4Tens tu porventura olhos de carne?Vês tu como vê o homem?
5São os teus diascomo os dias do homem?Ou são os teus anoscomo os anos de um homem,
20Porventura não são poucos os meus dias?Cessa, pois,e deixa-me,para que por um pouco eu tome alento.
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4Tens tu porventura olhos de carne?Vês tu como vê o homem?
5São os teus diascomo os dias do homem?Ou são os teus anoscomo os anos de um homem,
20Porventura não são poucos os meus dias?Cessa, pois,e deixa-me,para que por um pouco eu tome alento.
3Dizendo: Entraste em casa de homens incircuncisos, e comeste com eles.
21E a mão do Senhor era com eles; e grande número creu e se converteu ao Senhor.
24Porque era homem de bem e cheio do Espírito Santo e de fé. E muita gente se uniu ao Senhor.
12Assim diz o Senhor dos Exércitos: Ainda neste lugar, que está deserto, sem homem nem animal, e em todas as suas cidades, haverá uma morada de pastores, que façam repousar aos seus rebanhos.
18Nem aos sacerdotes levíticos faltará homem diante de mim, que ofereça holocausto, queime oferta de alimentos e faça sacrifício todos os dias.
24Porventura não tens visto o que tem falado este povo, dizendo: As duas gerações, que o Senhor escolheu, agora as rejeitou? Assim desprezam o meu povo, como se não fora mais uma nação diante deles.
11Pela bênção dos homensde bem a cidade se exalta,mas pela bocados perversos é derrubada.
12O que despreza o seu próximocarece de entendimento,mas o homem entendido se mantém calado.
17O homem misericordiosofaz o bem à sua alma,mas o cruel prejudica o seu corpo.
1Por que se amotinam os gentios,e os povos imaginam coisas vãs?
8Pede-me, e eu te dareios gentios por herança,e os fins da terrapor tua possessão.
11Servi ao Senhor com temor,e alegrai-vos com tremor.
3E o povo contendeu com Moisés, dizendo: Quem dera tivéssemos perecido quando pereceram nossos irmãos perante o Senhor!
15Como nossos pais desceram ao Egito, e nós no Egito habitamos muitos dias; e como os egípcios nos maltrataram, a nós e a nossos pais;
20Porém ele disse: Não passarás. E saiu-lhe Edom ao encontro com muita gente, e com mão forte.
5E do meio dela saía a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem.
11Assim eram os seus rostos. As suas asas estavam estendidas por cima; cada qual tinha duas asas juntas uma a outra, e duas cobriam os corpos deles.
19E, andando os seres viventes, andavam as rodas ao lado deles; e, elevando-se os seres viventes da terra, elevavam-se também as rodas.
5Porquanto Abraão obedeceu à minha voz, e guardou o meu mandado, os meus preceitos, os meus estatutos, e as minhas leis.
10E disse Abimeleque: Que é isto que nos fizeste? Facilmente se teria deitado alguém deste povo com a tua mulher, e tu terias trazido sobre nós um delito.
13E engrandeceu-se o homem, e ia enriquecendo-se, até que se tornou mui poderoso.
14Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que devorais as casas das viúvas, sob pretexto de prolongadas orações; por isso sofrereis mais rigoroso juízo.
28Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniquidade.
31Assim, vós mesmos testificais que sois filhos dos que mataram os profetas.
2Mas, por causa da fornicação, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido.
17E assim cada um ande como Deus lhe repartiu, cada um como o Senhor o chamou. É o que ordeno em todas as igrejas.
31E os que usam deste mundo, como se dele não abusassem, porque a aparência deste mundo passa.
9Que sabes tu,que nós não saibamos?Que entendes,que não haja em nós?
14Que é o homem,para que seja puro?E o que nasce da mulher,para ser justo?
16Quanto mais abominávele corrupto é o homemque bebe a iniquidadecomo a água?
2E o que suceder ao povo,assim sucederá ao sacerdote;ao servo, como ao seu senhor;à serva, como à sua senhora;ao comprador, como ao vendedor;ao que empresta,como ao que toma emprestado;ao que dá usura,como ao que paga usura.
4A terra pranteia e se murcha;o mundo enfraquece e se murcha;enfraquecem os maisaltos do povo da terra.
5Na verdade a terra estácontaminada por causa dos seus moradores;porquanto têm transgredido as leis,mudado os estatutos, equebrado a aliança eterna.
6A tua justiça é como as grandes montanhas;os teus juízossão um grande abismo.Senhor,tu conservas os homense os animais.
7Quão preciosa é,ó Deus, a tua benignidade,pelo que os filhosdos homens se abrigamà sombra das tuas asas.
10Estende a tua benignidade sobre os que te conhecem,e a tua justiçasobre os retosde coração.
6Não comas o pão daqueleque tem o olhar maligno,nem cobices as suas iguarias gostosas.
28Pois ela, como um salteador,se põe à espreita,e multiplicaentre os homens os iníquos.
29Para quem são os ais?Para quem os pesares?Para quem as pelejas?Para quem as queixas?Para quem as feridassem causa? Epara quem os olhosvermelhos?
2Tu, pois, ó filho do homem, porventura julgarás, julgarás a cidade sanguinária? Faze-lhe conhecer, pois, todas as suas abominações.
5As que estão perto de ti e as que estão longe escarnecerão de ti, infamada, cheia de inquietação.
29Ao povo da terra oprimem gravemente, e andam roubando, e fazendo violência ao pobre e necessitado, e ao estrangeiro oprimem sem razão.
11Disse-lhe mais Deus: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; frutifica e multiplica-te; uma nação, sim, uma multidão de nações sairá de ti, e reis procederão dos teus lombos;
23Os filhos de Lia: Rúben, o primogênito de Jacó, depois Simeão e Levi, e Judá, e Issacar e Zebulom;
26E os filhos de Zilpa, serva de Lia: Gade e Aser. Estes são os filhos de Jacó, que lhe nasceram em Padã-Arã.
9Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.
18Mas, o que sai da boca, procede do coração, e isso contamina o homem.
38Ora, os que tinham comido eram quatro mil homens, além de mulheres e crianças.
7Ele sela as mãos de todo o homem,para que conheçam todos os homens a sua obra.
16Tens tu notícia do equilíbrio das grossas nuvense das maravilhas daqueleque é perfeito nos conhecimentos?
20Contar-lhe-ia alguém o que tenho falado?Ou desejaria um homemque ele fosse devorado?
2As cidades de Aroer serãoabandonadas;hão de ser para os rebanhosque se deitarão semque alguém os espante.
12Ai do bramido dosgrandes povos que bramamcomo bramam os mares,e do rugido das naçõesque rugemcomo rugem as impetuosas águas.
14Ao anoitecer eis que há pavor, masantes que amanheça jánão existe;esta é a parte daquelesque nos despojam,e a sorte daquelesque nos saqueiam.
18Porque o necessitado não seráesquecido para sempre,nem a expectação dos pobresperecerá perpetuamente.
19Levanta-te, Senhor;não prevaleça o homem;sejam julgados os gentiosdiante da tua face.
20Põe-os em medo, Senhor;para que saibam as naçõesque são formadas por meros homens. (Selá.)