1 O meu espírito se vai consumindo,
os meus dias se vão apagando,
e só tenho perante mim a sepultura.
2 Deveras estou cercado de zombadores,
e os meus olhos contemplam as suas provocações.
3 Promete agora,
e dá-me um fiador
para contigo;
quem há que me dê a mão?
4 Porque aos seus corações encobriste o entendimento,
por isso não os exaltarás.
5 O que denuncia os seus amigos,
a fim de serem despojados,
também os olhos de seus filhos desfalecerão.
6 Porém a mim me pôs por um provérbio dos povos,
de modo que me tornei uma abominação
para eles.
7 Pelo que já se escureceram de mágoa os meus olhos,
e já todos os meus membros são
como a sombra.
8 Os retos pasmarão disto,
e o inocente se levantará
contra o hipócrita.
9 E o justo seguirá o seu caminho firmemente,
e o puro de mãos irá crescendo em força.
10 Mas, na verdade,
tornai todos vós e vinde;
porque sábio nenhum acharei
entre vós.
11 Os meus dias passaram,
e malograram os meus propósitos,
as aspirações do meu coração.
12 Trocaram a noite em dia;
a luz está perto do fim, por causa das trevas.
13 Se eu esperar,
a sepultura será a minha casa;
nas trevas estenderei a minha cama.
14 À corrupção clamo:
Tu és meu pai;
e aos vermes:
Vós sois minha mãe e minha irmã.
15 Onde, pois,
estaria agora a minha esperança?
Sim, a minha esperança,
quem a poderá ver?
16 As barras da sepultura descerão
quando juntamente no pó teremos descanso.
Almeida Corrigida Fiel | acf ©️ 1994, 1995, 2007, 2011 Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil (SBTB). Todos os direitos reservados. Texto bíblico utilizado com autorização. Saiba mais sobre a SBTB. A Missão da SBTB é: Uma cópia da Bíblia Fiel ®️ para cada pessoa. Ajude-nos a cumprir nossa Missão!
1 Mon souffle se perd,
Mes jours s’éteignent,
Le sépulcre m’attend.
2 Je suis environné de moqueurs,
Et mon œil doit contempler leurs insultes.
3 Sois auprès de toi-même ma caution;
Autrement, qui répondrait pour moi?
4 Car tu as fermé leur cœur à l’intelligence;
Aussi ne les laisseras-tu pas triompher.
5 On invite ses amis au partage du butin,
Et l’on a des enfants dont les yeux se consument.
6 Il m’a rendu la fable des peuples,
Et ma personne est un objet de mépris.
7 Mon œil est obscurci par la douleur;
Tous mes membres sont comme une ombre.
8 Les hommes droits en sont stupéfaits,
Et l’innocent se soulève contre l’impie.
9 Le juste néanmoins demeure ferme dans sa voie,
Celui qui a les mains pures se fortifie de plus en plus.
10 Mais vous tous, revenez à vos mêmes discours,
Et je ne trouverai pas un sage parmi vous.
11 Quoi! Mes jours sont passés, mes projets sont anéantis,
Les projets qui remplissaient mon cœur…
12 Et ils prétendent que la nuit c’est le jour,
Que la lumière est proche quand les ténèbres sont là!
13 C’est le séjour des morts que j’attends pour demeure,
C’est dans les ténèbres que je dresserai ma couche;
14 Je crie à la fosse: Tu es mon père!
Et aux vers: Vous êtes ma mère et ma sœur!
15 Mon espérance, où donc est-elle?
Mon espérance, qui peut la voir?
16 Elle descendra vers les portes du séjour des morts,
Quand nous irons ensemble reposer dans la poussière.