Mictão de Davi
1 Sl 17.8Guarda-me, ó Deus, porque Sl 7.1em ti me refugiei.
2 A Jeová eu disse: Tu és Senhor meu;
Sl 73.25além de ti, não tenho outro bem.
3 Quanto aos Sl 101.6santos que estão na terra,
eles são os ilustres Sl 119.63nos quais está todo o meu prazer.
4 Muitas serão as Sl 32.10penas daqueles que trocam a Jeová por outros deuses.
Não oferecerei as suas libações de Sl 106.37-38sangue,
nem Êx 23.13;Js 23.7tomarei os seus nomes nos meus lábios.
5 Jeová é a Sl 73.26;119.57;142.5;Lm 3.24porção da minha herança e do meu Sl 23.5cálice.
Tu és da minha Sl 125.3sorte o sustentáculo.
6 As Sl 78.55sortes me caíram em lugares amenos,
Jr 3.19linda é a minha herança.
7 Bendirei a Jeová, que me Sl 73.24aconselha.
Até de Sl 77.6noite me instruem os meus rins.
8 Sl 16.8-11;At 2.25-28Tenho Sl 27.8;123.1-2posto sempre a Jeová diante de mim;
estando ele Sl 73.23;110.5;121.5à minha direita, Sl 112.6não serei abalado.
9 Portanto, está alegre o Sl 4.7;13.5meu coração, e se regozija a Sl 30.12;57.8;108.1minha alegria;
também a minha carne Sl 4.8habitará em segurança.
10 Pois não Sl 49.15;86.13abandonarás a minha alma ao Sheol,
nem At 13.35permitirás que o teu santo veja a corrupção.
11 Far-me-ás conhecer a Sl 139.24;Mt 7.14vereda da vida.
Na tua Sl 21.6;43.4presença, há plenitude de alegria;
na tua destra, há Sl 36.7-8;46.4delícias para sempre.
1 Súplica de Davi. Ouvi, Senhor, uma causa justa! Atendei a meu clamor! Escutai minha prece, de lábios sem malícia.
2 Venha de vós o meu julgamento, e vossos olhos reconheçam que sou íntegro.
3 Podeis sondar meu coração, visitá-lo à noite, prová-lo pelo fogo, não encontrareis iniquidade em mim.
4 Minha boca não pecou, como costumam os homens; conforme as palavras dos vossos lábios, segui os caminhos da lei.
5 Meus passos se mantiveram firmes nas vossas sendas, meus pés não titubearam.
6 Eu vos invoco, pois me atendereis, Senhor; inclinai vossos ouvidos para mim, escutai minha voz.
7 Mostrai a vossa admirável misericórdia, vós que salvais dos adversários os que se acolhem à vossa direita.
8 Guardai-me como a pupila dos olhos, escondei-me à sombra de vossas asas,
9 longe dos pecadores, que me querem fazer violência. Meus inimigos me rodeiam com furor.
10 Seu coração endurecido se fecha à piedade; só têm na boca palavras arrogantes.
11 Eis que agora me cercam, espreitam para me prostrar por terra;
12 qual leão que se atira ávido sobre a presa, e como o leãozinho no seu covil.
13 Levantai-vos, Senhor, correi-lhe ao encontro, derrubai-o; com vossa espada livrai-me do pecador,
14 com vossa mão livrai-me dos homens, desses cuja única felicidade está nesta vida, que têm o ventre repleto de bens, cujos filhos vivem na abundância e deixam ainda aos seus filhos o que lhes sobra.
15 Mas eu, confiado na vossa justiça, contemplarei a vossa face; ao despertar, irei saciar-me com a visão de vosso ser.