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Hebreus 9

IRB20

A adoração no tabernáculo terreno

1 Ora, a primeira aliança tinha prescrições para a adoração e também um santuário terreno. 2 Esse tabernáculo foi edificado e, na primeira parte, chamada Lugar Santo, estavam o candelabro, a mesa e os pães da Presença. 3 Por trás do segundo véu do tabernáculo, havia a parte chamada Santo dos Santos, 4 que tinha o altar de ouro para o incenso e a arca da aliança, totalmente revestida de ouro. Dentro da arca estavam o vaso de ouro com o maná, a vara de Arão que havia florescido e as tábuas da aliança. 5 Acima da arca estavam os querubins da glória, que com a sua sombra cobriam a tampa da arca. A respeito dessas coisas, não nos cabe falar agora com detalhes.

6 Depois de tudo assim preparado, os sacerdotes entravam regularmente no Lugar Santo do tabernáculo, para exercer o seu ministério. 7 No entanto, somente o sumo sacerdote entrava no Lugar Santíssimo, apenas uma vez por ano, e nunca sem apresentar o sangue do sacrifício, que ele oferecia por si mesmo e pelos pecados que o povo havia cometido por ignorância. 8 Dessa forma, o Espírito Santo estava mostrando que ainda não havia sido manifesto o caminho para o Lugar Santíssimo enquanto o primeiro tabernáculo permanecia erguido. 9 Isso é uma ilustração para os nossos dias, indicando que as ofertas e os sacrifícios oferecidos não podiam dar ao adorador uma consciência perfeitamente limpa. 10 Eram apenas prescrições que tratavam de comida e bebida e de várias cerimônias de purificação com água, que foram impostas até o tempo da nova ordem.

O sangue de Cristo

11 Contudo, quando Cristo veio como sumo sacerdote dos benefícios agora presentes,9.11 Há manuscritos que trazem que estavam por vir. ele adentrou o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito pelo homem, isto é, não pertencente a esta criação. 12 Não por meio de sangue de bodes e novilhos, mas pelo seu próprio sangue, ele entrou no Lugar Santíssimo de uma vez por todas, e obteve eterna redenção. 13 Ora, se o sangue de bodes e touros e as cinzas de uma novilha espalhadas sobre os que estavam cerimonialmente impuros os santificavam, de forma que se tornavam exteriormente puros, 14 quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu de forma imaculada a Deus, purifica a nossa consciência de atos que conduzem à morte,9.14 Ou consciência de ritos inúteis. para que sirvamos ao Deus vivo!

15 Por essa razão, Cristo é o mediador de uma nova aliança para que os que são chamados recebam a promessa da herança eterna, visto que ele morreu como resgate pelas transgressões cometidas sob a primeira aliança.

16 No caso de um testamento,9.16,17 O termo grego traduzido por testamento é traduzido por aliança nos outros versículos do capítulo. é necessário que se comprove a morte daquele que o fez, 17 pois um testamento é validado no caso de morte, uma vez que nunca vigora enquanto está vivo quem o fez. 18 Por isso, nem a primeira aliança foi sancionada sem sangue. 19 Quando Moisés terminou de proclamar todos os mandamentos da lei a todo o povo, levou sangue de novilhos e de bodes, bem como água, escarlate e ramos de hissopo, aspergiu o próprio livro e todo o povo 20 e disse: "Este é o sangue da aliança à qual Deus ordenou que vocês obedeçam".9.20 Êx 24.8.21 Da mesma forma, aspergiu com o sangue o tabernáculo e todos os utensílios do serviço sacerdotal. 22 De fato, segundo a lei, quase todas as coisas são purificadas com sangue, e sem derramamento de sangue não perdão.

23 Portanto, era necessário que as representações das coisas que estão nos céus fossem purificadas com esses sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios superiores. 24 Pois Cristo não entrou em um santuário feito por homens, uma simples representação do verdadeiro; ele entrou nos céus, para agora se apresentar diante de Deus em nosso favor. 25 Não, porém, para se oferecer repetidas vezes, à semelhança do sumo sacerdote que entra no Lugar Santíssimo todos os anos com sangue alheio. 26 Se assim fosse, Cristo precisaria sofrer muitas vezes, desde a criação do mundo. Agora, porém, ele apareceu de uma vez por todas no fim dos tempos, para aniquilar o pecado sacrificando a si mesmo. 27 Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer uma vez e depois disso enfrentar o juízo, 28 assim também Cristo foi oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados de muitos; e aparecerá pela segunda vez, não para tirar o pecado, mas para trazer salvação aos que o aguardam.

Il santuario terreno

1 Ora anche il primo patto aveva delle norme per il culto e un santuario terreno. 2 Infatti fu preparato un primo tabernacolo, nel quale si trovavano il candeliere, la tavola e i pani della presentazione; questo si chiamava il luogo santo. 3 Dietro la seconda cortina c’era il tabernacolo detto il luogo santissimo, 4 contenente un incensiere d’oro e l’arca del patto, tutta ricoperta d’oro, nella quale si trovavano un vaso d’oro contenente la manna, la verga di Aaronne che era fiorita e le tavole del patto. 5 E sopra l’arca i cherubini della gloria, che adombravano il propiziatorio. Di queste cose non possiamo ora parlare dettagliatamente. 6 Ora, essendo le cose così disposte, i sacerdoti entrano continuamente nel primo tabernacolo per compiervi gli atti del culto, 7 ma nel secondo entra solo il sommo sacerdote una volta all’anno, e non senza sangue, che egli offre per stesso e per i peccati involontari del popolo. 8 Lo Spirito Santo voleva con questo significare che la via al santuario non era ancora manifestata finché sussisteva ancora il primo tabernacolo. 9 Esso è una figura per il tempo attuale, conformemente alla quale si offrono doni e sacrifici che non possono, quanto alla coscienza, rendere perfetto colui che offre il culto, 10 poiché si tratta soltanto di cibi, di bevande e di varie abluzioni, insomma di regole carnali imposte fino al tempo di una loro riforma.

La redenzione eterna grazie al sacrificio di Cristo

11 Ma, venuto Cristo, sommo sacerdote dei futuri beni, egli, attraverso un tabernacolo più grande e più perfetto, non fatto da mano d’uomo, vale a dire, non di questa creazione, 12 e non con sangue di capri e di vitelli, ma con il proprio sangue, è entrato una volta per sempre nel santuario, avendo acquistata una redenzione eterna. 13 Perché, se il sangue di capri e di tori e la cenere di una giovenca sparsa su quelli che sono contaminati santificano in modo da dare la purezza della carne, 14 quanto più il sangue di Cristo, che mediante lo Spirito eterno ha offerto stesso puro di ogni colpa a Dio, purificherà la vostra coscienza dalle opere morte per servire il Dio vivente?

15 Per questa ragione egli è mediatore di un nuovo patto, affinché, avvenuta la sua morte per la redenzione delle trasgressioni commesse sotto il primo patto, i chiamati ricevano l’eterna eredità promessa. 16 Infatti, dove c’è un testamento, bisogna che sia accertata la morte del testatore. 17 Perché un testamento è valido quando è avvenuta la morte, infatti non ha valore finché vive il testatore. 18 Per questo neanche il primo patto è stato inaugurato senza sangue. 19 Difatti, quando tutti i comandamenti furono secondo la legge proclamati da Mosè a tutto il popolo, egli prese il sangue dei vitelli e dei capri con acqua, lana scarlatta e issopo e ne asperse il libro stesso e tutto il popolo, 20 dicendo: "Questo è il sangue del patto che Dio ha ordinato sia fatto con voi". 21 Asperse di sangue anche il tabernacolo e tutti gli arredi del culto. 22 Secondo la legge, quasi ogni cosa è purificata con sangue, e senza spargimento di sangue non c’è perdono.

23 Era dunque necessario che le cose raffiguranti quelle nei cieli fossero purificate con questi mezzi, ma le cose celesti stesse dovevano esserlo con sacrifici più eccellenti di questi. 24 Poiché Cristo non è entrato in un santuario fatto da mano d’uomo, figura del vero, ma nel cielo stesso, per comparire ora alla presenza di Dio per noi, 25 non per offrire stesso più volte, come il sommo sacerdote, che entra ogni anno nel santuario con sangue non suo, 26 in questo caso, avrebbe dovuto soffrire più volte dalla fondazione del mondo, ma ora, una volta sola, alla fine dei secoli, è stato manifestato per annullare il peccato con il suo sacrificio. 27 E come è stabilito che gli uomini muoiano una volta sola, dopo di che viene il giudizio, 28 così anche Cristo, dopo essere stato offerto una volta sola, per portare i peccati di molti, apparirà una seconda volta, senza peccato, a quelli che lo aspettano per la loro salvezza.

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