1 Quem vive isolado busca o que deseja
e incomoda-se com toda a Pv 2.7;3.21;8.14verdadeira sabedoria.
2 O tolo não tem prazer no entendimento,
mas tão somente Pv 12.23;13.16;Ec 10.3em se revelar tal como é.
3 Quando vier o perverso, vem também o Pv 12.8desprezo;
e, com a ignomínia, vem o opróbrio.
4 As palavras da boca do homem são como Pv 20.5águas profundas,
e a Pv 10.11;16.22fonte da sabedoria é como ribeiro que corre.
5 Não é bom Pv 17.15;24.23;28.21;Lv 19.15;Dt 1.17;16.19;Sl 82.2guardar respeito à pessoa do perverso,
nem Pv 17.26;31.5;Êx 23.2,6;Mq 3.9oprimir o justo no juízo.
6 Os lábios do tolo metem-se em contendas,
e a sua boca provoca Pv 19.29açoites.
7 Pv 10.14;12.13;13.3;Sl 64.8;140.9;Ec 10.12A boca do tolo é a sua destruição,
e os seus lábios são o laço da sua alma.
8 Pv 26.22As palavras do caluniador são como doces bocados,
que penetram até Pv 20.27,30o fundo das entranhas.
9 Aquele que Pv 10.4é remisso na sua obra
Pv 28.24é irmão do que é destruidor.
10 Êx 3.15O nome de Jeová é uma 2Sm 22.2-3,33;Sl 18.2;61.3;91.2;144.2torre forte,
à qual o justo se acolhe e Pv 29.25está seguro.
11 Pv 10.15Os bens do rico são a sua cidade forte
e como um muro alto na sua imaginação.
12 Pv 11.2;16.18;29.23Antes da ruína, eleva-se o coração do homem,
Pv 15.33e adiante da honra vai a humildade.
13 Quem Pv 20.25;Jo 7.51responde antes de ouvir
estultícia lhe é e vergonha.
14 O Pv 17.22espírito do homem o sustentará na enfermidade,
mas quem poderá levantar a Pv 15.13um espírito quebrantado?
15 Pv 15.14O coração do inteligente adquire conhecimento,
Pv 15.31e o ouvido dos sábios busca ao conhecimento.
16 Gn 32.20;1Sm 25.27Os presentes do homem alegram-lhe o caminho
e levam-no perante os grandes.
17 O primeiro que pleiteia a sua causa parece justo,
mas vem a outra parte e o sonda.
18 Pv 16.33A sorte faz cessar os pleitos
e decide entre os poderosos.
19 O irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte,
e tais contendas são como os ferrolhos dum castelo.
20 Pv 12.14;14.14O ventre dum homem se fartará do fruto da sua boca,
e com os renovos dos seus lábios, estará satisfeito.
21 Pv 12.13;13.3;Mt 12.37A morte e a vida estão no poder da língua,
cujos amadores comerão Pv 13.2;Is 3.10;Os 10.13dos frutos dela.
22 Quem acha Pv 12.4;19.14;31.10-31;Gn 2.18uma esposa acha o bem
Pv 8.35e alcança o favor de Jeová.
23 Pv 19.7O pobre fala com súplicas,
mas o Tg 2.3,6rico 1Rs 12.13;2Cr 10.13responde com asperezas.
24 Quem faz para si muitos amigos fá-los para sua desgraça;
mas há um Pv 17.17amigo que é mais chegado do que um irmão.
1 Quem se isola procura sua própria vontade e se irrita contra tudo o que é razoável.
2 O insensato não tem propensão para a inteligência, mas para a expansão dos próprios sentimentos.
3 O desprezo ombreia com a iniquidade; o opróbrio com a vergonha.
4 As palavras da boca de um homem são águas profundas; a fonte da sabedoria é uma torrente transbordante.
5 Não fica bem favorecer um perverso para prejudicar o direito do justo.
6 Os lábios do insensato promovem contendas: sua boca atrai açoites.
7 A boca do tolo é a sua ruína; seus lábios são uma armadilha para a sua própria vida.
8 As palavras do delator são como gulodices: penetram até as entranhas.
9 O frouxo no trabalho é um irmão do dissipador.
10 O nome do Senhor é uma torre: para lá corre o justo, a fim de procurar segurança.
11 A fortuna do rico é sua cidade forte: em seu pensar, ela é como uma muralha elevada.
12 Antes da ruína, o coração do homem se eleva, mas a humildade precede a glória.
13 Quem responde antes de ouvir, passa por tolo e se cobre de confusão.
14 O espírito do homem suporta a doença, mas quem erguerá um espírito abatido?
15 O coração inteligente adquire o saber; o ouvido dos sábios procura a ciência.
16 O presente de um homem lhe abre tudo, e lhe dá acesso junto aos grandes.
17 Quem advoga sua causa, por primeiro, parece ter razão; sobrevém a parte adversa, que examina a fundo.
18 A sorte apazigua as contendas e decide entre os poderosos.
19 Um irmão ofendido é pior que uma cidade forte; as questões entre irmãos são como os ferrolhos de uma cidadela.
20 É do fruto de sua boca que um homem se nutre; com o produto de seus lábios ele se farta.
21 Morte e vida estão à mercê da língua: os que a amam comerão dos seus frutos.
22 Aquele que acha uma mulher, acha a felicidade: é um dom recebido do Senhor.
23 O pobre fala suplicando; a resposta do rico é ríspida.
24 O homem cercado de muitos amigos tem neles sua desgraça, mas existe um amigo mais unido que um irmão.