1 Ó Senhor Deus,
atende o meu pedido de justiça!
Escuta o meu pedido de ajuda.
Ouve a oração que faço
com sinceridade.
2 Tu julgarás a meu favor
porque sabes o que é direito.
3 Tu conheces o meu coração
e de noite me visitas.
Tu tens me examinado profundamente
e não encontraste em mim
nenhum desejo mau.
Não digo coisas que te desagradam,
4 como os outros fazem.
Tenho obedecido às tuas leis
e tenho procurado não agir
como os violentos.
5 Tenho andado sempre nos teus caminhos
e nunca me desviei deles.
6 Eu oro a ti, ó Deus,
porque tu me respondes.
Por isso ouve-me,
escuta as minhas palavras.
7 Mostra o teu amor maravilhoso,
ó Salvador!
Ao teu lado estou livre
dos meus inimigos.
8 Protege-me como protegerias
os teus próprios olhos
e, na sombra das tuas asas,
9 esconde-me dos ataques dos maus.
Inimigos violentos estão ao meu redor;
10 eles não têm pena de ninguém
e falam com arrogância.
11 Eles me seguem de perto
e agora estão em volta de mim,
esperando o momento de me derrubarem.
12 Eles são como leões escondidos,
esperando por mim,
prontos para me despedaçar.
13 Vem, ó Senhor Deus,
enfrenta os meus inimigos
e acaba com eles!
Com a tua espada, salva-me dos maus.
14 Ó Senhor Deus, livra-me
daqueles que nesta vida
têm tudo o que querem!
Castiga-os com os sofrimentos
que tens guardado para eles.
Que haja bastante castigo
para os seus filhos
e que ainda sobre
para os filhos dos seus filhos!
15 Mas eu te verei,
pois tenho vivido corretamente;
e, quando acordar, a tua presença
me encherá de alegria.
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1 Ouve, Jeová, a justa causa; atende ao meu clamor: Dá ouvidos à minha oração, que não é proferida por lábios enganosos.2 Da tua presença saia a minha sentença; Os teus olhos vêem com eqüidade.3 Provas o meu coração; visitas-me de noite; Examinas-me, e nada achas; Determinado estou que não transgredirá a minha boca.4 Quanto às ações dos homens, pela palavra dos teus lábios Eu me tenho guardado dos caminhos do homem violento.5 Os meus passos apegaram-se às tuas veredas, Não resvalaram os meus pés.6 Eu te invoco, porque me responderás, ó Deus; Inclina a mim os teus ouvidos, e ouve as minhas palavras.7 Faze maravilhosas as tuas benignidades, ó tu que por tua destra salvas os que em ti se refugiam Daqueles que se levantam contra eles.8 Guarda-me como a menina dos olhos, Esconde-me debaixo da sombra das tuas asas.9 Dos iníquos que me despojam, Meus mortais inimigos que me cercam.10 Cerram o seu coração estulto: Com a sua boca falam arrogantemente.11 Andam-nos agora rodeando os nossos passos; Assestam os seus olhos para nos deitar por terra.12 Ele é semelhante ao leão que deseja prear, E ao leãozinho que espreita em lugares ocultos.13 Levanta-te, Jeová, Sai-lhe à frente, derruba-o: Livra do iníquo a minha vida pela tua espada:14 Sim, dos homens, Jeová, pela tua mão, Dos homens mundanos, cujo quinhão está nesta vida, E cujo ventre tu enches dos teus bens. Eles fartam-se de filhos, E o que sobra deixam por herança aos seus pequeninos.15 Quanto a mim, veja eu em retidão o teu rosto; Seja eu, quando acordar, satisfeito com a tua semelhança. palavras deste cântico no dia em que Jeová o livrou de todos os seus inimigos, e da mão de Saul; e disse: