41.0 No texto hebraico, 41.1-8 corresponde a 40.25-32, e 41.9-34 corresponde a 41.1-26. 1 "Você consegue pescar com anzol o Leviatã41.1 Ou monstro marinho.
ou prender-lhe a língua com um laço?
2 Consegue fazer passar uma corda pelo nariz dele
ou atravessar-lhe o queixo com um gancho?
3 Você acha que ele vai implorar misericórdia
ou lhe dizer palavras amáveis?
4 Pensa que ele fará um acordo com você
para que o tenha como escravo pelo resto da vida?
5 Acaso você consegue fazer dele um animal de estimação,
como se fosse um passarinho,
ou pôr-lhe uma coleira para dá-lo às suas filhas?
6 Poderão os negociantes vendê-lo
ou reparti-lo entre os comerciantes?
7 Você consegue encher-lhe de arpões o couro
e com lanças de pesca a cabeça?
8 Se puser a mão nele, a luta ficará na sua memória,
e nunca mais você tornará a fazê-lo.
9 Esperar vencê-lo é ilusão;
apenas vê-lo já é assustador.
10 Ninguém é suficientemente corajoso para despertá-lo.
Quem, então, será capaz de resistir a mim?
11 Quem primeiro me deu alguma coisa a quem eu deva pagar?41.11 Ou A quem quer que me confronte eu retribuirei.
Tudo o que há debaixo dos céus me pertence.
12 "Não deixarei de mencionar os membros do Leviatã,
a sua força e o seu porte gracioso.
13 Quem consegue arrancar-lhe a capa externa?
Quem se aproximaria dele com uma rédea?
14 Quem ousa abrir-lhe as portas da boca,
cercada com dentes temíveis?
15 As suas costas possuem41.15 Ou O seu orgulho são as. fileiras de escudos
firmemente unidos;
16 cada um está tão junto do outro
que nem o ar passa entre eles;
17 estão tão interligados
que é impossível separá-los.
18 O seu forte sopro atira lampejos de luz;
os seus olhos são como os raios da alvorada.
19 Tições saem-lhe da boca;
fagulhas de fogo estalam.
20 Das narinas sai-lhe fumaça
como de panela fervente sobre fogueira de juncos.
21 O seu sopro acende o carvão,
e da sua boca saltam chamas.
22 No pescoço reside a sua força;
o desespero corre adiante dele.
23 As dobras da sua carne são fortemente unidas;
são tão duras que não se movem.
24 O seu peito é duro como pedra,
sólido como a pedra inferior do moinho.
25 Quando ele se ergue, os poderosos se apavoram;
fogem com medo dos seus golpes.
26 A espada que o atinge nada lhe faz,
nem a lança, tampouco a flecha ou o dardo.
27 Como palha trata o ferro;
como madeira podre, o bronze.
28 As flechas não o afugentam;
as pedras das fundas são como cisco para ele.
29 O bastão lhe parece fiapo de palha;
o brandir da lança o faz rir.
30 O seu ventre é como caco dentado
que deixa rastro na lama como o trilho de debulhar.
31 Ele faz as profundezas se agitarem como caldeirão fervente
e revolve o mar como pote de unguento.
32 Deixa atrás de si um rastro cintilante,
como se fossem os cabelos brancos do abismo.
33 Nada na terra se equipara a ele:
criatura destemida!
34 Com desdém, olha todos os altivos;
reina soberano sobre todos os orgulhosos".
1 ¿SACARAS tú al leviathán con el anzuelo, O con la cuerda que le echares en su lengua? 2 ¿Pondrás tú garfio en sus narices, Y horadarás con espinas su quijada? 3 ¿Multiplicará él ruegos para contigo? ¿Hablaráte él lisonjas? 4 ¿Hará concierto contigo Para que lo tomes por siervo perpetuo? 5 ¿Jugarás tú con él como con pájaro, O lo atarás para tus niñas? 6 ¿Harán de él banquete los compañeros? ¿Partiránlo entre los mercaderes? 7 ¿Cortarás tú con cuchillo su cuero, O con asta de pescadores su cabeza? 8 Pon tu mano sobre él; Te acordarás de la batalla, y nunca más tornarás. 9 He aquí que la esperanza acerca de él será burlada; Porque aun á su sola vista se desmayarán. 10 Nadie hay tan osado que lo despierte: ¿Quién pues podrá estar delante de mí? 11 ¿Quién me ha anticipado, para que yo restituya? Todo lo que hay debajo del cielo es mío.
12 Yo no callaré sus miembros, Ni lo de sus fuerzas y la gracia de su disposición.
13 ¿Quién descubrirá la delantera de su vestidura? ¿Quién se llegará á él con freno doble?
14 ¿Quién abrirá las puertas de su rostro? Los órdenes de sus dientes espantan.
15 La gloria de su vestido son escudos fuertes, Cerrados entre sí estrechamente.
16 El uno se junta con el otro, Que viento no entra entre ellos.
17 Pegado está el uno con el otro, Están trabados entre sí, que no se pueden apartar.
18 Con sus estornudos encienden lumbre, Y sus ojos son como los párpados del alba.
19 De su boca salen hachas de fuego, Centellas de fuego proceden.
20 De sus narices sale humo, Como de una olla ó caldero que hierve.
21 Su aliento enciende los carbones, Y de su boca sale llama.
22 En su cerviz mora la fortaleza, Y espárcese el desaliento delante de él.
23 Las partes momias de su carne están apretadas: Están en él firmes, y no se mueven.
24 Su corazón es firme como una piedra, Y fuerte como la muela de abajo.
25 De su grandeza tienen temor los fuertes, Y á causa de su desfallecimiento hacen por purificarse.
26 Cuando alguno lo alcanzare, ni espada, Ni lanza, ni dardo, ni coselete durará.
27 El hierro estima por pajas, Y el acero por leño podrido.
28 Saeta no le hace huir; Las piedras de honda se le tornan aristas.
29 Tiene toda arma por hojarascas, Y del blandir de la pica se burla.
30 Por debajo tiene agudas conchas; Imprime su agudez en el suelo.
31 Hace hervir como una olla la profunda mar, Y tórnala como una olla de ungüento.
32 En pos de sí hace resplandecer la senda, Que parece que la mar es cana.
33 No hay sobre la tierra su semejante, Hecho para nada temer.
34 Menosprecia toda cosa alta: Es rey sobre todos los soberbios.