Publicidade

Marcos 14

IRB20

1 Ora, dali a dois dias seria a festa da Páscoa e dos (pães) ázimos; e os sumos sacerdotes e os escribas buscavam algum meio de prender Jesus à traição para matá-lo.

2 "Mas não durante a festa" diziam eles "para não haver talvez algum tumulto entre o povo." (= Mt 26,6-13 = Jo 12,1-8)

3 Jesus se achava em Betânia, em casa de Simão, o leproso. Quando ele se pôs à mesa, entrou uma mulher trazendo um vaso de alabastro cheio de um perfume de nardo puro, de grande preço, e, quebrando o vaso, derramou-lho sobre a cabeça.

4 Alguns, porém, ficaram indignados e disseram entre si: "Por que esse desperdício de bálsamo?

5 Poderia ter sido vendido por mais de trezentos denários, e serem dados aos pobres". E irritavam-se contra ela.

6 Mas Jesus disse-lhes: "Deixai-a. Por que a molestais? Ela me fez uma boa obra.

7 Vós sempre tendes convosco os pobres e, quando quiserdes, podeis fazer-lhes bem; mas a mim não me tendes sempre.

8 Ela fez o que pode: embalsamou-me antecipadamente o corpo para a sepultura.

9 Em verdade vos digo: onde quer que for pregado em todo o mundo o Evangelho, será contado para sua memória o que ela fez". (= Mt 26,14ss = Lc 22,3-6)

10 Judas Iscariotes, um dos Doze, foi avistar-se com os sumos sacerdotes para lhes entregar Jesus.

11 A essa notícia, eles alegraram-se e prometeram dar-lhe dinheiro. E ele buscava ocasião oportuna para o entregar. (= Mt 26,17-29 = Lc 22,7-23)

12 No primeiro dia dos Ázimos, em que se imolava a Páscoa, perguntaram-lhe os discípulos: "Onde queres que preparemos a refeição da Páscoa?".

13 Ele enviou dois de seus discípulos, dizendo: "Ide à cidade, e vos sairá ao encontro um homem, carregando um cântaro de água.

14 Segui-o e, onde ele entrar, dizei ao dono da casa: O Mestre pergunta: Onde está a sala em que devo comer a Páscoa com os meus discípulos?

15 E ele vos mostrará uma grande sala no andar superior, mobiliada e pronta. Fazei ali os preparativos".

16 Partiram os discípulos para a cidade e acharam tudo como Jesus lhes havia dito, e prepararam a Páscoa.

17 Chegando a tarde, dirigiu-se ele para com os Doze.

18 E enquanto estavam sentados à mesa e comiam, Jesus disse: "Em verdade vos digo: um de vós que come comigo me de entregar".

19 Começaram a entristecer-se e a perguntar-lhe, um após outro: "Porventura sou eu?".

20 Respondeu-lhes ele: "É um dos Doze, que se serve comigo do mesmo prato.

21 O Filho do Homem vai, segundo o que dele está escrito, mas ai daquele homem por quem o Filho do Homem for traído! Melhor lhe seria que nunca tivesse nascido...".

22 Durante a refeição, Jesus tomou o pão e, depois de o benzer, partiu-o e deu-lho, dizendo: "Tomai, isto é o meu corpo".

23 Em seguida, tomou o cálice, deu graças e apresentou-lho, e todos dele beberam.

24 E disse-lhes: "Isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado por muitos.

25 Em verdade vos digo: não beberei do fruto da videira até aquele dia em que o beberei de novo no Reino de Deus". (= Mt 26,30-35 = Lc 22,31-34.39 = Jo 13,36ss)

26 Terminado o canto dos Salmos, saíram para o monte das Oliveiras.

27 E Jesus disse-lhes: "Vós todos vos escandalizareis, pois está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas serão dispersas (Zc 13,7).

