8Deixa a ira, e abandona o furor;não te indignes de forma algumapara fazer o mal.
30A boca do justo fala a sabedoria;a sua língua falado juízo.
37Nota o homem sincero,e considera o reto,porque o fim desse homem é a paz.
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8Deixa a ira, e abandona o furor;não te indignes de forma algumapara fazer o mal.
30A boca do justo fala a sabedoria;a sua língua falado juízo.
37Nota o homem sincero,e considera o reto,porque o fim desse homem é a paz.
16Tens tu notícia do equilíbrio das grossas nuvense das maravilhas daqueleque é perfeito nos conhecimentos?
17Ou de como as tuas roupas aquecem,quando do sul há calmasobre a terra?
20Contar-lhe-ia alguém o que tenho falado?Ou desejaria um homemque ele fosse devorado?
5O que ajunta no verãoé filho ajuizado,mas o que dorme na segaé filho que envergonha.
9Quem anda em sinceridade,anda seguro;mas o que perverteos seus caminhosficará conhecido.
31A boca do justojorra sabedoria,mas a língua da perversidadeserá cortada.
1Com a minha vozclamei ao Senhor;com a minha vozsupliquei ao Senhor.
4Olhei para a minha direita, e vi;mas não haviaquem me conhecesse.Refúgio me faltou;ninguém cuidou da minha alma.
6Atende ao meu clamor;porque estou muito abatido.Livra-me dos meus perseguidores;porque são mais fortes do que eu.
5Bem posso eu dizer: Teu conselho e poder para a guerra são apenas vãs palavras; em quem, pois, agora confias, que contra mim te rebelas?
10Agora, pois, subi eu sem o Senhor contra esta terra, para destruí-la? O Senhor mesmo me disse: Sobe contra esta terra, e destrói-a.
21Eles, porém, se calaram, e não lhe responderam palavra alguma; porque havia mandado do rei, dizendo: Não lhe respondereis.
17Para apartar o homem daquilo que faz,e esconder do homem a soberba.
31Escuta, pois, ó Jó,ouve-me;cala-te, e eu falarei.
33Se não, escuta-me tu; cala-te,e ensinar-te-ei a sabedoria.
1Ó Senhor, Senhor nosso,quão admirável é o teu nomeem toda a terra,pois puseste a tua glóriasobre os céus!
2Tu ordenaste forçada boca das criançase dos que mamam,por causa dos teus inimigos,para fazer calar ao inimigoe ao vingador.
6Fazes com que ele tenha domíniosobre as obras das tuas mãos;tudo puseste debaixo de seus pés:
1Fui buscado dos quenão perguntavam por mim,fui achado daqueles quenão me buscavam;a uma nação quenão se chamava do meu nome eu disse:Eis-me aqui.Eis-me aqui.
14Eis que os meus servos exultarãopela alegria de coração,mas vós gritareis pela tristezade coração; e uivareispelo quebrantamento de espírito.
24E será que antesque clamem eu responderei;estando eles ainda falando,eu os ouvirei.
1Filho meu,guarda as minhas palavras,e esconde dentro de tios meus mandamentos.
9No crepúsculo, à tarde do dia,na tenebrosa noite e na escuridão.
14Sacrifícios pacíficostenho comigo;hoje paguei os meus votos.
1O meu espírito se vai consumindo,os meus dias se vão apagando,e só tenho perante mim a sepultura.
13Se eu esperar,a sepultura será a minha casa;nas trevas estenderei a minha cama.
16As barras da sepultura descerãoquando juntamente no pó teremos descanso.
4Porque mil anos são aos teus olhoscomo o dia de ontem que passou,e como a vigília da noite.
11Quem conheceo poder da tua ira?Segundo és tremendo,assim é o teu furor.
13Volta-te para nós, Senhor;até quando?Aplaca-te para com os teus servos.
1Ouvi-me, vós osque seguis a justiça,os que buscais ao Senhor. Olhaipara a rocha de onde fostes cortados,e para a cavernado poçode onde fostes cavados.
7Ouvi-me,vós que conheceis a justiça,povo em cujo coração está a minha lei;não temais o opróbriodos homens,nem vos turbeispelas suasinjúrias.
15Porque eu sou o Senhor teu Deus,que agito o mar,de modoque bramem as suas ondas. O Senhordos Exércitosé o seu nome.
19O caminho dos ímpiosé como a escuridão;nem sabem em que tropeçam.
20Filho meu,atenta para as minhas palavras;às minhas razõesinclina o teu ouvido.
27Não declines nem para a direita nem para a esquerda;retira o teu pé do mal.
2Com ele estão domínio e temor;ele faz paz nas suas alturas.
3Porventura têm número as suas tropas?E sobre quem não se levanta a sua luz?
5Eis que até a lua não resplandece,e as estrelas não são puras aos seus olhos.
3Fizeste cessar toda a tua indignação;desviaste-tedo ardor da tua ira.
4Torna-nos a trazer, ó Deus da nossa salvação,e faze cessara tua ira de sobre nós.
8Escutarei o que Deus,o Senhor, falar;porque falará de paz ao seu povo,e aos santos,para que não voltem à loucura.
12Ao qual disse: Este éo descanso,dai descanso ao cansado;e este é o refrigério;porém não quiseram ouvir.
20Porque a cama será tão curtaque ninguém se poderá estender nela;e o cobertor tão estreitoque ninguém sepoderá cobrir com ele.
23Inclinai os ouvidos,e ouvi a minha voz;atendei beme ouvi o meu discurso.
6Melhor é o pobre queanda na sua integridadedo que o de caminhosperversos aindaque seja rico.
9O que desvia os seus ouvidosde ouvir a lei,até a sua oração será abominável.
23O que repreende o homem gozarádepois mais amizade do que aqueleque lisonjeia com a língua.
2Quem é esteque escurece o conselho com palavrassem conhecimento?
26Para chover sobre a terra,onde não há ninguém,e no deserto,em que não há homem;
37Quem numerará as nuvenscom sabedoria?Ou os odres dos céus,quem os esvaziará,
1A ti clamarei, ó Senhor,Rocha minha;não emudeças para comigo;não aconteça, calando-te tupara comigo,que eu fique semelhanteaos que descem ao abismo.
2Ouve a voz das minhas súplicas,quando a ti clamar,quando levantar as minhas mãospara o teu santo oráculo.
6Bendito seja o Senhor,porque ouviu a vozdas minhas súplicas.
6Nada acrescentesàs suas palavras,para que não te repreendae sejas achado mentiroso.
16A sepultura;a madre estéril;a terra que não se farta de água;e o fogo; nunca dizem: Basta!
26Os coelhos são um povo débil;e contudo,põem a sua casa na rocha;