6Dai bebida forte ao queestá prestes a perecer,e o vinho aos amarguradosde espírito.
19Estende as suas mãos ao fuso,e suas mãos pegam na roca.
21Não teme a neve na sua casa,porque todaa sua família estávestida de escarlata.
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6Dai bebida forte ao queestá prestes a perecer,e o vinho aos amarguradosde espírito.
19Estende as suas mãos ao fuso,e suas mãos pegam na roca.
21Não teme a neve na sua casa,porque todaa sua família estávestida de escarlata.
25Quem abriupara a inundação um leito,e um caminhopara os relâmpagos dos trovões,
28A chuva porventura tem pai?Ou quem gerou as gotas do orvalho?
30Como debaixo de pedra as águas se endurecem,e a superfície do abismo se congela.
10Os quais pereceram em Endor;tornaram-se como estrume para a terra.
13Deus meu, faze-os como um tufão,comoa aresta diante do vento.
15Assim os perseguecom a tua tempestade,e os assombracom o teu redemoinho.
14O que no seu coraçãocomete deslize,se enfada dos seus caminhos,mas o homem bomfica satisfeitocom o seu proceder.
15O simples dá créditoa cada palavra,mas o prudente atentapara os seus passos.
29O que tarda em irar-se égrande em entendimento,mas o que é de espíritoimpaciente mostraa sua loucura.
8Pelas chuvas das montanhas são molhados e,não tendo refúgio,abraçam-secom as rochas.
19A secura e o calor desfazem as águas da neve;assim desfará a sepultura aos que pecaram.
25Se agora não é assim, quem me desmentiráe desfará as minhas razões?
6Sou semelhante ao pelicano no deserto;sou como um mocho nas solidões.
7Vigio,sou como o pardal solitáriono telhado.
23Abateu a minha forçano caminho;abreviou os meus dias.
5A justiça do sinceroendireitará o seu caminho,mas o perversopela sua falsidade cairá.
7Morrendo o homem perversoperece sua esperança,e acaba-se a expectaçãode riquezas.
27O que cedo busca o bem,busca favor,mas o que procura o mal,esse lhe sobrevirá.
2Quanto a mim, os meus pés quase que se desviaram;pouco faltoupara que escorregassemos meus passos.
7Os olhos deles estão inchados de gordura;eles têm mais doque o coração podia desejar.
8São corrompidos e tratam maliciosamente de opressão;falam arrogantemente.
8A região montanhosa é o seu pasto,e anda buscando tudoque está verde.
20Ou espantá-lo-ás,como ao gafanhoto?Terrível é o fogoso respirar das suas ventas.
29Dali descobre a presa;seus olhos a avistam de longe.
6As palavras dos ímpios sãociladas para derramar sangue,mas a boca dos retosos livrará.
16A ira do insensato seconhece no mesmo dia,mas o prudente encobre a afronta.
25A ansiedade no coraçãodeixa o homem abatido,mas uma boa palavra o alegra.
2Antes tem o seu prazerna lei do Senhor,e na sua lei meditade dia e de noite.
3Pois será como a árvore plantadajunto a ribeiros de águas,a qual dá o seu frutono seu tempo;as suas folhas não cairão,e tudo quanto fizerprosperará.
4Não são assim os ímpios;mas são como a moinhaque o vento espalha.
6O que sacode a terra do seu lugar,e as suas colunas estremecem.
18Não me permite respirar,antes me farta de amarguras.
30Ainda que me lavecom água de neve,e purifique as minhas mãoscom sabão,
3O prudente prevê o mal,e esconde-se;mas os simples passame acabam pagando.
13Diz o preguiçoso:Um leão está lá fora;serei morto no meio das ruas.
29Viste o homem diligente na sua obra?Perante reis será posto;não permaneceráentre os de posição inferior.
3Porquanto os meus inimigosvoltaram atrás,caíram e pereceramdiante da tua face.
16O Senhor é conhecidopelo juízo que fez;enlaçado foi o ímpionas obras de suas mãos.(Higaiom; Selá.)
18Porque o necessitado não seráesquecido para sempre,nem a expectação dos pobresperecerá perpetuamente.
13Na prosperidade gastam os seus dias,e num momento descem à sepultura.
23Um morre na força da sua plenitude,estando inteiramente sossegado e tranquilo.
30Que o mau é preservadopara o dia da destruição;e arrebatado no dia do furor?
4Sustentaste os meus olhos acordados;estou tão perturbadoque não posso falar.
17As nuvens lançaram água,os céus deram um som;astuas flechas correramde uma para outra parte.
18A vozdo teu trovão estava no céu;os relâmpagos iluminaram o mundo;a terrase abalou e tremeu.
4As tuas palavras firmaram os que tropeçavame os joelhos desfalecentes tens fortalecido.
12Uma coisa me foi trazida em segredo;e os meus ouvidos perceberam um sussurro dela.
20Desde a manhãaté à tarde são despedaçados;e eternamente perecemsem que disso se faça caso.
1Como a neve no verão,e como a chuva na sega,assim não fica bempara o tolo a honra.
16Mais sábio é o preguiçosoa seus próprios olhosdo que sete homensque respondem bem.
22As palavras do intrigantesão como feridas;elas descem ao maisíntimo do ventre.
2Suba a minha oraçãoperante a tua facecomo incenso,e as minhas mãos levantadassejam comoo sacrifício da tarde.
7Os nossos ossos são espalhadosà boca da sepulturacomo se alguém fenderae partira lenha na terra.
10Caiam os ímpiosnas suas próprias redes,até que eu tenha escapadointeiramente.
12Estando ainda no seu verdor,ainda que não cortada,todavia antes de qualquer outra erva se seca.
14Cuja esperança fica frustrada;e a sua confiança será como a teia de aranha.
16Ele é viçoso perante o sol,e os seus renovos saemsobre o seu jardim;