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Salmos 141

1 Senhor, a ti clamo, apressa-te a mim; inclina os teus ouvidos à minha voz, quando a ti clamar.2 Suba a minha oração perante a tua face como incenso, e as minhas mãos levantadas sejam como o sacrifício da tarde.3 Põe, ó Senhor, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios.4 Não inclines o meu coração a coisas más, a praticar obras más, com aqueles que praticam a iniquidade; e não coma das suas delícias.5 Fira-me o justo, será isso uma benignidade; e repreenda-me, será um excelente óleo, que não me quebrará a cabeça; pois a minha oração também ainda continuará nas suas próprias calamidades.6 Quando os seus juízes forem derrubados pelos lados da rocha, ouvirão as minhas palavras, pois são agradáveis.7 Os nossos ossos são espalhados à boca da sepultura como se alguém fendera e partira lenha na terra.8 Mas os meus olhos te contemplam, ó Deus o Senhor; em ti confio; não desnudes a minha alma.9 Guarda-me dos laços que me armaram; e dos laços corrediços dos que praticam a iniquidade.10 Caiam os ímpios nas suas próprias redes, até que eu tenha escapado inteiramente.

Almeida Corrigida Fiel | acf ©️ 1994, 1995, 2007, 2011 Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil (SBTB). Todos os direitos reservados. Texto bíblico utilizado com autorização. Saiba mais sobre a SBTB. A Missão da SBTB é: Uma cópia da Bíblia Fiel ®️ para cada pessoa. Ajude-nos a cumprir nossa Missão!

1 Jeová, tenho clamado a ti, dá-te pressa em me acudir; Dá ouvidos à minha voz, quando a ti clamo.2 Apresente-se a minha oração como incenso diante de ti, O erguer das minhas mãos como a oblação da tarde.3 Põe vigia, Jeová, à minha boca, Guarda as portas dos meus lábios.4 Não inclines o meu coração para o mal, Juntamente com homens que obram iniqüidade; E não coma eu das suas gulodices.5 Fira-me o justo, isto será uma mercê; Repreenda-me, isto será como óleo sobre a minha cabeça; Não o recuse a minha cabeça, Mas continue ainda a minha oração contra a perversidade deles.6 Quando os seus juízes forem precipitados duma penha abaixo, Ouvirão eles as minhas palavras, que são suaves.7 Como quando se lavra e sulca a terra, São espalhados os nossos ossos à entrada da sepultura.8 Pois em ti, Senhor Jeová, estão fitos os meus olhos: Em ti busco refúgio; não derrames a minha vida.9 Guarda-me do laço que eles me armaram; E das armadilhas dos que obram iniqüidade,10 Caiam os perversos nas suas próprias redes, Enquanto que eu ao mesmo tempo escape incólume.

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