Cura para o coração ferido
22 Ĉar mi estas malriĉulo kaj mizerulo, Kaj mia koro estas rompita en mia interno.
Neste mundo marcado por conflitos, o coração frequentemente é uma das primeiras vítimas. Os ataques vêm de todos os lados: ofensas, calúnias, rejeições e circunstâncias que produzem mágoa, rancor e outros sentimentos dolorosos. Algumas pessoas reagem a essas feridas endurecendo o coração; outras sofrem profundamente, a ponto de perderem a esperança. Em ambos os casos, permanecem marcas que não são fáceis de curar.
As enfermidades da alma são uma realidade cada vez mais presente em nossos dias. Sofrimentos que atingem a mente e o coração levam muitas pessoas ao isolamento, ao desânimo e à tristeza. Embora alguns demonstrem uma alegria aparente, ela raramente consegue preencher o vazio de uma alma ferida. Um coração enfermo não afeta apenas quem sofre, mas também aqueles que estão ao seu redor. O abatimento é um dos primeiros sinais de que algo precisa ser tratado no interior (Salmo 42:5).
Deus, porém, oferece a cura para os males que ferem o coração e a alma. Nele encontramos refúgio para a dor, consolo para as lágrimas e paz em meio às aflições. Muitas das inquietações que carregamos se tornam mais leves quando aprendemos a confiar no Senhor e a descansar em Sua soberania, mesmo em meio ao caos deste mundo (1 Timóteo 2:2).
As Escrituras nos encorajam a viver na certeza de que Deus jamais abandona os Seus filhos. Ele é o nosso refúgio e socorro sempre presente. Ainda que a angústia tente nos dominar, somos chamados a lançar sobre Ele nossas preocupações e confiar em Seu cuidado, certos de que Sua paz pode guardar o nosso coração em qualquer circunstância (Salmo 46:10).
O desejo de Deus é restaurar o nosso coração. Ele quer curar as feridas que nos fazem sofrer e libertar-nos dos sentimentos que nos aprisionam. Somente o Senhor tem poder para restaurar a alma, renovar as forças e guardar a nossa vida de todo mal (Salmo 121:7).
Deus lhe abençoe!
“Senhor Jesus, eu não entendo o espinho; mas, se a cruz é o fim deste caminho, dá-me mais graça!” - Paulo Cezar da Silva