1Senhor, ouve a minha oração,e chegue a ti o meu clamor.
5Por causa da vozdo meu gemido os meus ossosse apegam à minha pele.
20Para ouvir o gemido dos presos,para soltaros sentenciados à morte;
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1Senhor, ouve a minha oração,e chegue a ti o meu clamor.
5Por causa da vozdo meu gemido os meus ossosse apegam à minha pele.
20Para ouvir o gemido dos presos,para soltaros sentenciados à morte;
9Porque este é um povo rebelde,filhos mentirosos,filhos que não queremouvir a lei do Senhor.
21E os teus ouvidos ouvirão a palavra do que está por detrás de ti, dizendo: Este é o caminho, andai nele, sem vos desviardes nem para a direita nem para a esquerda.
30E o Senhor fará ouvir asua voz majestosae fará ver o abaixamentodo seu braço, com indignação de ira,e labareda de fogo consumidor,raios e dilúvioe pedras de saraiva.
7Ri-se do ruído da cidade;não ouve os muitos gritos do condutor.
12Ou fiarás deleque te torne o que semeastee o recolha na tua eira?
25Ao soar das trombetas diz:Eia! E cheira de longe a guerra,e o trovão dos capitães,e o alarido.
7Porque melhor é quete digam: Sobe aqui;do que seres humilhado diante dopríncipe que os teus olhos já viram.
10Para que não tedesonre o que o ouvir,e a tua infâmia nãose aparte de ti.
12Como pendentes de ouroe gargantilhasde ouro fino,assim é o sábio repreensorpara o ouvido atento.
1Dá ouvidos às minhas palavras,ó Senhor,atende à minha meditação.
2Atende à voz do meu clamor,Rei meu e Deus meu,pois a ti orarei.
3Pela manhã ouvirás a minha voz,ó Senhor;pela manhã apresentarei a tia minha oração,e vigiarei.
3Mas que fareis vós no dia da visitação,e na desolação,que há de vir de longe? A quem recorrereispara obter socorro,e onde deixareis a vossa glória,
25Porque daqui a bem pouco se cumprirá a minha indignação e a minha ira, para a consumir.
30Clama alto com a tua voz,ó filha de Galim! Ouve, ó Laís! Ó tu pobre Anatote!
1Chama agora;há alguémque te responda?E para qual dos santos te virarás?
25Também saberásque se multiplicará a tua descendênciae a tua posteridadecomo a erva da terra,
27Eis que isto já o havemos inquirido,e assim é;ouve-o, e medita nissopara teu bem.
9O que desvia os seus ouvidosde ouvir a lei,até a sua oração será abominável.
14Bem-aventurado o homemque continuamente teme;mas o que endureceo seu coração cairá no mal.
23O que repreende o homem gozarádepois mais amizade do que aqueleque lisonjeia com a língua.
1A ti, ó Deus, espera o louvor em Sião,e a tise pagará o voto.
2Ó tu que ouves as orações,a ti virá toda a carne.
7O que aplaca o ruído dos mares, o ruído das suas ondas,e o tumultodos povos.
1O desertoe o lugar solitário se alegrarão disto;e o ermo exultaráe florescerá como a rosa.
5Então os olhosdos cegos serão abertos,e os ouvidosdos surdos se abrirão.
6Então os coxos saltarãocomo cervos, e a línguados mudos cantará;porque águas arrebentarãono deserto e ribeiros no ermo.
2Tenho ouvido muitas coisascomo estas;todos vós sois consoladores molestos.
3Porventura não terão fim essas palavras de vento?Ou o que te irrita,para assim responderes?
6Se eu falar, a minha dor não cessa,e, calando-me eu, qual é o meu alívio?
1Ó Senhor, ouve a minha oração,inclina os ouvidosàs minhas súplicas;escuta-me segundo a tua verdade,e segundo a tua justiça.
7Ouve-me depressa, ó Senhor;o meu espírito desmaia.Não escondas de mim a tua face,para que não seja semelhanteaos que descem à cova.
8Faze-me ouvir a tua benignidadepela manhã,pois em ti confio;faze-me saber o caminhoque devo seguir,porque a ti levanto a minha alma.
10Ensina-me a fazer a tua vontade,pois és o meu Deus.O teu Espírito é bom;guie-me por terra plana.
15O caminho do insensato éreto aos seus próprios olhos,mas o que dá ouvidos ao conselho é sábio.
16A ira do insensato seconhece no mesmo dia,mas o prudente encobre a afronta.
23O homem prudenteencobre o conhecimento,mas o coração dos tolosproclama a estultícia.
1Ai da terra que ensombreiacom as suas asas,que está além dos rios da Etiópia.
3Vós, todos os habitantes do mundo,e vós os moradores da terra,quando se arvorar a bandeira nos montes,o vereis; e quando setocar a trombeta, o ouvireis.
4Porque assim me disse o Senhor:Estarei quieto,olhando desde a minha morada,como o ardor do sol resplandecentedepois da chuva,como a nuvem do orvalho no calor da sega.
7Eis que clamo: Violência!Porém não sou ouvido. Grito:Socorro!Porém não há justiça.
15Os meus domésticose as minhas servas me reputaramcomo um estranho,e vim a ser um estrangeiro aos seus olhos.
23Quem me dera agora,que as minhas palavras fossem escritas!Quem me dera,fossem gravadas num livro!
2Ouve a voz das minhas súplicas,quando a ti clamar,quando levantar as minhas mãospara o teu santo oráculo.
6Bendito seja o Senhor,porque ouviu a vozdas minhas súplicas.
8O Senhor é a força do seu povo;também é a força salvadorado seu ungido.
5Ouvi a palavra do Senhor,os que tremeisda sua palavra. Vossos irmãos,que vos odeiame quepara longe vos lançam por amordo meu nome, dizem:Seja glorificado o Senhor,para que vejamos a vossa alegria;mas elesserãoconfundidos.
6Uma voz de grande rumor viráda cidade, uma vozdo templo, a voz do Senhor,que dá o pago aosseus inimigos.
8Quem jamais ouviu talcoisa? Quem viu coisassemelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma naçãode uma só vez?Mas Sião estevede partoe já deuà luz seusfilhos.
9O óleo e o perfumealegram o coração;assim o faz a doçura do amigopelo conselho cordial.
12O avisado vê o male esconde-se;mas os simples passame sofrem a pena.
23Procura conhecer o estadodas tuas ovelhas;põe o teu coração sobre os teus rebanhos,
11Se o ouvirem,e o servirem,acabarão seus dias em bem,e os seus anos em delícias.
12Porém se não o ouvirem,à espada serão passados,e expirarão sem conhecimento.
15Ao aflito livra da sua aflição,e na opressão se revela aos seus ouvidos.
6Já estou cansado do meu gemido,toda a noite faço nadara minha cama;molho o meu leitocom as minhas lágrimas,
8Apartai-vos de mim todosos que praticais a iniquidade;porque o Senhor já ouviua voz do meu pranto.
9O Senhor já ouviu a minha súplica;o Senhor aceitará a minha oração.