10Pelo sopro de Deus se dá a geada,e as largas águas se congelam.
13Seja que por vara,ou para a sua terra,ou por misericórdia as faz vir.
16Tens tu notícia do equilíbrio das grossas nuvense das maravilhas daqueleque é perfeito nos conhecimentos?
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10Pelo sopro de Deus se dá a geada,e as largas águas se congelam.
13Seja que por vara,ou para a sua terra,ou por misericórdia as faz vir.
16Tens tu notícia do equilíbrio das grossas nuvense das maravilhas daqueleque é perfeito nos conhecimentos?
2Por que está vermelha a tua vestidura,e as tuas roupascomo as daqueleque pisa no lagar?
9… da antiguidade.
11… da antiguidade, de Moisés, …
13Aquele que os guioupelos abismos, como o cavalono deserto, de modoque nunca tropeçaram?
14Como o animal que desceao vale, o Espíritodo Senhor lhes deu descanso;assim guiaste ao teu povo,para te fazeresum nome glorioso.
16… nosso Redentor desde aantiguidade …
6Fazes com que ele tenha domíniosobre as obras das tuas mãos;tudo puseste debaixo de seus pés:
7Todas as ovelhas e bois,assim como os animais do campo,
8As aves dos céus,e os peixes do mar,e tudo o que passapelas veredas dos mares.
12Ela só lhe faz bem, e não mal,todos os dias da sua vida.
13Busca lã e linho,e trabalha de boavontade com suas mãos.
23Seu marido éconhecido nas portas,e assenta-seentre os anciãos da terra.
5Antes vos fortaleceriacom a minha boca,e a consolação dos meus lábios abrandaria a vossa dor.
14Fere-me com ferimentosobre ferimento;arremete contra mimcomo um valente.
22Porque decorridos poucos anos,eu seguirei o caminho por onde não tornarei.
3As primeiras coisas desde a antiguidade as anunciei;da minha boca saíram,e eu as fiz ouvir;apressadamente as fiz,e aconteceram.
7Agora são criadas,e não de há muito,e antes deste dianão as ouviste, paraque porventura não digas:Eis que eu já as sabia.
22Mas os ímpiosnão têm paz,diz o Senhor.
3Ainda que as águas rujam e se perturbem,ainda que os montesse abalem pela sua braveza.(Selá.)
4Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus,o santuáriodas moradasdo Altíssimo.
8Vinde, contemplai as obras do Senhor;que desolações tem feitona terra!
12A esperança adiadadesfalece o coração,mas o desejo atendido é árvore de vida.
15O bom entendimento favorece,mas o caminhodos prevaricadores é áspero.
24O que não faz usoda vara odeia seu filho,mas o que o ama,desde cedo o castiga.
23Porque atécom as pedras do campo terás o teu acordo,e as feras do campo serão pacíficas contigo.
25Também saberásque se multiplicará a tua descendênciae a tua posteridadecomo a erva da terra,
26Na velhice irás à sepultura,como se recolhe o feixe de trigo a seu tempo.
26Porventura não ouvisteque já há muito tempo eu fiz isto,e já desde os dias antigos o tinha formado? Agoraporém o fiz vir,para que tu fosses oque destruísse as cidades fortificadas,e as reduzisse a montõesde ruínas.
27Por isso os seus moradores,dispondo de pouca força,andaram atemorizadose envergonhados;tornaram-se como a ervado campo, e a relva verde,e o feno dos telhados,e o trigo queimado antesda seara.
34Pelo caminho por onde vier,por esse voltará;porém nesta cidadenão entrará, diz o Senhor.
6Quando os seus juízes foremderrubados pelos lados da rocha,ouvirão as minhas palavras,pois são agradáveis.
7Os nossos ossos são espalhadosà boca da sepulturacomo se alguém fenderae partira lenha na terra.
10Caiam os ímpiosnas suas próprias redes,até que eu tenha escapadointeiramente.
13Acena com os olhos, fala com os pése faz sinais com os dedos.
18O coração que maquinapensamentos perversos,pés que se apressama correr para o mal,
28Ou andará alguém sobre brasas,sem que se queimem os seus pés?
2As cidades de Aroer serãoabandonadas;hão de ser para os rebanhosque se deitarão semque alguém os espante.
9Naquele dia as suas cidades fortificadas serão como lugares abandonados, no bosque ou sobre o cume das montanhas, os quais foram abandonados ante os filhos de Israel; e haverá assolação.
12Ai do bramido dosgrandes povos que bramamcomo bramam os mares,e do rugido das naçõesque rugemcomo rugem as impetuosas águas.
7Por que razão vivem os ímpios,envelhecem,e ainda se robustecem em poder?
8A sua descendência se estabelececom eles perante a sua face;e os seus renovos perante os seus olhos.
33Os torrões do vale lhe são doces,e o seguirão todos os homens;e adiante dele foram inumeráveis.
12Assim como está longeo oriente do ocidente,assim afastade nós as nossas transgressões.
16Passando por ela o vento,logo se vai,e o seu lugarnão será mais conhecido.
18Sobre aquelesque guardam a sua aliança,e sobre os quese lembram dos seus mandamentospara os cumprir.
13Há uma geração cujosolhos são altivos,e as suas pálpebrassão sempre levantadas.
14Há uma geração cujosdentes são espadas,e cujas queixadas são facas,para consumirem da terra os aflitos,e os necessitados dentre os homens.
29Estes três têm um bom andar,e quatro passeiamairosamente;
9Se o Senhor dosExércitos não nostivesse deixado algumremanescente, jácomo Sodoma seríamos,e semelhantes a Gomorra.
21Como se fez prostitutaa cidade fiel! Elaque estava cheia deretidão! A justiça habitava nela,mas agora homicidas.
26… os teus conselheiros, como antigamente; …
30Porque sereiscomo o carvalho,ao qual caem as folhas,e como o jardimque não tem água.
4Ou não vê ele os meus caminhos,e não conta todos os meus passos?
7Se os meus passos se desviaram do caminho,e se o meu coração segue os meus olhos,e se às minhas mãos se apegou qualquer coisa,
32O estrangeiro não passava a noite na rua;as minhas portas abria ao viandante.
7Vigio,sou como o pardal solitáriono telhado.
12Mas tu, Senhor,permanecerás para sempre,a tua memóriade geração em geração.
25Desde a antiguidade fundaste a terra,eos céus são obra das tuas mãos.
6Bênçãos hásobre a cabeça do justo,mas a violência cobrea boca dos perversos.
7A memória do justo é abençoada,mas o nome dos perversosapodrecerá.
29O caminho do Senhor éfortaleza para os retos,mas ruína para os quepraticam a iniquidade.