1 Vinde, cantemos ao Senhor, com júbilo,
celebremos o Rochedo da nossa salvação.
2 Saiamos ao seu encontro, com ações de graças,
vitoriemo-lo com salmos.
3 Porque o Senhor é o Deus supremo
e o grande Rei acima de todos os deuses.
4 Nas suas mãos estão as profundezas da terra,
e as alturas dos montes lhe pertencem.
5 Dele é o mar, pois ele o fez;
obra de suas mãos, os continentes.
6 Vinde, adoremos e prostremo-nos;
ajoelhemos diante do Senhor, que nos criou.
7 Ele é o nosso Deus, e nós, povo do seu pasto
e ovelhas de sua mão.
Hoje, se ouvirdes a sua voz,
8 não endureçais o coração, como em Meribá,
como no dia de Massá, no deserto,
9 quando vossos pais me tentaram, pondo-me à prova,
não obstante terem visto as minhas obras.
10 Durante quarenta anos, estive desgostado com essa geração
e disse: é povo de coração transviado,
não conhece os meus caminhos.
11 Por isso, jurei na minha ira:
não entrarão no meu descanso.
Almeida Revista e Atualizada© Copyright © 1993 Sociedade Bíblica do Brasil. Todos os direitos reservados. Texto bíblico utilizado com autorização. Saiba mais sobre a Sociedade Bíblica do Brasil www.sbb.org.br. A Sociedade Bíblica do Brasil trabalha para que a Bíblia esteja, efetivamente, ao alcance de todos e seja lida por todos. A SBB é uma entidade sem fins lucrativos, dedicada a promover o desenvolvimento integral do ser humano. Você também pode ajudar a Causa da Bíblia!
1 Venham! Cantemos ao Senhor com alegria! Aclamemos a Rocha da nossa salvação.2 Vamos à presença dele com ações de graças; vamos aclamá-lo com cânticos de louvor.3 Pois o Senhor é o grande Deus, o grande Rei acima de todos os deuses.4 Nas suas mãos estão as profundezas da terra, os cumes dos montes lhe pertencem.5 Dele também é o mar, pois ele o fez; as suas mãos formaram a terra seca.6 Venham! Adoremos prostrados e ajoelhemos diante do Senhor, o nosso Criador;7 pois ele é o nosso Deus, e nós somos o povo do seu pastoreio, o rebanho que ele conduz. Hoje, se vocês ouvirem a sua voz,8 não endureçam o coração, como em Meribá, como aquele dia em Massá, no deserto,9 onde os seus antepassados me tentaram, pondo-me à prova, apesar de terem visto o que eu fiz.10 Durante quarenta anos fiquei irado contra aquela geração e disse: "Eles são um povo de coração ingrato; não reconheceram os meus caminhos".11 Por isso jurei na minha ira: "Jamais entrarão no meu descanso".