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Salmos 48

AVM
A beleza e glória de Sião

Uma canção. Salmo dos filhos de Corá

1 Sl 96.4;145.3;1Cr 16.25Grande é Jeová e mui digno de ser louvado,

Sl 46.4na cidade de nosso Deus, no Sl 2.6;87.1;Is 2.3;Mq 4.1;Zc 8.3seu santo monte.

2 Sl 50.2De bela e alta situação, Lm 2.15alegria da terra toda,

é o monte de Sião aos lados do norte,

Mt 5.35cidade do grande Rei.

3 Nos palácios dela, fez-se Deus conhecer como Sl 46.7alto refúgio.

4 Pois eis que 2Sm 10.6-13os reis se ajuntaram;

juntos marcharam.

5 Eles viram, ficaram então assombrados;

ficaram Êx 15.15conturbados, apressaram-se em fugir.

6 Ali, se apoderou deles o tremor,

dores, como as Is 13.8duma mulher que está de parto.

7 Com um Jr 18.17vento oriental,

1Rs 22.48quebras as 1Rs 10.22;Ez 27.25naus de Társis.

8 Como temos ouvido, assim vimos

na cidade de Jeová dos Exércitos, na cidade de nosso Deus.

Deus a Sl 87.5estabelecerá para sempre. (Selá)

9 Meditamos, ó Deus, Sl 26.3;40.10sobre a tua benignidade,

no meio do teu templo.

10 Como é Dt 28.58;Js 7.9;Ml 1.11o teu nome, ó Deus,

assim é o Sl 65.1-2;100.1teu louvor até os confins da terra.

Is 41.10De retidão está cheia a tua destra.

11 Alegre-se o monte de Sl 97.8Sião;

regozijem-se as filhas de Judá,

por causa dos teus juízos.

12 Dai voltas a Sião, ide ao redor dela;

contai as suas Ne 3.1;11.25-27torres.

13 Notai bem os seus Sl 122.7baluartes;

considerai os seus palácios,

para que o Sl 78.5-7conteis à geração seguinte.

14 Pois este Deus é o nosso Deus para todo o sempre.

É ele quem nos Sl 23.4;Is 58.11guiará até a morte.

1 Ao mestre de canto. Salmo dos filhos de Coré.

2 Escutai, povos todos; atendei, todos vós que habitais a terra,

3 humildes e poderosos, tanto ricos como pobres.

4 Dirão os meus lábios palavras de sabedoria, e o meu coração meditará pensamentos profundos.

5 Ouvirei, atento, as sentenças inspiradas por Deus; depois, ao som da lira, explicarei meu oráculo.

6 Por que ter medo nos dias de infortúnio, quando me cerca a malícia dos meus inimigos?

7 Eles confiam em seus bens, e se vangloriam das grandes riquezas.

8 Mas nenhum homem a si mesmo pode salvar-se, nem pagar a Deus o seu resgate.

9 Caríssimo é o preço da sua alma, jamais conseguirá

10 prolongar indefinidamente a vida e escapar da morte,

11 porque ele verá morrer o sábio, assim como o néscio e o insensato, deixando a outrem os seus bens.

12 O túmulo será sua eterna morada, sua perpétua habitação, ainda que tenha dado a regiões inteiras o seu nome,

13 pois não permanecerá o homem que vive na opulência: ele é semelhante ao gado que se abate.

14 Este é o destino dos que estultamente em si confiam, tal é o fim dos que vivem em delícias.

15 Como um rebanho serão postos no lugar dos mortos; a morte é seu pastor e os justos dominarão sobre eles. Depressa desaparecerão suas figuras, a região dos mortos será sua morada.

16 Deus, porém, livrará minha alma da habitação dos mortos, tomando-me consigo.

17 Não temas quando alguém se torna rico, quando aumenta o luxo de sua casa.

18 Em morrendo, nada levará consigo, nem sua fortuna descerá com ele aos infernos.

19 Ainda que em vida a si se felicitasse: "Hão de te aplaudir pelos bens que granjeaste".

20 Ele irá para a companhia de seus pais, que nunca mais verão a luz.

21 O homem que vive na opulência e não reflete é semelhante ao gado que se abate.

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