6Não comas o pão daqueleque tem o olhar maligno,nem cobices as suas iguarias gostosas.
27Porque cova profundaé a prostituta,e poço estreito a estranha.
33Os teus olhos olharãopara as mulheres estranhas,e o teu coraçãofalará perversidades.
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6Não comas o pão daqueleque tem o olhar maligno,nem cobices as suas iguarias gostosas.
27Porque cova profundaé a prostituta,e poço estreito a estranha.
33Os teus olhos olharãopara as mulheres estranhas,e o teu coraçãofalará perversidades.
1Em ti, Senhor, confio;nunca seja eu confundido.
10Porque os meus inimigos falam contra mim,e osque espiam a minhaalma consultam juntos,
13Sejam confundidos e consumidos os que são adversários da minha alma;cubram-se deopróbrio ede confusãoaqueles queprocuram o meu mal.
2Porque o seu coraçãomedita a rapina,e os seus lábios falam a malícia.
8Àquele que cuidaem fazer mal,chamá-lo-ão de pessoa danosa.
17Quando cair o teu inimigo,não te alegres,nem se regozije o teu coraçãoquando ele tropeçar;
4Tristezas de morte me cercaram,e torrentes de impiedademe assombraram.
5Tristezas do inferno me cingiram,laços de morteme surpreenderam.
40Deste-me também o pescoçodos meus inimigospara que eu pudesse destruiros que me odeiam.
7Ele reserva a verdadeirasabedoria para os retos.Escudo é para os quecaminham na sinceridade,
14Que se alegramde fazer mal,e folgam com as perversidades dos maus,
15Cujas veredas são tortuosase que se desviamnos seus caminhos;
2Derramei a minha queixaperante a sua face;expus-lhe a minha angústia.
3Quando o meu espíritoestava angustiado em mim,então conheceste a minha vereda.No caminho em que eu andava,esconderam-me um laço.
6Atende ao meu clamor;porque estou muito abatido.Livra-me dos meus perseguidores;porque são mais fortes do que eu.
9Para que não dês a outros a tua honra,e não entregues a cruéisos teus anos de vida;
12E então digas: Comoodiei a correção!E o meu coraçãodesprezou a repreensão!
20E por que, filho meu,te deixarias atrair por outra mulher,e te abraçarias ao peito de uma estranha?
14Justiça e juízo sãoa base do teu trono;misericórdiae verdade irão adiante do teu rosto.
39Abominaste a aliançado teu servo;profanaste a sua coroa,lançando-a por terra.
41Todos osque passam pelo caminho o despojam;é um opróbriopara os seus vizinhos.
7Clamaste na angústia,e te livrei;respondi-te no lugar ocultodos trovões;provei-te nas águas de Meribá.(Selá.)
13Oh!Se o meu povo me tivesse ouvido!Se Israel andassenos meus caminhos!
16E o sustentaria com o trigo mais fino,e o fartariacom o mel saído da rocha.
5Por que temerei eu nos dias maus,quando me cercar a iniquidadedos que me armam ciladas?
7Nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão,ou dar aDeus o resgate dele
13Este caminho deles é a sua loucura;contudo a sua posteridade aprova as suas palavras.(Selá.)
9Emudeci; não abro a minha boca,porquanto tu o fizeste.
10Tira de sobre mim a tua praga;estou desfalecidopelo golpe da tua mão.
11Quando castigas o homem,com repreensões por causa da iniquidade,fazes comque a sua beleza se consuma como a traça;assim todohomem é vaidade.(Selá.)
2Filhos dos homens, até quandoconvertereis a minha glóriaem infâmia?Até quando amareis a vaidadee buscareis a mentira? (Selá.)
5Oferecei sacrifícios de justiça,e confiai no Senhor.
6Muitos dizem:Quem nos mostrará o bem?Senhor, exalta sobre nósa luz do teu rosto.
6Já estou cansado do meu gemido,toda a noite faço nadara minha cama;molho o meu leitocom as minhas lágrimas,
7Já os meus olhos estãoconsumidos pela mágoa,e têm-se envelhecido por causade todos os meus inimigos.
10Envergonhem-se e perturbem-setodos os meus inimigos;tornem atrás e envergonhem-senum momento.
2Que pensa o mal no coração;continuamente se ajuntampara a guerra.
9Quanto à cabeça dos que me cercam,cubra-os a maldadedos seus lábios.
11Não terá firmeza na terrao homem de má língua;o mal perseguirá o homem violentoaté que seja desterrado.
8Bom e reto é o Senhor;por isso ensinará o caminhoaos pecadores.
12Qual é o homemque teme ao Senhor?Ele o ensinará no caminhoque deve escolher.
19Olha para os meus inimigos,pois se vão multiplicandoe me odeiam com ódio cruel.
1A transgressão do ímpio diz no íntimo do meu coração:Não há temorde Deus peranteos seus olhos.
2Porque em seus olhos se lisonjeia,até que asua iniquidadese descubra serdetestável.
3As palavras da sua boca são malícia e engano;deixou de entendere de fazero bem.
7À tua repreensão fugiram;à vozdo teu trovãose apressaram.
29Escondes o teu rosto,e ficam perturbados;se lhes tiras o fôlego, morrem,e voltampara o seu pó.
35Desapareçam da terra os pecadores,e os ímpiosnão sejam mais.Bendize, ó minha alma, ao Senhor.Louvai ao Senhor.
13Guarda a tua língua do mal,e os teus lábiosde falarem o engano.
16A face do Senhorestá contra os que fazem o mal,para desarraigarda terra a memória deles.
21A malícia matará o ímpio,e os que odeiam ojusto serão punidos.
1Junto aos rios da Babilônia,ali nos assentamos e choramos,quando nos lembramos de Sião.
8Ah! Filha de Babilônia,que vais ser assolada;feliz aquele que te retribuiro pago que tu nos pagaste a nós.
9Feliz aquele que pegarem teus filhose der com eles nas pedras.
2Esconde-me do secreto conselho dos maus,e do tumultodos que praticama iniquidade.
4A fim de atirarem em lugar oculto aoque é íntegro;disparam sobreele repentinamente,e não temem.
5Firmam-se em mau intento;falam de armar laços secretamente,e dizem:Quem os verá?