1 Senhor, a ti clamo,
apressa-te a mim;
inclina os teus ouvidos à minha voz,
quando a ti clamar.
2 Suba a minha oração
perante a tua face
como incenso,
e as minhas mãos levantadas
sejam como
o sacrifício da tarde.
3 Põe, ó Senhor,
uma guarda à minha boca;
guarda a porta dos meus lábios.
4 Não inclines o meu coração
a coisas más,
a praticar obras más,
com aqueles que praticam
a iniquidade;
e não coma das suas delícias.
5 Fira-me o justo,
será isso uma benignidade;
e repreenda-me,
será um excelente óleo,
que não me quebrará a cabeça;
pois a minha oração também ainda
continuará
nas suas próprias calamidades.
6 Quando os seus juízes forem
derrubados pelos lados da rocha,
ouvirão as minhas palavras,
pois são agradáveis.
7 Os nossos ossos são espalhados
à boca da sepultura
como se alguém fendera
e partira lenha na terra.
8 Mas os meus olhos
te contemplam,
ó Deus o Senhor;
em ti confio;
não desnudes a minha alma.
9 Guarda-me dos laços
que me armaram;
e dos laços corrediços
dos que praticam a iniquidade.
10 Caiam os ímpios
nas suas próprias redes,
até que eu tenha escapado
inteiramente.
Almeida Corrigida Fiel | acf ©️ 1994, 1995, 2007, 2011 Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil (SBTB). Todos os direitos reservados. Texto bíblico utilizado com autorização. Saiba mais sobre a SBTB. A Missão da SBTB é: Uma cópia da Bíblia Fiel ®️ para cada pessoa. Ajude-nos a cumprir nossa Missão!
1 Ó Senhor, eu clamo a ti; vem depressa!
Ouve quando peço tua ajuda.
2 Aceita minha oração, como incenso oferecido a ti,
e minhas mãos levantadas, como oferta da tarde.
3 Assume o controle do que eu digo, Senhor,
e guarda meus lábios.
4 Não permitas que eu me desvie para o mal,
ou me envolva em atos perversos.
Não deixes que eu participe dos banquetes
dos que praticam o mal.
5 Firam-me os justos!
Será um favor!
Se eles me corrigirem, será remédio que dá alívio;
não permitas que eu o recuse.
Contudo, oro constantemente,
contra os perversos e tudo que eles fazem.
6 Quando seus líderes forem lançados num precipício,
ouvirão minhas palavras e saberão que são verdadeiras.
7 Como pedras que o arado traz à superfície,
seus ossos ficarão espalhados, sem que ninguém os enterre.
8 Espero por tua ajuda, Senhor Soberano!
És meu refúgio; não permitas que me matem.
9 Guarda-me das armadilhas que me prepararam,
dos laços dos que praticam o mal.
10 Que os perversos caiam em suas próprias redes,
mas que eu consiga escapar.
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