As armas da nossa milícia
Es neeboni meeniis dey gosmaason boganik Ha’oni hugnaba faanartano han daastaki neeboni meyasne faartawa. Ha’ooson aruni chowaasta tuusa sinna kabifa we’nusewa beegantoose asin bogani; asusa safaranon zuutira boojera Kiristoosnik ajajamonak zaguni. Nitto ajajamoos tuuma sinfana kabaasik ajajamo beyaason zuutira ke’uk hoorer siinani.
Quando abraçamos a fé em Cristo Jesus, passamos a fazer parte do povo de Deus e somos chamados a permanecer firmes na luta contra o mal. Para isso, Deus nos equipa: ele nos deu o seu Espírito Santo e nos revestiu com a sua armadura. Também nos concede tudo o que precisamos para permanecer firmes na fé e vencer, em Cristo, as batalhas espirituais que enfrentamos (Efésios 6:10-18; Romanos 8:37-39).
Estamos em uma batalha espiritual. Enfrentamos diariamente tentações, enganos e forças espirituais que procuram nos afastar da verdade e da fidelidade a Deus. Mas não lutamos sozinhos. Deus nos fortalece e nos sustenta, e a armadura de Deus nos protege e nos capacita a permanecer firmes. Entre essas armas está o escudo da fé, com o qual podemos apagar os dardos inflamados do maligno (Efésios 6:16).
Foi essa capacitação que sustentou os apóstolos na missão de anunciar o evangelho. Mesmo diante de oposição, açoites, prisões e ameaças de morte, eles permaneceram firmes por amor a Cristo. Paulo, por exemplo, afirmou que enfrentava perigos e sofrimentos em seu ministério sem abandonar a missão que havia recebido (2 Coríntios 11:23-28). O poder de Deus não os tornou imunes ao sofrimento, mas os sustentou para que permanecessem fiéis.
Se queremos viver como mais do que vencedores em Cristo, não devemos confiar no nosso próprio braço ou na nossa própria capacidade. Devemos depositar nossa confiança em Deus, que nos fortalece e nos capacita a permanecer firmes na batalha espiritual. Nossa vitória não está na força humana, mas naquele que nos sustenta e nos conduz à obediência de Cristo.
Deus lhe abençoe!
“Na guerra contra o mal, você não verá uma espada na minha mão, ou um escudo sobre o meu coração. Mas, tenha certeza, eles estão lá, invisíveis, e mais poderosos para me proteger do que se fossem visíveis.” (Aureliano Jr.).