28 Mas depois que eu ressurgir, eu vos precederei na Galileia".

29 Entretanto, Pedro lhe respondeu: "Ainda que todos se escandalizem de ti, eu, porém, nunca!".

30 Jesus disse-lhe: "Em verdade te digo: hoje, nesta mesma noite, antes que o galo cante duas vezes, três vezes me terás negado".

31 Mas Pedro repetia com maior ardor: "Ainda que seja preciso morrer contigo, não te rene­garei". E todos disseram o mesmo. (= Mt 26,36-46 = Lc 22,39-46)

32 Foram em seguida para o lugar chamado Getsêmani, e Jesus disse a seus discípulos: "Sentai-vos aqui, enquanto vou orar".

33 Levou consigo Pedro, Tiago e João; e começou a ter pavor e a angustiar-se.

34 Disse-lhes: "A minha alma está numa tristeza mortal; ficai aqui e vigiai".

35 Adiantando-se alguns passos, prostrou-se com a face por terra e orava que, se fosse possível, passasse dele aquela hora.

36 "Aba! (Pai!), suplicava ele. Tudo te é possível; afasta de mim este cálice! Contudo, não se faça o que eu quero, senão o que tu queres."

37 Em seguida, foi ter com seus discípulos e achou-os dormindo. Disse a Pedro: "Simão, dormes? Não pudeste vigiar uma hora!

38 Vigiai e orai, para que não entreis em tentação. Pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca".

39 Afastou-se outra vez e orou, dizendo as mesmas palavras.

40 Voltando, achou-os de novo dormindo, porque seus olhos estavam pesados; e não sabiam o que lhe res­ponder.

41 Voltando pela terceira vez, disse-lhes: "Dormi e descansai. Basta! Veio a hora! O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos pecadores.

42 Levantai-vos e vamos! Aproxima-se o que me de entregar". (= Mt 26,47-56 = Lc 22,47-54 = Jo 18,2-12)

43 Ainda falava, quando chegou Judas Iscariotes, um dos Doze, e com ele um bando armado de espadas e cacetes, enviado pelos sumos sacerdotes, escribas e anciãos.

44 Ora, o traidor tinha-lhes dado o seguinte sinal: "Aquele a quem eu beijar é ele. Prendei-o e levai-o com cuidado".

45 Assim que ele se aproximou de Jesus, disse: "Rabi!" , e o beijou.

46 Lançaram-lhe as mãos e o prenderam.

47 Um dos circunstantes tirou da espada, feriu o servo do sumo sacerdote e decepou-lhe a orelha.

48 Mas Jesus tomou a palavra e disse-lhes: "Como a um bandido, saístes com espadas e cacetes para prender-me!

49 Entretanto, todos os dias estava convosco, ensinando no templo, e não me prendestes. Mas isso acontece para que se cumpram as Escrituras".

50 Então, todos o abandonaram e fugiram.

51 Seguia-o um jovem coberto somente de um pano de linho; e prenderam-no.

52 Mas, lançando ele de si o pano de linho, escapou-lhes despido. (= Mt 26,57-68 = Lc 22,63-71)

53 Conduziram Jesus à casa do sumo sacerdote, onde se reuniram todos os sacerdotes, escribas e anciãos.

54 Pedro o foi seguindo de longe até dentro do pátio. Sentou-se junto do fogo com os servos e aquecia-se.

55 Os sumos sacerdotes e todo o conselho buscavam algum testemunho contra Jesus, para o condenar à morte, mas não o achavam.

56 Muitos diziam falsos testemunhos contra ele, mas seus depoimentos não concordavam.

57 Levantaram-se, então, alguns e deram este falso testemunho contra ele:

58 "Ouvimo-lo dizer: Eu destruirei este templo, feito por mãos de homens, e em três dias edificarei outro, que não será feito por mãos de homens".

59 Mas nem neste ponto eram coerentes os seus testemunhos.

60 O sumo sacerdote levantou-se no meio da assembleia e perguntou a Jesus: "Não respondes nada? O que é isto que dizem contra ti?".

