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Cântico 2

NVT

1 Eu sou um Is 35.1narciso de Is 33.9;35.2Sarom,

Uma Ct 5.13;7.2;Os 14.5açucena dos vales.

2 Qual uma açucena entre espinhos,

Tal é a minha Ct 1.9amada entre as mulheres.

3 Qual a Ct 8.5macieira entre as árvores do bosque,

Tal é o meu amado entre os homens.

Sento-me com grande gozo à sua sombra,

E o seu Ct 4.13,16;8.11-12fruto é doce ao meu paladar.

4 Ct 1.4Leva-me ele à sala do banquete,

E o seu Sl 20.5estandarte sobre mim é o amor.

5 Sustentai-me com 2Sm 6.19;1Cr 16.3;Os 3.1passas,

Confortai-me com Ct 7.8maçãs,

Pois Ct 5.8desfaleço de amor.

6 Ct 8.3A sua mão esquerda está debaixo da minha cabeça,

E a sua direita Pv 4.8me abraça.

7 Eu vos Ct 3.5;5.8-9;8.4conjuro, Ct 1.5, ref.filhas de Jerusalém,

Pelas 2.9,17;Ct 3.5;8.14;Pv 6.5veadas e pelas Gn 49.21;Sl 18.33;Hc 3.19gazelas do campo,

Que não acordeis nem desperteis o amor,

Até que queira.

8 É a voz do meu amado! eis que ele vem,

Saltando 2.17;Is 52.7sobre os montes, pulando sobre os outeiros.

9 O meu amado é como o veado ou Ct 1.17;Ct 8.14filho da gazela:

Eis que está por detrás da nossa parede,

Olha pelas janelas,

Lança os olhos Jz 5.28pelas grades.

10 Falou o meu amado, e disse-me:

2.13Levanta-te, amada minha, formosa minha, e vem.

11 Pois, eis que passou o inverno,

se foi e cessou a chuva.

12 As flores aparecem na terra:

chegou o tempo de cantarem as aves,

E a voz da Gn 15.9;Sl 74.19;Jr 8.7rola ouve-se na nossa terra.

13 Mt 24.32A figueira começa a dar os seus primeiros figos,

E as Ct 7.12vides estão em flor,

Elas emitem a sua fragrância.

Levanta-te, amada minha, formosa minha, e vem.

14 Ct 5.2;6.9Pomba minha, que andas Jr 48.28pelas fendas do penhasco, pelo esconderijo das ladeiras,

Mostra-me o teu rosto, e Ct 8.13faze-me ouvir a tua voz;

Porque a tua voz é doce, e o teu rosto Ct 1.5formoso.

15 Apanhai-nos as raposas, as pequenas raposas que fazem mal às vinhas;

Pois 2.13as nossas vinhas estão em flor.

16 Ct 6.3;7.10O meu amado é meu, e eu sou dele;

Ele Ct 4.5;6.2-3apascenta o seu rebanho entre as açucenas.

17 Ct 4.6Antes que refresque o dia e fujam as sombras,

Volta, meu amado, e faze-te como o 2.9veado ou o filho da gazela,

2.8Sobre o monte de Beter.

A Amada

1 Eu sou a flor que nasce na planície de Sarom,2.1 Traduzido tradicionalmente como Eu sou a rosa de Sarom, região na planície costeira da Palestina.

o lírio que cresce no vale.

O Amado

2 Como um lírio entre os espinhos,

assim é minha querida entre as moças.

A Amada

3 Como uma macieira entre as árvores do bosque,

assim é meu amado entre os rapazes.

À sua sombra agradável eu me sento

e saboreio seus deliciosos frutos.

4 Ele me trouxe ao salão de banquetes;

seu grande amor por mim é evidente.2.4 Ou seu estandarte de amor está sobre mim.

5 Fortaleçam-me com bolos de passas,

revigorem-me com maçãs,

pois desfaleço de amor.

6 Seu braço esquerdo está sob a minha cabeça,

e o direito me abraça.

7 Prometam, ó mulheres de Jerusalém,

pelas gazelas e corças selvagens,

que não despertarão o amor antes do tempo.2.7 Ou enquanto não estiver pronto.

8 Ah, ouço meu amado chegando!

Ele salta sobre os montes,

pula sobre as colinas.

9 Meu amado é como a gazela,

como o jovem cervo.

Vejam, está ele atrás do muro,

observando pelas janelas,

espiando por entre as grades.

10 Meu amado me disse:

"Levante-se, minha querida!

Venha comigo, minha bela!

11 Veja, o inverno acabou,

e as chuvas passaram.

12 As flores estão brotando;

chegou a época das canções,2.12 Ou época das podas.

e o arrulhar das pombas enche o ar.

13 As figueiras começam a dar frutos,

e as videiras perfumadas florescem.

Levante-se, minha querida!

Venha comigo, minha bela!".

O Amado

14 Minha pomba está escondida entre as pedras,

oculta nas fendas das rochas.

Mostre-me seu rosto

e deixe-me ouvir sua voz.

Pois sua voz é doce,

e seu rosto é lindo.

As mulheres de Jerusalém

15 Peguem todas as raposas,

as raposinhas,

antes que destruam o vinhedo do amor,

pois as videiras estão em flor!

A Amada

16 Meu amado é meu, e eu sou dele;

ele pastoreia entre os lírios.

17 Antes que soprem as brisas do amanhecer,

e fujam as sombras da noite,

volte para mim, meu amor, como a gazela,

como o jovem cervo nos montes íngremes.2.17 Ou nos montes de Beter.

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