Princípios para a boa convivência
1 Quant à celui qui est faible en sa persuasion, accueillez-le sans en venir à des querelles d'opinion :2 l'un croit pouvoir manger de tout, tandis que celui qui est faible ne mange que des légumes.3 Que celui qui mange ne méprise pas celui qui ne mange pas ; mais que celui qui ne mange pas ne condamne pas celui qui mange, car Dieu l'a pris à Son service.4 Qui es-tu, toi qui condamnes un serviteur étranger ? Qu'il reste debout ou qu'il tombe, cela regarde son propre maître ; mais il restera debout, car son maître a le pouvoir de le faire tenir droit.5 L'un distingue un jour d'un autre jour, tandis que l'autre tient tous les jours pour égaux ; que chacun soit dans sa propre intelligence pleinement persuadé.
Na Igreja nascente, a convivência entre os irmãos era essencial. Nos arredores de Jerusalém e Judeia, os irmãos conviviam bem, pois compartilhavam os mesmos costumes judaicos. Porém, ao chegarem à Samaria, onde judeus e samaritanos não se falavam, surgiram dificuldades. À medida que a Igreja se espalhou pela Ásia e pela Europa, a situação se complicou: os judeus exigiam que os gentios seguissem a Lei de Moisés, enquanto estes desejavam viver a liberdade da fé cristã. Essa tensão gerou conflitos.
O desafio da convivência entre cristãos com costumes diferentes não é uma novidade. Algumas comunidades cristãs mantêm práticas antigas e as impõem às novas gerações, o que resulta em desavenças e na proliferação de obras da carne entre os irmãos. Isso se torna desgastante para o Reino de Deus, que sofre as consequências dos conflitos entre os crentes em Cristo Jesus.
As mídias sociais ampliaram os problemas de relacionamento na Igreja. Já existem sites de fofoca, canais que divulgam escândalos e páginas de humor gospel, criando um crescente mercado de entretenimento. No entanto, a base da Igreja é composta por filhos de Deus, muitos dos quais estão apenas dando os primeiros passos na fé e se escandalizam com facilidade. Assim, o problema muitas vezes não é tratado com a devida consideração às consequências para o Corpo de Cristo.
As Escrituras nos ordenam a amar o próximo como a nós mesmos, a honrar nossos irmãos, a considerar os outros superiores a nós mesmos, a buscar a unidade e a ter o mesmo sentimento de Jesus Cristo, além de viver o fruto do Espírito (Gálatas 5:22).
A boa convivência entre irmãos pode não apenas ganhar almas, mas também restaurar vidas e fortalecer a comunhão. O julgamento de irmãos com base em costumes e tradições traz prejuízos ao Reino de Deus. Que possamos nos amar uns aos outros e cumprir o novo mandamento de Jesus, contribuindo para o crescimento do Reino de Deus.
Deus lhe abençoe!
“Se eu não conseguir conviver com um irmão por pouco tempo aqui na terra, como posso crer que será possível conviver com ele eternamente no céu?” (Aureliano Jr.)
Ore: Deus de paz, ensina-nos a viver pacificamente, praticando o amor, a pureza e o perdão. Queremos ser um com os nossos irmãos, assim como Tu és um com o Teu Filho, Jesus. Amém.