61 Mas Jesus se calava e nada respondia. O sumo sacerdote tornou a perguntar-lhe: "És tu o Cristo, o Filho de Deus bendito?".

62 Jesus respondeu: "Eu o sou. E vereis o Filho do Homem sentado à direita do poder de Deus, vindo sobre as nuvens do céu".

63 O sumo sacerdote rasgou então as suas vestes. "Para que desejamos ainda testemunhas?!" exclamou ele .

64 "Ouvistes a blasfêmia! Que vos parece?" E unanimemente o julgaram merecedor da morte.

65 Alguns começaram a cuspir nele, a tapar-lhe o rosto, a dar-lhe socos e a dizer-lhe: "Adivinha!". Os servos igualmente davam-lhe bofetadas. (= Mt 26,69-75 = Lc 22,55-62 = Jo 18,15-27)

66 Estando Pedro embaixo, no pátio, veio uma das criadas do sumo sacerdote.

67 Ela fixou os olhos em Pedro, que se aquecia, e disse: "Também tu estavas com Jesus de Nazaré".

68 Ele negou: "Não sei, nem compreendo o que dizes". E saiu para a entrada do pátio; e o galo cantou.

69 A criada, que o vira, começou a dizer aos circunstantes: "Este faz parte do grupo deles".

70 Mas Pedro negou outra vez. Pouco depois, os que ali estavam diziam de novo a Pedro: "Certamente tu és daqueles, pois és galileu."

71 Então, ele começou a praguejar e a jurar: "Não conheço esse homem de quem falais."

72 E imediatamente cantou o galo pela segunda vez. Pedro lembrou-se da palavra que Jesus lhe havia dito: "Antes que o galo cante duas vezes, três vezes me negarás". E, lembrando-se disso, rompeu em soluços. (= Mt 27,1s.11-26 = Lc 23,1-5.13-25 = Jo 18,2819,16)

Congiura contro Gesù

1 Ora, due giorni dopo, era la Pasqua e gli Azzimi; i capi sacerdoti e gli scribi cercavano il modo di prendere Gesù con l’inganno e ucciderlo, 2 perché dicevano: "Non lo facciamo durante la festa, perché non vi sia qualche tumulto di popolo".

Maria unge il capo di Gesù d’olio profumato

3 Essendo Gesù a Betania, in casa di Simone il lebbroso, mentre era a tavola, venne una donna che aveva un vaso di alabastro pieno di olio profumato di nardo puro, di gran valore e, rotto l’alabastro, glielo versò sul capo. 4 Alcuni, indignatisi, dicevano fra loro: "Perché si è fatto questo spreco d’olio? 5 Quest’olio si sarebbe potuto vendere più di trecento denari e darli ai poveri". E fremevano contro di lei. 6 Ma Gesù disse: "Lasciatela stare! Perché le date noia? Lei ha fatto un’azione buona verso di me. 7 Poiché i poveri li avete sempre con voi e, quando volete, potete fare loro del bene, ma me non mi avete sempre. 8 Lei ha fatto ciò che poteva; ha anticipato l’unzione del mio corpo per la sepoltura. 9 In verità io vi dico che in tutto il mondo, dovunque sarà predicato l’evangelo, anche quello che costei ha fatto sarà raccontato, in memoria di lei".

Il traditore

10 Allora Giuda Iscariota, uno dei dodici, andò dai capi sacerdoti per darglielo nelle mani. 11 Essi, uditolo, si rallegrarono e promisero di dargli del denaro. Ed egli cercava il modo opportuno per tradirlo.

