Pra não passar vergonha no tribunal
Mais toi pourquoi juges-tu ton frère ? ou toi aussi, pourquoi méprises-tu ton frère ? certes nous comparaîtrons tous devant le siège judicial de Christ. Car il est écrit : je suis vivant, dit le Seigneur, que tout genou se ploiera devant moi, et que toute langue donnera louange à Dieu. Ainsi donc chacun de nous rendra compte pour soi-même à Dieu. Ne nous jugeons donc plus l’un l’autre ; mais usez plutôt de discernement en ceci, qui est de ne mettre point d’achoppement ou de scandale devant votre frère.
Por que Deus é tão contrário ao julgamento que os homens fazem uns dos outros? Primeiro, porque o nosso padrão de justiça é passível dos erros decorrentes da nossa pecaminosidade (Romanos 12:19); segundo, porque o juízo pertence a Deus, e não aos homens (Salmo 75:7,8); terceiro, porque todos nós estaremos diante do Todo-Poderoso para dar contas das nossas próprias vidas (2 Coríntios 5:10,11; Apocalipse 20:11-15); quarto, porque nenhum de nós poderá ser advogado de quem quer que seja, nem poderá procurar outro pecador, igual a nós, para ser nosso Advogado. Os únicos que terão essa assistência serão aqueles que entregarem sua vida a Cristo Jesus. Nesse dia, cada um dará conta de si mesmo a Deus; e feliz será aquele que comparecer com o Divino Advogado ao seu lado, para interceder por ele diante do Todo-Poderoso (1 João 2:1)!
A maneira mais simples de buscarmos a aprovação de Deus em nossa vida diária é deixar de julgar quem quer que seja segundo os nossos débeis padrões de justiça, vivendo de maneira que não ponhamos tropeço nem causemos escândalo a ninguém. Isso não quer dizer que tenhamos que ver o erro e não lutar pela sua correção. Devemos rejeitar o erro, mas abraçar quem erra, lutando com todas as forças pelo seu arrependimento e pela sua restauração (Judas 1:22-23). Também somos chamados a abandonar aquilo que desagrada a Deus e voltar a Ele com arrependimento e amor (Apocalipse 2:4-5).
Deus lhe abençoe!
“É aterrador saber que, com a medida com que julgarmos, seremos igualmente julgados! Por outro lado, é consolador compreender que Deus faz de tudo para nos livrar desse peso quando, insistentemente, nos adverte sobre esse terrível pecado, que é julgar as pessoas segundo os nossos falhos padrões de justiça.” (Aureliano Jr.)