3As minhas razões provam a sinceridade do meu coração,e os meus lábios proferem o puro saber.
6Eis que vim de Deus,como tu;do barro também eu fui formado.
9Limpo estou, sem transgressão;puro sou, e não tenho iniquidade.
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3As minhas razões provam a sinceridade do meu coração,e os meus lábios proferem o puro saber.
6Eis que vim de Deus,como tu;do barro também eu fui formado.
9Limpo estou, sem transgressão;puro sou, e não tenho iniquidade.
4Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.
5Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo.
9Uns diziam: É este. E outros: Parece-se com ele. Ele dizia: Sou eu.
21Eu mesmo te plantei como vide excelente,uma semente inteiramente fiel;como, pois,te tornaste para mim umaplanta degenerada como vide estranha?
23Como dizes logo: Não estou contaminada nem andei após os baalins?Vê o teu caminho no vale,conhece o que fizeste;dromedária ligeira és,que anda torcendo os seus caminhos.
29Por que contendeis comigo?Todos vós transgredistes contra mim,diz o Senhor.
3Todavia, a mim mui pouco se me dá de ser julgado por vós, ou por algum juízo humano; nem eu tampouco a mim mesmo me julgo.
14Não escrevo estas coisas para vos envergonhar; mas admoesto-vos como meus filhos amados.
16Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores.
16E mamarás o leite dos gentios,e alimentar-te-ás ao peitodos reis; e saberásque eu sou o Senhor,o teu Salvador, e o teu Redentor,o Poderoso de Jacó.
8Portanto Esaú habitou na montanha de Seir; Esaú é Edom.
9Estas, pois, são as gerações de Esaú, pai dos edomeus, na montanha de Seir.
19Estes são os filhos de Esaú, e estes são seus príncipes: Ele é Edom.
1Ao terceiro mês da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no mesmo dia chegaram ao deserto de Sinai,
4Vós tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águias, e vos trouxe a mim;
6E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel.
3Sê tu a minha habitação forte,à qual possa recorrer continuamente.Deste um mandamento que me salva,pois tués a minha rochae a minhafortaleza.
7Sou como um prodígio para muitos,mas tu éso meu refúgio forte.
10Porque os meus inimigos falam contra mim,e osque espiam a minhaalma consultam juntos,
10Ouve, filho meu,e aceita as minhas palavras,e se multiplicarãoos anos da tua vida.
11No caminho da sabedoriate ensinei,e por veredasde retidão te fiz andar.
20Filho meu,atenta para as minhas palavras;às minhas razõesinclina o teu ouvido.
11Dize: Eu sou o vosso sinal. Assim como eu fiz, assim se lhes fará a eles; irão para o exílio em cativeiro.
15Assim saberão que eu sou o …
16… forem; e saberão que eu sou o …
20… desolação; e sabereis que eu sou o …
1Jó, porém, respondeu, dizendo:
4A quem proferiste palavras,e de quem é o espíritoque saiu de ti?
9Encobre a face do seu trono,e sobre ele estende a sua nuvem.
1E quando o Senhor entendeu que os fariseus tinham ouvido que Jesus fazia e batizava mais discípulos do que João
9Disse-lhe, pois, a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não se comunicam com os samaritanos).
26Jesus disse-lhe: Eu o sou, eu que falo contigo.
29Vinde, vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Porventura não é este o Cristo?
27Eis que eu sou o Senhor, o Deus de toda a carne; acaso haveria alguma coisa demasiado difícil para mim?
3Tudo quanto se move, que é vivente, será para vosso mantimento; tudo vos tenho dado como a erva verde.
9E eu, eis que estabeleço a minha aliança convosco e com a vossa descendência depois de vós.
13O meu arco tenho posto nas nuvens; este será por sinal da aliança entre mim e a terra.
3Rompamos as suas ataduras,e sacudamos de nós as suas cordas.
6Eu, porém, ungi o meu Reisobre o meu santo monte de Sião.
7Proclamarei o decreto:O Senhor me disse:Tu és meu Filho,eu hoje te gerei.
1Então respondeu Jó ao Senhor, dizendo:
2Bem sei euque tudo podes,e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido.
5Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi,mas agora te veem os meus olhos.
10Caireis à espada, e nos confins de Israel vos julgarei; e sabereis que eu sou o Senhor.
12E sabereis que eu sou o …
12Como caíste desde o céu,ó Lúcifer, filho daalva! Como fostecortado por terra,tu que debilitavas as nações!
14Subirei sobre as alturasdas nuvens, eserei semelhante ao Altíssimo.
32Que se responderá, pois,aos mensageiros da nação?Que o Senhor fundou a Sião,para que os opressos do seupovo nela encontrem refúgio.
7O mundo não vos pode odiar, mas ele me odeia a mim, porquanto dele testifico que as suas obras são más.
8Subi vós a esta festa; eu não subo ainda a esta festa, porque ainda o meu tempo não está cumprido.
28Clamava, pois, Jesus no templo, ensinando, e dizendo: Vós conheceis-me, e sabeis de onde sou; e eu não vim de mim mesmo, mas aquele que me enviou é verdadeiro, o qual vós não conheceis.
29Mas eu conheço-o, porque dele sou e ele me enviou.
18Oh! Se eu pudesse consolar-me na minha tristeza!O meu coração desfalece em mim.
19Eis a voz do clamor dafilha do meu povo de terra mui remota;não está o Senhor em Sião?Não está nela o seu rei?Por que me provocaram à iracom as suas imagens de escultura,com vaidades estranhas?
21Estou quebrantado pela ferida da filha do meu povo;ando de luto; o espanto se apoderou de mim.