Sede do Deus vivo
1 Do mestre de canto. Poema. Dos filhos de Coré.
2 Como a corça bramindo por águas correntes, assim minha alma está bramindo por ti, ó meu Deus!
3 Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo: quando voltarei a ver a face de Deus?
5 Começo a recordar as coisas e minha alma em mim se derrama: quando eu passava, à frente do grupo, em direção à casa de Deus, em gritos de alegria e louvor, no barulho da festa.
11 Esmigalhando-me os ossos, meus opressores me insultam, perguntando todo dia: "Onde está o seu Deus?"