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Salmos 56

Davi roga a Deus que o livre dos seus inimigos, e confia em que ele lho conceda
Mictão de Davi para o cantor-mor sobre Jonate-Elém-Recoquim, quando os filisteus o prenderam em Gate

1 TEM misericórdia de mim, ó Deus, porque o homem procura devorar-me; oprime-me, pelejando todo o dia. 2 Os que me andam espiando procuram devorar-me todo o dia; pois são muitos os que pelejam contra mim, ó Altíssimo. 3 No dia em que eu temer, hei de confiar em ti. 4 Em Deus louvarei a sua palavra; em Deus pus a minha confiança e não temerei; que me pode fazer a carne? 5 Todos os dias torcem as minhas palavras; todos os seus pensamentos são contra mim para o mal. 6 Ajuntam-se, escondem-se, espiam os meus passos, como aguardando a minha morte. 7 Porventura escaparão eles por meio da sua iniquidade? Ó Deus, derriba os povos na tua ira! 8 Tu contaste as minhas vagueações: põe as minhas lágrimas no teu odre: não estão elas no teu livro? 9 Quando eu a ti clamar, então retrocederão os meus inimigos: isto sei eu, porque Deus está comigo. 10 Em Deus louvarei a sua palavra: no Senhor louvarei a sua palavra. 11 Em Deus tenho posto a minha confiança; não temerei o que me possa fazer o homem. 12 Os teus votos estão sobre mim, ó Deus: eu te renderei ações de graças; 13 Pois tu livraste a minha alma da morte, como também os meus pés de tropeçarem, para andar diante de Deus na luz dos viventes.

Almeida Revista e Corrigida 1969© Copyright © 1969 Sociedade Bíblica do Brasil. Todos os direitos reservados. Texto bíblico utilizado com autorização. Saiba mais sobre a Sociedade Bíblica do Brasil www.sbb.org.br. A Sociedade Bíblica do Brasil trabalha para que a Bíblia esteja, efetivamente, ao alcance de todos e seja lida por todos. A SBB é uma entidade sem fins lucrativos, dedicada a promover o desenvolvimento integral do ser humano. Você também pode ajudar a Causa da Bíblia!

1 Ao mestre de canto. Conforme: Muda pomba de longínquas terras. Cântico de Davi, quando vai para junto dos filisteus, em Get. Tende piedade de mim, ó Deus, porque aos pés me pisam os homens; sem cessar eles me oprimem combatendo.2 Meus inimigos continuamente me espezinham, são numerosos os que me fazem guerra.3 Ó Altíssimo, quando o terror me assalta, é em vós que eu ponho a minha confiança.4 É em Deus, cuja promessa eu proclamo, sim, é em Deus que eu ponho minha esperança; nada temo: que mal me pode fazer um ser de carne?5 O dia inteiro eles me difamam, seus pensamentos todos são para o meu mal;6 Reúnem-se, armam ciladas, observam meus passos, e odeiam a minha vida.7 Tratai-os segundo a sua iniqüidade. Ó meu Deus, em vossa cólera, prostrai esses povos.8 Vós conheceis os caminhos do meu exílio, vós recolhestes minhas lágrimas em vosso odre; não está tudo escrito em vosso livro?9 Sempre que vos invocar, meus inimigos recuarão: bem sei que Deus está por mim.10 É em Deus, cuja promessa eu proclamo,11 é em Deus que eu ponho minha esperança; nada temo: que mal me pode fazer um ser de carne?12 Os votos que fiz, ó Deus, devo cumpri-los; oferecer-vos-ei um sacrifício de louvor,13 porque da morte livrastes a minha vida, e da queda preservastes os meus pés, para que eu ande na presença de Deus, na luz dos vivos.

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