1 Como a neve no verão e como a 1Sm 12.17chuva no tempo da ceifa,
assim a Pv 26.8honra não Pv 17.7convém ao tolo.
2 Como o Pv 27.8;Is 16.2pássaro no seu vaguear e como a andorinha no seu voar,
assim a Nm 23.8;Dt 23.5;2Sm 16.12maldição sem motivo não encontra pouso.
3 Sl 32.9O açoite para o cavalo, o freio para o jumento
Pv 10.13;19.29E a vara para as costas dos tolos.
4 Pv 23.9;29.9Não respondas ao louco segundo a sua loucura,
para que não te faças semelhante a ele.
5 Mt 16.1-4;21.24-27Responde ao louco segundo a sua loucura,
para que ele não seja Pv 3.7;28.11;Rm 12.16sábio aos seus olhos.
6 Os pés decepa, e o dano bebe
quem Pv 10.26envia mensageiros por intermédio dum tolo.
7 As pernas do coxo pendem frouxas,
assim é a Pv 26.9parábola na boca dos tolos.
8 Como o que ata a pedra na funda,
assim é quem dá Pv 26.1honra ao tolo.
9 Como o espinho que entra na mão do bêbado,
assim é a Pv 26.7parábola na boca do tolo.
10 Como o flecheiro que fere a todos,
assim é quem ajusta ao tolo e aos transeuntes.
11 Como o 2Pe 2.22cão que torna ao seu vômito,
assim é o tolo que Êx 8.15reitera a sua estultícia.
12 Vês a um homem que é Pv 3.7;26.5sábio aos seus olhos?
Pv 29.20maior esperança há para o tolo do que para ele.
13 Pv 22.13O preguiçoso diz: Há um leão no caminho,
um leão está nas ruas.
14 Como a porta se revolve sobre os seus gonzos,
assim o Pv 6.9preguiçoso sobre o seu leito.
15 Pv 19.24O preguiçoso mete a mão no prato;
difícil lhe é reconduzi-la à boca.
16 Pv 26.5,12Mais sábio é o preguiçoso aos seus olhos
do que sete homens que sabem Pv 27.11;1Pe 3.15responder bem.
17 Quem, ao passar, se intromete Pv 3.30numa rixa que não lhe toca
é como aquele que toma um cão pelas orelhas.
18 Como o louco que atira Is 50.11tições,
flechas e morte,
19 assim é o homem que Pv 24.28engana ao seu próximo
e diz: Não estou eu brincando?
20 Por falta de lenha, apaga-se o fogo;
e, onde não há Pv 16.28mexeriqueiro, Pv 22.10cessa a contenda.
21 Como os carvões para as brasas e a lenha para o fogo,
assim é o Pv 15.18;29.22;30.33homem contencioso para acender rixas.
22 Pv 18.8As palavras do mexeriqueiro são como doces bocados
que penetram até o fundo das entranhas.
23 Como um Mt 23.27;Lc 11.39vaso de barro, coberto Pv 25.4da escória da prata,
assim são os lábios ardentes e o coração mau.
24 Aquele que Pv 10.18;Sl 41.6aborrece dissimula com os lábios,
mas entesoura a Pv 12.20traição dentro de si.
25 Quando ele Pv 26.23;Sl 28.3;Jr 9.8te falar num tom suplicante, não o creias,
porque há sete abominações no seu coração.
26 Ainda que o seu ódio Mt 23.28se encubra com dissimulação,
a sua malícia será Lc 8.17abertamente revelada perante a congregação.
27 O que abre uma cova Pv 28.10cairá nela;
e a pedra voltará sobre quem a revolve.
28 A língua mentirosa aborrece aos que ela tem ferido;
e a Pv 29.5boca lisonjeira opera a ruína.
1 Assim como a neve é imprópria no estio e a chuva na ceifa, do mesmo modo não convém ao insensato a consideração.
2 Como um pássaro que foge, uma andorinha que voa: uma maldição injustificada permanece sem efeito.
3 O açoite para o cavalo, o freio para o asno: a vara para as costas do tolo.
4 Não respondas ao néscio segundo sua insensatez, para não seres semelhante a ele.
5 Responde ao tolo segundo sua loucura, para que ele não se julgue sábio aos seus olhos.
6 Corta os pés, bebe aflições quem confia uma mensagem a um tolo.
7 As pernas de um coxo não têm força: do mesmo modo uma sentença na boca de um tolo.
8 É colocar pedra na funda cumprimentar um tolo.
9 Um espinho que cai na mão de um embriagado: tal é uma sentença na boca dos insensatos.
10 Um arqueiro que fere a todos: tal é aquele que emprega um tolo ou um embriagado.
11 Um cão que volta ao seu vômito: tal é o louco que reitera suas loucuras.
12 Tu tens visto um homem que se julga sábio? Há mais a esperar de um tolo do que dele.
13 "Há um leão no caminho – diz o preguiçoso –, um leão na estrada!"
14 A porta gira sobre seus gonzos: assim o preguiçoso no seu leito.
15 O preguiçoso põe sua mão no prato e custa-lhe muito levá-la à boca.
16 O preguiçoso julga-se mais sábio do que sete homens que respondem com prudência.
17 É pegar pelas orelhas um cão que passa envolver-se num debate que não interessa.
18 Um louco furioso que lança chamas, flechas e morte:
19 tal é o homem que engana seu próximo e diz em seguida: "mas era para brincar".
20 Sem lenha o fogo se apaga: desaparecido o relator, acaba-se a questão.
21 Carvão sobre a brasa, lenha sobre o fogo: tal é um intrigante para atiçar uma disputa.
22 As palavras do mexeriqueiro são como guloseimas: penetram até o fundo das entranhas.
23 Uma liga de prata sobre o pote de argila: tais são as palavras ardentes com um coração malévolo.
24 O que odeia, fala com dissimulação; no seu interior maquina a fraude;
25 quando ele falar com amabilidade, não te fies nele porque há sete abominações em seu coração;
26 pode dissimular seu ódio sob aparências, e sua malícia acabará por ser revelada ao público.
27 Quem cava uma fossa, ali cai; quem rola uma pedra, cairá debaixo dela.
28 A língua mendaz odeia aqueles que ela atinge, a boca enganosa conduz à ruína.