1EU te amarei do coração, ó Senhor, fortaleza minha.
5Cordas do inferno me cingiram, laços de morte me surpreenderam.
25Com o benigno te mostrarás benigno; e com o homem sincero te mostrarás sincero;
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1EU te amarei do coração, ó Senhor, fortaleza minha.
5Cordas do inferno me cingiram, laços de morte me surpreenderam.
25Com o benigno te mostrarás benigno; e com o homem sincero te mostrarás sincero;
10O coração conhece a sua própria amargura, e o estranho não se entremeterá na sua alegria.
13Até no riso terá dor o coração, e o fim da alegria é tristeza.
30O coração com saúde é a vida da carne, mas a inveja é a podridão dos ossos.
1BOM é louvar ao Senhor, e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo;
12O justo florescerá como a palmeira; crescerá como o cedro no Líbano.
13Os que estão plantados na casa do Senhor florescerão nos átrios do nosso Deus.
10A alma do ímpio deseja o mal: o seu próximo não agrada aos seus olhos.
17Necessidade padecerá o que ama os prazeres; o que ama o vinho e o azeite nunca enriquecerá.
27O sacrifício dos ímpios é abominação: quanto mais oferecendo-o com intenção maligna!
1NÃO a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua benignidade e da tua verdade.
10Casa de Aarão, confia no Senhor: ele é seu auxílio e seu escudo.
14O Senhor vos aumentará cada vez mais, a voz e a vossos filhos.
18Mas nós bendiremos ao Senhor, desde agora e para sempre. Louvai ao Senhor.
15Há ouro e abundância de rubins, mas os lábios do conhecimento são joia preciosa.
25Laço é para o homem dizer precipitadamente: É santo; e, feitos os votos, então inquirir.
27A alma do homem é a lâmpada do Senhor, que esquadrinha todo o mais íntimo do ventre.
1 LOUVAI ao Senhor. Ó minha alma, louva ao senhor.
6Que fez os céus e a terra, o mar e tudo quanto há neles, e que guarda a verdade para sempre;
9O Senhor guarda os estrangeiros: ampara o órfão e a viúva, mas transtorna o caminho dos ímpios.
17Eu amo aos que me amam, e os que de madrugada me buscam me acharão.
21Para fazer herdar bens permanentes aos que me amam, e encher os seus tesouros.
23Desde a eternidade fui ungida, desde o princípio, antes do começo da terra.
4Estamos feitos o opróbrio dos nossos vizinhos, o escárnio e a zombaria dos que estão à roda de nós.
5Até quando, Senhor? indignar-te-ás para sempre? Arderá o teu zelo como fogo?
6Derrama o teu furor sobre nações que te não conhecem, e sobre os reinos que não invocam o teu nome.
9Ajuda-nos, ó Deus da nossa salvação, pela glória do teu nome: e livra-nos, e perdoa os nossos pecados por amor do teu nome.
4O galardão da humildade e o temor do Senhor são riquezas, e honra e vida.
11O que ama a pureza do coração, e tem graça nos seus lábios, terá por seu amigo o rei.
17Inclina o teu ouvido e ouve as palavras dos sábios, e aplica o teu coração à minha ciência.
1LEMBRA-TE, Senhor, de Davi, e de todas as suas aflições.
10Por amor de Davi, teu servo, não faças virar o rosto do teu ungido.
17Ali farei brotar a força de Davi: preparei uma lâmpada para o meu ungido.
12Aplica à disciplina o teu coração e os teus ouvidos às palavras do conhecimento.
19Ouve tu, filho meu, e sê sábio, e dirige no caminho o teu coração.
26Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos.
2A tua língua intenta o mal, como uma navalha afiada, traçando enganos.
3Tu amas mais o mal do que o bem, e mais a mentira do que o falar conforme a retidão. (Selá.)
4Amas todas as palavras devoradoras, ó língua fraudulenta.
1PALAVRAS de Agur, filho de Jaque, o oráculo. Disse este varão a Itiel; a Itiel e a Ucal:
16A sepultura; a madre estéril; a terra que se não farta de água; e o fogo, nunca dizem: Basta.
18Há três cousas que me maravilham; e a quarta não a conheço:
18O nosso coração não voltou atrás, nem os nossos passos se desviaram das tuas veredas;
20Se nós esquecemos o nome do nosso Deus, e estendemos as nossas mãos para um deus estranho,
22Sim, por amor de ti, somos mortos todo dia: somos reputados como ovelhas para o matadouro.
25Pois a nossa alma está abatida até ao pó; o nosso corpo curvado até ao chão.
26… nosso auxílio, e resgata-nos por amor das tuas misericórdias.
6Não a desampares, e ela te guardará: ama-a e ela te conservará.
10Ouve, filho meu, e aceita as minhas palavras, e se te multiplicarão os anos de vida.
20Filho meu, atenta para as minhas palavras: às minhas razões inclina o teu ouvido.
2Portar-me-ei com inteligência no caminho reto. Quando virás a mim? Andarei em minha casa com um coração sincero.
4Um coração perverso se apartará de mim: não conhecerei o homem mau.
5Aquele que difama o seu próximo, às escondidas, eu o destruirei: aquele que tem olhar altivo e coração soberbo, não o sofrerei.
8Aquele que cuida em fazer mal, mestre de maus intentos o chamarão.
13Come mel, meu filho, porque é bom, e o favo de mel, que é doce ao teu paladar.
26Beija com os lábios o que responde com palavras retas.
2Senhor, livra a minha alma dos lábios mentirosos e da língua enganadora.
6A minha alma bastante tempo habitou com os que detestam a paz.
7Pacífico sou, mas em eu falando já eles estão em guerra.
5A minha alma se fartará, como de tutano e de gordura; e a minha boca te louvará com alegres lábios.
6Quando me lembrar de ti na minha cama, e meditar em ti nas vigílias da noite.
8A minha alma te segue de perto: a tua destra me sustenta.