1O filho sábio atendeà instrução do pai;mas o escarnecedornão ouve a repreensão.
15O bom entendimento favorece,mas o caminhodos prevaricadores é áspero.
16Todo prudente procedecom conhecimento,mas o insensato espraia a sua loucura.
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1O filho sábio atendeà instrução do pai;mas o escarnecedornão ouve a repreensão.
15O bom entendimento favorece,mas o caminhodos prevaricadores é áspero.
16Todo prudente procedecom conhecimento,mas o insensato espraia a sua loucura.
4Assim Hesbom como Eleale,andam gritando;até Jaaz se ouve a sua voz;por isso os armadosde Moabe clamam;a sua alma lhes será penosa.
5O meu coração clama porcausa de Moabe;os seus fugitivos foram até Zoar,como uma novilha de três anos;porque vão chorando pelasubida de Luíte,porque no caminho de Horonaimlevantam um lastimoso pranto.
7Por isso a abundância queajuntaram, e o que guardaram,ao ribeiro dossalgueiros o levarão.
2Ouvi atentamente as minhas razões;e isto vos sirva de consolação.
12Levantam a voz, ao som do tamboril e da harpa,e alegram-se ao som do órgão.
34Como, pois,me consolaiscom vaidade?Pois nas vossas respostas ainda resta a transgressão.
16Ouve-me, Senhor,pois boa é a tua misericórdia.Olha para mimsegundo a tuamuitíssima piedade.
32Os mansos verão isto, e se agradarão;o vosso coraçãoviverá,pois que buscaisa Deus.
33Porque o Senhor ouve os necessitados,e não desprezaos seus cativos.
1Peso de Tiro. Uivai, navios de Társis, porque está assolada, a ponto de não haver nela casa nenhuma, e de ninguém mais entrar nela; desde a terra de Quitim lhes foi isto revelado.
5Como quando se ouvirem as novas do Egito,assim haverá dores quandose ouvirem as novas de Tiro.
6Passai a Társis;clamai, moradores da ilha.
6As suas pedras são o lugar da safira,e tem pó de ouro.
22A perdiçãoe a morte dizem:Ouvimos com os nossos ouvidos a sua fama.
23Deus entende o seu caminho,e ele sabe o seu lugar.
9As filhas dos reis estavamentre as tuas ilustres mulheres;à tua direitaestava a rainha ornadade finíssimo ouro de Ofir.
10Ouve, filha, e olha, e inclina os teus ouvidos;esquece-te do teu povoe da casado teu pai.
13A filha do rei é toda ilustre lá dentro;o seu vestidoé entretecidode ouro.
25Oh! Quão fortes são as palavras da boa razão!Mas que é o que censura a vossa repreensão?
26Porventura buscareis palavraspara me repreenderdes,visto que as razões do desesperado sãocomo vento?
27Mas antes lançais sortessobre o órfão;e cavais uma covapara o amigo.
1Inclina, Senhor, os teus ouvidos,e ouve-me,porque estou necessitado e aflito.
6Dá ouvidos, Senhor,à minha oração e atendeà voz das minhas súplicas.
11Ensina-me, Senhor,o teu caminho,e andarei na tua verdade;une o meu coraçãoao temor do teu nome.
6Tremor ali os tomou,e dores comode mulher de parto.
7Tu quebras as naus de Társiscom um vento oriental.
8Como o ouvimos,assim o vimos na cidade do Senhor dos Exércitos,na cidade do nosso Deus.Deus a confirmará para sempre.(Selá.)
3Eu ouvi a repreensão,que me envergonha,mas o espírito do meu entendimento responderá por mim.
9O olho, que já o viu,jamais o verá,nem o seu lugar o verá mais.
16Veneno de áspides sorverá;língua de víbora o matará.
1Inclina, ó Deus, os teus ouvidos à minha oração,e não te escondasda minha súplica.
2Atende-me, e ouve-me;lamento na minhaqueixa,e faço ruído,
17De tarde e de manhã e ao meio-dia orarei;e clamarei,e eleouvirá a minha voz.
19Deus ouvirá, e os afligirá.Aquele que preside desde a antiguidade (Selá),porque não há neles nenhuma mudança,e portantonão temem aDeus.
10Assim digo:Dai-me ouvidos,e também eu declararei a minha opinião.
11Eis que aguardei as vossas palavras,e dei ouvidos às vossas considerações,até que buscásseis razões.
16Esperei, pois,mas não falam;porque já pararam,e não respondem mais.
1Ouve, ó Deus, a minha voz na minha oração;guarda a minha vidado temordo inimigo.
4A fim de atirarem em lugar oculto aoque é íntegro;disparam sobreele repentinamente,e não temem.
10O justo se alegrará no Senhor,e confiará nele,e todos os retosde coração se gloriarão.
5Para que os teus amados sejam livres,salva-nos com atua destra,e ouve-nos;
7Meu é Gileade, e meu é Manassés;Efraim é a força da minha cabeça;Judá é omeu legislador.
10Não serás tu, ó Deus,que nos tinhas rejeitado? Tu, ó Deus,que não saíste com os nossos exércitos?
1Ouve-me quando eu clamo,ó Deus da minha justiça;na angústia me deste largueza;tem misericórdia de mime ouve a minha oração.
3Sabei, pois, que o Senhorseparou para si aquele que é piedoso;o Senhor ouviráquando eu clamar a ele.
6Muitos dizem:Quem nos mostrará o bem?Senhor, exalta sobre nósa luz do teu rosto.
13Mas eu, como surdo, não ouvia,e era como mudo, que não abre a boca.
14Assim eu sou como homem que não ouve,e em cuja boca não há reprovação.
15Porque em ti, Senhor, espero;tu, Senhor meu Deus,me ouvirás.
1Tu, que és pastor de Israel,dá ouvidos;tu, que guias a Josécomo a um rebanho;tu, que te assentas entreos querubins, resplandece.
4Ó Senhor Deus dos Exércitos,até quando te indignarás contraa oração do teu povo?
14Oh! Deus dos Exércitos,volta-te, nós te rogamos,atende dos céus,e vê, e visita esta vide;
9Que proveito há no meu sangue,quando desço à cova?Porventura te louvará o pó?Anunciará ele a tua verdade?
10Ouve, Senhor,e tem piedade de mim;Senhor, sê o meu auxílio.
12Para que a minha glóriaa ti cante louvores,e não se cale.Senhor, meu Deus,
1Até quando te esquecerásde mim, Senhor?Para sempre?Até quando esconderás de mimo teu rosto?
3Atende-me, ouve-me,ó Senhor meu Deus;ilumina os meus olhos, para queeu não adormeça na morte;
6Cantarei ao Senhor,porquanto me tem feitomuito bem.