9Mais comprida é a sua medida do que a terra,e mais larga do que o mar.
10Se ele passar,aprisionar,ou chamar a juízo, quem o impedirá?
13Se tu preparares o teu coração,e estenderes as tuas mãos para ele;
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9Mais comprida é a sua medida do que a terra,e mais larga do que o mar.
10Se ele passar,aprisionar,ou chamar a juízo, quem o impedirá?
13Se tu preparares o teu coração,e estenderes as tuas mãos para ele;
24O soberbo e presumido,zombador é o seu nome,trata com indignaçãoe soberba.
27O sacrifício dos ímpiosjá é abominação;quanto mais oferecendo-ocom má intenção!
29O homem ímpio endurece o seu rosto;mas o reto considerao seu caminho.
4O meu coração está dolorido dentro de mim,e terroresda morte caíramsobre mim.
8Apressar-me-ia a escapar da fúriado vento e da tempestade.
21As palavrasda sua boca eram mais macias do que a manteiga,mas havia guerra no seu coração:as suas palavraseram mais brandas do que o azeite;contudo, eram espadasdesembainhadas.
24O seu coração é firmecomo uma pedrae firme como a mó de baixo.
31As profundezas faz ferver,como uma panela;torna o marcomo uma vasilha de unguento.
33Na terra não há coisaque se lhe possa comparar,pois foi feito para estar sem pavor.
3O prudente prevê o mal,e esconde-se;mas os simples passame acabam pagando.
5Espinhos e laços háno caminho do perverso;o que guarda a sua almaretira-se para longe dele.
29Viste o homem diligente na sua obra?Perante reis será posto;não permaneceráentre os de posição inferior.
4Sustentaste os meus olhos acordados;estou tão perturbadoque não posso falar.
17As nuvens lançaram água,os céus deram um som;astuas flechas correramde uma para outra parte.
18A vozdo teu trovão estava no céu;os relâmpagos iluminaram o mundo;a terrase abalou e tremeu.
8Prende as águas nas suas nuvens,todavia a nuvem não se rasga debaixo delas.
9Encobre a face do seu trono,e sobre ele estende a sua nuvem.
10Marcou um limitesobre a superfície das águas em redor,até aos confins da luz e das trevas.
1Quando te assentaresa comer com um governador,atenta bempara o que é postodiante de ti,
31Não olhes para o vinhoquando se mostra vermelho,quando resplandece no copoe se escoa suavemente.
33Os teus olhos olharãopara as mulheres estranhas,e o teu coraçãofalará perversidades.
3Senhor meu Deus, se eu fiz isto,se há perversidade nas minhas mãos,
15Cavou um poço e o fez fundo,e caiu na cova que fez.
16A sua obra cairásobre a sua cabeça;e a sua violência descerásobre a sua própria cabeça.
3Que, enquanto em mim houver alento,e o sopro de Deus nas minhas narinas,
9Porventura Deus ouvirá o seu clamor,sobrevindo-lhe a tribulação?
20Pavores se apoderam dele como águas;de noite o arrebata a tempestade.
4Para dar aos simples,prudência, e aos moços,conhecimento e discernimento;
16Porque os seus péscorrem para o mal,e se apressam a derramar sangue.
20A sabedoria clama lá fora;pelas ruas levanta a sua voz.
2Um dia faz declaraçãoa outro dia,e uma noite mostra sabedoriaa outra noite.
5O qual é como um noivoque sai do seu tálamo,e se alegra como um herói,a correr o seu caminho.
6A sua saída é desdeuma extremidade dos céus,e o seu curso até à outra extremidade,e nada se esconde ao seu calor.
13Na prosperidade gastam os seus dias,e num momento descem à sepultura.
20Seus olhos verão a sua ruína,e ele beberá do furor do Todo-Poderoso.
30Que o mau é preservadopara o dia da destruição;e arrebatado no dia do furor?
12Para te afastar do mau caminho,e do homem que falacoisas perversas;
15Cujas veredas são tortuosase que se desviamnos seus caminhos;
22Mas os ímpios serão arrancados da terra,e os transgressores serão dela exterminados.
5Bem-aventuradoo homem cuja força está em ti,em cujo coração estãoos caminhos aplanados.
6Que, passando pelo vale de Baca,faz dele uma fonte;a chuvatambém enche os tanques.
12Senhor dos Exércitos, bem-aventurado o homem que em ti põe a sua confiança.
7Os seus passos firmes se estreitarão,e o seu próprio conselho o derrubará.
12Será faminto o seu vigor,e a destruição está pronta ao seu lado.
16Por baixo se secarão as suas raízese por cima serão cortados os seus ramos.
2Antes no coração forjais iniquidades;sobre a terrapesais aviolência das vossasmãos.
7Escorram como águas que correm constantemente.Quando ele armar as suas flechas,fiquem feitasem pedaços.
9Antes que as vossaspanelas sintam o calor dos espinhos,como por umredemoinho osarrebatará ele,vivo eem indignação.
14O que no seu coraçãocomete deslize,se enfada dos seus caminhos,mas o homem bomfica satisfeitocom o seu proceder.
15O simples dá créditoa cada palavra,mas o prudente atentapara os seus passos.
29O que tarda em irar-se égrande em entendimento,mas o que é de espíritoimpaciente mostraa sua loucura.
8A região montanhosa é o seu pasto,e anda buscando tudoque está verde.
24Agitando-se e indignando-se,serve a terra,e não faz caso do som da trombeta.
29Dali descobre a presa;seus olhos a avistam de longe.
6Nada acrescentesàs suas palavras,para que não te repreendae sejas achado mentiroso.
21Por três coisas sealvoroça a terra;e por quatro que não pode suportar:
24Estas quatro coisas sãodas menores da terra,porém bem providasde sabedoria: