Uma canção. Salmo dos filhos de Corá
1 Sl 96.4;145.3;1Cr 16.25Grande é Jeová e mui digno de ser louvado,
Sl 46.4na cidade de nosso Deus, no Sl 2.6;87.1;Is 2.3;Mq 4.1;Zc 8.3seu santo monte.
2 Sl 50.2De bela e alta situação, Lm 2.15alegria da terra toda,
é o monte de Sião aos lados do norte,
Mt 5.35cidade do grande Rei.
3 Nos palácios dela, fez-se Deus conhecer como Sl 46.7alto refúgio.
4 Pois eis que 2Sm 10.6-13os reis se ajuntaram;
juntos marcharam.
5 Eles viram, ficaram então assombrados;
ficaram Êx 15.15conturbados, apressaram-se em fugir.
6 Ali, se apoderou deles o tremor,
dores, como as Is 13.8duma mulher que está de parto.
7 Com um Jr 18.17vento oriental,
1Rs 22.48quebras as 1Rs 10.22;Ez 27.25naus de Társis.
8 Como temos ouvido, assim vimos
na cidade de Jeová dos Exércitos, na cidade de nosso Deus.
Deus a Sl 87.5estabelecerá para sempre. (Selá)
9 Meditamos, ó Deus, Sl 26.3;40.10sobre a tua benignidade,
no meio do teu templo.
10 Como é Dt 28.58;Js 7.9;Ml 1.11o teu nome, ó Deus,
assim é o Sl 65.1-2;100.1teu louvor até os confins da terra.
Is 41.10De retidão está cheia a tua destra.
11 Alegre-se o monte de Sl 97.8Sião;
regozijem-se as filhas de Judá,
por causa dos teus juízos.
12 Dai voltas a Sião, ide ao redor dela;
contai as suas Ne 3.1;11.25-27torres.
13 Notai bem os seus Sl 122.7baluartes;
considerai os seus palácios,
para que o Sl 78.5-7conteis à geração seguinte.
14 Pois este Deus é o nosso Deus para todo o sempre.
É ele quem nos Sl 23.4;Is 58.11guiará até a morte.
1 Ao mestre de canto. Salmo dos filhos de Coré.
2 Escutai, povos todos; atendei, todos vós que habitais a terra,
3 humildes e poderosos, tanto ricos como pobres.
4 Dirão os meus lábios palavras de sabedoria, e o meu coração meditará pensamentos profundos.
5 Ouvirei, atento, as sentenças inspiradas por Deus; depois, ao som da lira, explicarei meu oráculo.
6 Por que ter medo nos dias de infortúnio, quando me cerca a malícia dos meus inimigos?
7 Eles confiam em seus bens, e se vangloriam das grandes riquezas.
8 Mas nenhum homem a si mesmo pode salvar-se, nem pagar a Deus o seu resgate.
9 Caríssimo é o preço da sua alma, jamais conseguirá
10 prolongar indefinidamente a vida e escapar da morte,
11 porque ele verá morrer o sábio, assim como o néscio e o insensato, deixando a outrem os seus bens.
12 O túmulo será sua eterna morada, sua perpétua habitação, ainda que tenha dado a regiões inteiras o seu nome,
13 pois não permanecerá o homem que vive na opulência: ele é semelhante ao gado que se abate.
14 Este é o destino dos que estultamente em si confiam, tal é o fim dos que só vivem em delícias.
15 Como um rebanho serão postos no lugar dos mortos; a morte é seu pastor e os justos dominarão sobre eles. Depressa desaparecerão suas figuras, a região dos mortos será sua morada.
16 Deus, porém, livrará minha alma da habitação dos mortos, tomando-me consigo.
17 Não temas quando alguém se torna rico, quando aumenta o luxo de sua casa.
18 Em morrendo, nada levará consigo, nem sua fortuna descerá com ele aos infernos.
19 Ainda que em vida a si se felicitasse: "Hão de te aplaudir pelos bens que granjeaste".
20 Ele irá para a companhia de seus pais, que nunca mais verão a luz.
21 O homem que vive na opulência e não reflete é semelhante ao gado que se abate.