L’ultima Pasqua

12 Il primo giorno degli Azzimi, quando si sacrificava la Pasqua, i suoi discepoli gli dissero: "Dove vuoi che andiamo ad apparecchiarti per mangiare la Pasqua?". 13 Egli mandò due dei suoi discepoli e disse loro: "Andate nella città, e vi verrà incontro un uomo che porterà una brocca d’acqua; seguitelo 14 e, dove sarà entrato, dite al padrone di casa: Il Maestro dice: Dov’è la mia stanza da mangiarvi la Pasqua con i miei discepoli?. 15 Egli vi mostrerà di sopra una grande sala ammobiliata e pronta; apparecchiate per noi". 16 I discepoli andarono, giunsero nella città e trovarono come egli aveva detto loro, e apparecchiarono per la Pasqua. 17 Quando fu sera Gesù venne con i dodici. 18 Mentre erano a tavola e mangiavano, Gesù disse: "In verità io vi dico che uno di voi, il quale mangia con me, mi tradirà". 19 Essi cominciarono a rattristarsi e a dirgli uno dopo l’altro: "Sono forse io?". 20 Ed egli disse loro: "È uno dei dodici, che intinge con me nel piatto. 21 Certo il Figlio dell’uomo se ne va, com’è scritto di lui, ma guai a quell’uomo per cui il Figlio dell’uomo è tradito! Sarebbe stato meglio per quell’uomo non essere nato!".

La cena del Signore

22 E mentre mangiavano, Gesù prese del pane; fatta la benedizione, lo spezzò, lo diede loro e disse: "Prendete, questo è il mio corpo". 23 Poi, preso il calice e rese grazie, lo diede loro e tutti ne bevvero. 24 E disse loro: "Questo è il mio sangue, il sangue del patto, il quale è sparso per molti. 25 In verità io vi dico che non berrò più del frutto della vigna fino a quel giorno che lo berrò nuovo nel regno di Dio".

Gesù avverte Pietro del suo rinnegamento

26 Dopo che ebbero cantato l’inno, uscirono per andare al monte degli Ulivi.

27 E Gesù disse loro: "Voi tutti sarete scandalizzati, perché è scritto: Io percuoterò il pastore e le pecore saranno disperse. 28 Ma dopo che sarò risuscitato, vi precederò in Galilea". 29 Ma Pietro gli disse: "Quand’anche tutti fossero scandalizzati, io però non lo sarò". 30 E Gesù gli disse: "In verità io ti dico che tu, oggi, in questa stessa notte, prima che il gallo abbia cantato due volte, mi rinnegherai tre volte". 31 Ma egli diceva più fermamente: "Anche se dovessi morire con te, non ti rinnegherò". E lo stesso dicevano pure tutti gli altri.

Gesù nel giardino del Getsemani

32 Poi si recarono in un podere detto Getsemani ed egli disse ai suoi discepoli: "Sedete qui finché io abbia pregato". 33 Prese con Pietro, Giacomo e Giovanni e cominciò a essere spaventato e angosciato. 34 E disse loro: "L’anima mia è oppressa da tristezza mortale; rimanete qui e vegliate". 35 Andato un popiù avanti, si gettò a terra; e pregava che, se fosse possibile, quell’ora passasse oltre da lui. 36 E diceva: "Abbà, Padre! Ogni cosa ti è possibile; allontana da me questo calice! Ma pure, non quello che io voglio, ma quello che tu vuoi". 37 Poi venne, li trovò che dormivano, e disse a Pietro: "Simone, dormi? Non sei stato capace di vegliare un’ora sola? 38 Vegliate e pregate, affinché non cadiate in tentazione; lo spirito è pronto, ma la carne è debole". 39 E di nuovo andò e pregò, dicendo le medesime parole. 40 E tornato di nuovo, li trovò che dormivano perché gli occhi loro erano appesantiti e non sapevano che rispondergli. 41 Venne la terza volta e disse loro: "Dormite pure ormai e riposatevi! Basta! L’ora è venuta: ecco, il Figlio dell’uomo è dato nelle mani dei peccatori. 42 Alzatevi, andiamo; ecco, colui che mi tradisce è vicino".

