os meus inimigos, pois se vão multiplicando e me aborrecem com ódio cruel.
21Guardem-me a sinceridade e a retidão, porquanto espero em ti.
1FILHO meu, se ficaste por fiador do teu companheiro, se deste a tua mão ao estranho,
17Olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente:
19Testemunha falsa que profere mentiras: e o que semeia contendas entre irmãos.
1POR QUE te conservas longe, Senhor? Por que te escondes nos tempos de angústia?
12Levanta-te, Senhor: oh! Deus, levanta a tua mão; não te esqueças dos necessitados.
17Senhor, tu ouviste os desejos dos mansos; confortarás os seus corações; os teus ouvidos estarão abertos para eles;
5Os pensamentos do diligente tendem à abundância, mas os de todo o apressado tão somente à pobreza.
15Praticar a justiça é alegria para o justo, mas espanto para os que praticam a iniquidade.
22À cidade dos fortes sobe o sábio, e derruba a força em que confiaram.