6 E a sua rival excessivamente a provocava, para a irritar; porque o Senhor lhe tinha cerrado a madre. 7 E assim fazia ele de ano em ano. Sempre que Ana subia à casa do Senhor, a outra a irritava; por isso chorava, e não comia.
10 Ela, pois, com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou abundantemente. 11 E fez um voto, dizendo: Senhor dos Exércitos! Se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas à tua serva deres um filho homem, ao Senhor o darei todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha.
27 Por este menino orava eu; e o Senhor atendeu à minha petição, que eu lhe tinha feito.