Tradimento di Giuda e arresto di Gesù

43 In quell’istante, mentre egli parlava ancora, arrivò Giuda, uno dei dodici, e con lui una gran folla con spade e bastoni, da parte dei capi sacerdoti, degli scribi e degli anziani. 44 Colui che lo tradiva aveva dato loro un segnale, dicendo: "Colui che bacerò è lui; prendetelo e portatelo via sicuramente". 45 Appena fu giunto, subito si avvicinò a lui e gli disse: "Maestro!", e lo baciò. 46 Allora quelli gli misero le mani addosso e lo presero.

47 Ma uno di quelli presenti, estratta la spada, colpì il servo del sommo sacerdote e gli recise l’orecchio.

48 E Gesù, rivolto a loro, disse: "Voi siete usciti con spade e bastoni come per prendere un brigante. 49 Ogni giorno ero fra di voi insegnando nel tempio e non mi avete preso, ma ciò è avvenuto, affinché le Scritture fossero adempiute".

50 E tutti, lasciatolo, se ne fuggirono.

51 Un certo giovane lo seguiva, avvolto solo in un panno di lino e lo presero, 52 ma egli, lasciando andare il panno di lino, se ne fuggì nudo.

Gesù davanti al Sinedrio

53 Condussero Gesù dal sommo sacerdote; e si radunarono tutti i capi sacerdoti, gli anziani e gli scribi. 54 Pietro lo aveva seguito da lontano, fin dentro la corte del sommo sacerdote, dove stava a sedere con le guardie e si scaldava al fuoco.

55 I capi sacerdoti e tutto il Sinedrio cercavano qualche testimonianza contro Gesù per farlo morire ma non ne trovavano. 56 Poiché molti deponevano il falso contro di lui, ma le testimonianze non erano concordi. 57 E alcuni si alzarono e testimoniarono falsamente contro di lui, dicendo: 58 "Noi lo abbiamo udito che diceva: Io distruggerò questo tempio fatto da mani d’uomo e in tre giorni ne riedificherò un altro, che non sarà fatto da mani d’uomo". 59 Ma neppure così la loro testimonianza era concorde. 60 Allora il sommo sacerdote, alzatosi in piedi nel mezzo, domandò a Gesù: "Non rispondi nulla? Che testimoniano costoro contro di te?". 61 Ma egli tacque e non rispose nulla. Di nuovo il sommo sacerdote lo interrogò e gli disse: "Sei tu il Cristo, il Figlio del Benedetto?". 62 E Gesù disse: ", lo sono: vedrete il Figlio dell’uomo seduto alla destra della Potenza e venire sulle nuvole del cielo". 63 Allora il sommo sacerdote, stracciatesi le vesti, disse: "Che bisogno abbiamo ancora di testimoni? 64 Voi avete udito la bestemmia. Che ve ne pare?". Tutti lo condannarono come reo di morte. 65 Alcuni iniziarono a sputargli addosso, a coprirgli la faccia, a dargli dei pugni e a dirgli: "Indovina, profeta!". E le guardie presero a schiaffeggiarlo.

Gesù rinnegato da Pietro

66 Essendo Pietro giù nella corte, venne una delle serve del sommo sacerdote; 67 visto Pietro che si scaldava, lo riguardò in viso e disse: "Anche tu eri con Gesù Nazareno". 68 Ma egli lo negò, dicendo: "Io non so capisco quello che dici". Poi uscì fuori nell’atrio e il gallo cantò. 69 E la serva, vedutolo, cominciò di nuovo a dire a quelli che erano presenti: "Costui è di quelli". Ma egli lo negò ancora. 70 E di nuovo, di a poco, quelli che erano dicevano a Pietro: "Sicuramente tu sei di quelli, anche perché sei galileo". 71 Ma egli iniziò a imprecare e a giurare: "Non conosco quell’uomo che voi dite". 72 E subito per la seconda volta, il gallo cantò. Allora Pietro si ricordò della parola che Gesù gli aveva detto: "Prima che il gallo abbia cantato due volte, tu mi rinnegherai tre volte". E a questo pensiero si mise a piangere.

Veja também

Bíblia Online Bíblia Online

Bíblia Online • Versão: 2026-07-04_23-13-58-