Saudação
1 vd.At 12.17(?);At 12.2(?)Tiago, vd.Tt 1.1servo de Deus e Rm 1.1;2Pe 1.1;Jd 1do Senhor Jesus Cristo, Lc 22.30;At 26.7às doze tribos da 1Pe 1.1; cp.Fp 3.20;Hb 13.14;Jo 7.35(?)dispersão, vd.At 15.23saúde.
Acerca de provas e tentações
2 Meus irmãos, vd.Mt 5.12; cp.Tg 1.12;Tg 5.11tende por motivo de grande gozo quando passardes por 1Pe 1.6diversas tentações, 3 conhecendo que 1Pe 1.7a provação da vossa cp.Hb 6.12fé produz a fortaleza. 4 vd.Lc 21.19A fortaleza deve completar a sua obra, para que sejais cp.Tg 3.2;Mt 5.48;Cl 4.12;1Ts 5.23perfeitos e completos, não faltando em coisa alguma.
Peça-se a sabedoria
5 Mas se algum de vós 1Rs 3.9ss.;Pv 2.3-6; cp.Tg 3.17necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que dá a todos liberalmente e não impropera, e vd.Mt 7.7ser-lhe-á dada. 6 vd.Mt 21.21Peça-a, porém, com fé, Mc 11.23;At 10.20nada duvidando; porque quem duvida é semelhante à vaga do mar, que cp.Ef 4.14;Mt 14.28-31o vento subleva e agita. 7 Não cuide esse homem que alcançará do Senhor alguma coisa, 8 sendo Tg 4.8homem irresoluto e vd.2Pe 2.14inconstante em todos os seus caminhos.
As circunstâncias externas não perduram
9 Lc 14.11Mas glorie-se o irmão de condição humilde na sua exaltação, 10 e o rico, na sua humilhação, 1Pe 1.24; cp.1Co 7.31porque ele passará como a flor da erva. 11 Pois o sol se levanta, seguido de vd.Mt 20.12um vento abrasador, e Is 40.7s.;Sl 102.4,11seca a erva; e a sua flor cai, e a beleza do seu aspecto desaparece; assim também murchará o rico nos seus caminhos.
O pecado — sua origem
12 cp.Tg 5.11;Lc 6.22;1Pe 3.14;4.14Bem-aventurado o homem que suporta a tentação, porque, depois de ter sido provado, receberá a vd.1Co 9.25coroa da vida, que o Senhor Tg 2.5;Êx 20.6prometeu aos 1Co 2.9; vd.1Co 8.3que o amam. 13 Ninguém, ao ser tentado, diga: cp.Gn 22.1Sou tentado por Deus; pois Deus não é tentado pelo mal, e ele a ninguém tenta. 14 Mas cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz; 15 então, a cobiça, cp.Jó 15.35;Sl 7.14;Is 59.4havendo concebido, dá à luz o pecado, vd.Rm 5.12;6.23e o pecado, sendo consumado, gera a morte. 16 vd.1Co 6.9Não vos enganeis, Tg 1.19;Tg 2.5; cp.Tg 1.2;2.1,14;3.1,10;5.12,19; cp.Tg 4.11; vd.At 1.15meus amados irmãos. 17 Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm lá de Tg 3.15,17;Jo 3.3cima, descendo do Sl 136.7; cp.1Jo 1.5Pai das luzes, Ml 3.6no qual não pode haver mudança nem sombra de variação. 18 Pela vd.Jo 1.13sua própria vontade, ele cp.Tg 1.15;1Pe 1.3,23nos gerou vd.2Co 6.7;Ef 1.13;2Tm 2.15pela palavra da verdade, para que, de algum modo, fôssemos as Jr 2.3;Ap 14.4primícias das suas criaturas.
