2Ele se cobrede luz como de um vestido,estendeos céus como uma cortina.
5Lançou os fundamentos da terra;elanão vacilará em tempo algum.
23Então sai o homemà sua obra e ao seu trabalho,até à tarde.
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2Ele se cobrede luz como de um vestido,estendeos céus como uma cortina.
5Lançou os fundamentos da terra;elanão vacilará em tempo algum.
23Então sai o homemà sua obra e ao seu trabalho,até à tarde.
9Os príncipes continham as suas palavras,e punham a mãosobre a sua boca;
16Dos necessitados era pai,e as causas de que eu não tinha conhecimento inquiriacom diligência.
23Porque me esperavam,como à chuva;e abriam a sua boca,como à chuva tardia.
3Se forem destruídosos fundamentos,que poderá fazer o justo?
5O Senhor prova o justo;porém ao ímpio e ao que amaa violência odeia a sua alma.
6Sobre os ímpios fará choverlaços, fogo, enxofree vento tempestuoso;isto será a porção do seu copo.
18O homem iracundosuscita contendas,mas o que tarda em irar-seapaziguará a luta.
20O filho sábio alegra seu pai,mas o homem insensatodespreza a sua mãe.
27O que agir com avarezaperturba a sua casa,mas o que odeiapresentes viverá.
3Porventura não terão fim essas palavras de vento?Ou o que te irrita,para assim responderes?
11Entrega-me Deus ao perverso,e nas mãos dos ímpios me faz cair.
15Cosi sobre a minha pele o cilício,e revolvi a minha cabeça no pó.
3Em qualquer tempo em que eu temer,confiarei em ti.
5Todos os dias torcem as minhas palavras;todos os seuspensamentos são contra mimpara o mal.
6Ajuntam-se, escondem-se,marcam os meus passos,como aguardando aminha alma.
15Mais preciosa é do que os rubis,e tudo o que maispossas desejar não sepode comparar a ela.
19O Senhor, com sabedoriafundou a terra;com entendimentopreparou os céus.
25Não temas o pavor repentino,nem a investidados perversos quando vier.
15Estão pasmados,não respondem mais,faltam-lhes as palavras.
18Porque estou cheio de palavras;o meu espírito me constrange.
19Eis que dentro de mim soucomo o mosto,sem respiradouro,prestes a arrebentar,como odres novos.
3Porquanto os meus inimigosvoltaram atrás,caíram e pereceramdiante da tua face.
7Mas o Senhor está assentadoperpetuamente;já preparou o seu tribunal para julgar.
16O Senhor é conhecidopelo juízo que fez;enlaçado foi o ímpionas obras de suas mãos.(Higaiom; Selá.)
8Vomitarás o bocado que comeste,e perderásas tuas suaves palavras.
19Ouve tu, filho meu,e sê sábio,e dirige no caminho o teu coração.
31Não olhes para o vinhoquando se mostra vermelho,quando resplandece no copoe se escoa suavemente.
17Quando quer,move a sua caudacomo cedro;os nervos das suas coxas estão entretecidos.
22As árvores sombrias o cobrem,com sua sombra;os salgueiros do ribeiro o cercam.
23Eis que um rio transborda,e ele não se apressa,confiando aindaque o Jordão se levante até à sua boca.
3O mar viu isto, e fugiu;o Jordão voltou para trás.
7Treme, terra,na presença do Senhor,na presença do Deus de Jacó.
8O qual converteu o rochedo em lago de águas,e o seixo em fonte de água.
1Como a neve no verão,e como a chuva na sega,assim não fica bempara o tolo a honra.
21Como o carvão para as brasas,e a lenha para o fogo,assim é o homem contenciosopara acender rixas.
22As palavras do intrigantesão como feridas;elas descem ao maisíntimo do ventre.
24Quebranta aos fortes,sem que se possa inquirir,e põe outros em seu lugar.
26Ele os batecomo ímpios que são, à vista dos espectadores;
35Jó falou sem conhecimento;e às suas palavras falta prudência.
5Aquele que por entendimentofez os céus;porque a sua benignidadedura para sempre.
6Aquele que estendeu a terrasobre as águas;porque a sua benignidadedura para sempre.
10O que feriu o Egitonos seus primogênitos;porque a sua benignidadedura para sempre;
2Na verdade eu souo mais bruto dos homens,nem mesmo tenhoo conhecimento de homem.
13Há uma geração cujosolhos são altivos,e as suas pálpebrassão sempre levantadas.
21Por três coisas sealvoroça a terra;e por quatro que não pode suportar:
9Não reprovará perpetuamente,nempara sempre reterá a sua ira.
15Quanto ao homem,os seus dias são como a erva,comoa flor do campo assim floresce.
16Passando por ela o vento,logo se vai,e o seu lugarnão será mais conhecido.
3O prudente prevê o mal,e esconde-se;mas os simples passame acabam pagando.
8O que semear a perversidadesegará males;e com a vara da sua própriaindignação será extinto.
29Viste o homem diligente na sua obra?Perante reis será posto;não permaneceráentre os de posição inferior.
5Bem-aventuradoo homem cuja força está em ti,em cujo coração estãoos caminhos aplanados.
6Que, passando pelo vale de Baca,faz dele uma fonte;a chuvatambém enche os tanques.
12Senhor dos Exércitos, bem-aventurado o homem que em ti põe a sua confiança.
4Para dar aos simples,prudência, e aos moços,conhecimento e discernimento;
16Porque os seus péscorrem para o mal,e se apressam a derramar sangue.
20A sabedoria clama lá fora;pelas ruas levanta a sua voz.