A prática da palavra de Deus
19 cp.1Jo 2.21Isso sabeis, meus amados irmãos. Mas todo homem seja pronto para ouvir, Pv 10.19;17.27tardio para falar e Pv 16.32;Ec 7.9tardio para irar-se; 20 porque Mt 5.22;Ef 4.26a ira do homem não cumpre a justiça de Deus. 21 Por isso, vd.Ef 4.22;1Pe 2.1renunciando toda imundícia e todo excesso de malícia, recebei com mansidão a palavra 1Pe 1.22s.; cp.Ef 1.13em vós enxertada, a qual pode salvar as vossas almas. 22 Tg 1.22-25; cp.Mt 7.24-27;Lc 6.46-49; vd.Rm 2.13;Tg 2.14-20Tornai-vos cumpridores da palavra e não ouvidores tão somente, enganando-vos a vós mesmos. 23 Quem ouve a palavra e não a pratica é semelhante a um homem que mira cp.1Co 13.12no espelho o seu rosto nativo, 24 porque se mira a si mesmo, e se vai, e logo esquece qual ele era. 25 Mas quem contempla atentamente Tg 2.12; vd.Gl 2.4;Jo 8.32; cp.Rm 8.2;Gl 6.2;1Pe 2.16a lei perfeita — a lei da liberdade — e nela persevera, sendo não ouvidor esquecidiço, mas fazedor de obra, este será vd.Jo 13.17bem-aventurado na sua ação. 26 Se alguém cuida que é religioso, não Tg 3.2-12;Sl 39.1;141.3refreando a sua língua, mas iludindo o seu coração, a sua religião é vã. 27 A religião pura e imaculada Rm 2.13;Gl 3.11diante de nosso Deus e Pai é esta: Mt 25.36visitar Dt 14.29;Jó 31.16-17,21;Sl 146.9;Is 1.17,23os órfãos e as viúvas nas suas aflições e guardar-se a si mesmo isento da corrupção Tg 4.4;Tt 2.12;2Pe 1.4;2.20; cp.Ef 2.2;Mt 12.32;1Jo 2.15-17do mundo.
1 JACOBO, siervo de Dios y del Señor Jesucristo, á las doce tribus que están esparcidas, salud. 2 Hermanos míos, tened por sumo gozo cuando cayereis en diversas tentaciones;
3 Sabiendo que la prueba de vuestra fe obra paciencia.
4 Mas tenga la paciencia perfecta su obra, para que seáis perfectos y cabales, sin faltar en alguna cosa.
5 Y si alguno de vosotros tiene falta de sabiduría, demándela á Dios, el cual da á todos abundantemente, y no zahiere; y le será dada.
6 Pero pida en fe, no dudando nada: porque el que duda es semejante á la onda de la mar, que es movida del viento, y echada de una parte á otra.
7 No piense pues el tal hombre que recibirá ninguna cosa del Señor.
8 El hombre de doblado ánimo es inconstante en todos sus caminos.
9 El hermano que es de baja suerte, gloríese en su alteza:
10 Mas el que es rico, en su bajeza; porque él se pasará como la flor de la hierba.
11 Porque salido el sol con ardor, la hierba se secó, y su flor se cayó, y pereció su hermosa apariencia: así también se marchitará el rico en todos sus caminos.
12 Bienaventurado el varón que sufre la tentación; porque cuando fuere probado, recibirá la corona de vida, que Dios ha prometido á los que le aman.
13 Cuando alguno es tentado, no diga que es tentado de Dios: porque Dios no puede ser tentado de los malos, ni él tienta á alguno:
14 Sino que cada uno es tentado, cuando de su propia concupiscencia es atraído, y cebado.
15 Y la concupiscencia, después que ha concebido, pare el pecado: y el pecado, siendo cumplido, engendra muerte.
16 Amados hermanos míos, no erréis.
17 Toda buena dádiva y todo don perfecto es de lo alto, que desciende del Padre de las luces, en el cual no hay mudanza, ni sombra de variación.
18 El, de su voluntad nos ha engendrado por la palabra de verdad, para que seamos primicias de sus criaturas.
19 Por esto, mis amados hermanos, todo hombre sea pronto para oir, tardío para hablar, tardío para airarse:
20 Porque la ira del hombre no obra la justicia de Dios.
21 Por lo cual, dejando toda inmundicia y superfluidad de malicia, recibid con mansedumbre la palabra ingerida, la cual puede hacer salvas vuestras almas.
22 Mas sed hacedores de la palabra, y no tan solamente oidores, engañándoos á vosotros mismos.
23 Porque si alguno oye la palabra, y no la pone por obra, este tal es semejante al hombre que considera en un espejo su rostro natural.
24 Porque él se consideró á sí mismo, y se fué, y luego se olvidó qué tal era.
25 Mas el que hubiere mirado atentamente en la perfecta ley, que es la de la libertad, y perseverado en ella, no siendo oidor olvidadizo, sino hacedor de la obra, este tal será bienaventurado en su hecho.
26 Si alguno piensa ser religioso entre vosotros, y no refrena su lengua, sino engañando su corazón, la religión del tal es vana.
27 La religión pura y sin mácula delante de Dios y Padre es esta: Visitar los huérfanos y las viudas en sus tribulaciones, y guardarse sin mancha de este mundo.