16A ira do insensato seconhece no mesmo dia,mas o prudente encobre a afronta.
21Nenhum agravo sobrevirá ao justo,mas os ímpios ficamcheios de mal.
23O homem prudenteencobre o conhecimento,mas o coração dos tolosproclama a estultícia.
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16A ira do insensato seconhece no mesmo dia,mas o prudente encobre a afronta.
21Nenhum agravo sobrevirá ao justo,mas os ímpios ficamcheios de mal.
23O homem prudenteencobre o conhecimento,mas o coração dos tolosproclama a estultícia.
20A minha alma está quebrantadade desejar os teus juízosem todo o tempo.
84Quantos serão os diasdo teu servo?Quando me farás justiça contraos que me perseguem?
126Já é tempo de operares, ó Senhor,pois eles têm quebrantadoa tua lei.
130A entradadas tuas palavras dá luz,dá entendimento aos símplices.
17Guardai pois a festa dos pães ázimos, porque naquele mesmo dia tirei vossos exércitos da terra do Egito; pelo que guardareis a este dia nas vossas gerações por estatuto perpétuo.
18No primeiro mês, aos catorze dias do mês, à tarde, comereis pães ázimos até vinte e um do mês à tarde.
40O tempo que os filhos de Israel habitaram no Egito foi de quatrocentos e trinta anos.
17Aproximando-se, porém, o tempo da promessa que Deus tinha feito a Abraão, o povo cresceu e se multiplicou no Egito;
20Nesse tempo nasceu Moisés, e era mui formoso, e foi criado três meses em casa de seu pai.
37Este é aquele Moisés que disse aos filhos de Israel: O Senhor vosso Deus vos levantará dentre vossos irmãos um profeta como eu; a ele ouvireis.
19Nunca mais te servirá o solpara luz do dia nemcom o seu resplendor a lua te iluminará;mas o Senhor será a tua luz perpétua,e o teuDeus a tuaglória.
20Nunca mais se porá o teu sol,nem a tua lua minguará;porque o Senhor será a tua luz perpétua,e os diasdo teu lutofindarão.
22O menor virá a ser mil,e o mínimo uma nação forte;eu, o Senhor,ao seu tempo ofarei prontamente.
6Fugi do meio de Babilônia,e livrai cada um a sua alma,e não vos destruais na sua maldade;porque este é o tempo da vingança do Senhor;que lhe dará a sua recompensa.
10O Senhor trouxe a nossa justiça à luz;vinde e contemos em Sião a obra do Senhor,nosso Deus.
18Vaidade são, obra de enganos;no tempo da sua visitação perecerão.
33… no tempo da debulha;ainda um pouco, e o tempo da sega lhe virá.
1O homem,nascido da mulher,é de poucos dias e farto de inquietação.
5Visto que os seus dias estão determinados,contigo está o número dos seus meses;e tu lhe puseste limites,e não passará além deles.
6Desvia-te dele,para que tenha repouso, até que,como o assalariado,tenha contentamento no seu dia.
6Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos.
19Não comereis um dia, nem dois dias, nem cinco dias, nem dez dias, nem vinte dias;
28E Josué, filho de Num, servidor de Moisés, um dos seus jovens escolhidos, respondeu e disse: Moisés, meu senhor, proíbe-lho.
1E, havendo aberto o sétimo selo, fez-se silêncio no céu quase por meia hora.
4E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos desde a mão do anjo até diante de Deus.
12E o quarto anjo tocou a sua trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, e a terça parte da lua, e a terça parte das estrelas; para que a terça parte deles se escurecesse, e a terça parte do dia não brilhasse, e semelhantemente a noite.
4Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.
5Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo.
29Nós bem sabemos que Deus falou a Moisés, mas este não sabemos de onde é.
10E ele disse: Amanhã. E Moisés disse: Seja conforme à tua palavra, para que saibas que ninguém há como o Senhor nosso Deus.
16Disse mais o Senhor a Moisés: Dize a Arão: Estende a tua vara, e fere o pó da terra, para que se torne em piolhos por toda a terra do Egito.
27Deixa-nos ir caminho de três dias ao deserto, para que sacrifiquemos ao Senhor nosso Deus, como ele nos disser.
1Louvai ao Senhor,porque ele é bom,porquea sua benignidade dura para sempre.
4Digam agora osque temem ao Senhorquea sua benignidade dura para sempre.
24Este é o dia que fez o Senhor;regozijemo-nos, e alegremo-nos nele.
12Então disseram aqueles homens a Ló: Tens alguém mais aqui? Teu genro, e teus filhos, e tuas filhas, e todos quantos tens nesta cidade, tira-os fora deste lugar;
14Então saiu Ló, e falou a seus genros, aos que haviam de tomar as suas filhas, e disse: Levantai-vos, saí deste lugar, porque o Senhor há de destruir a cidade. Foi tido porém por zombador aos olhos de seus genros.
23Saiu o sol sobre a terra, quando Ló entrou em Zoar.
4E todo o exércitodos céus se dissolverá,e os céus se enrolarãocomo um livro;e todo o seu exército cairá,como cai a folha da vide ecomo cai o figo da figueira.
8Porque será o diada vingança do Senhor,ano de retribuiçõespela contenda de Sião.
10Nem de noite nemde dia se apagará;para sempre a sua fumaça subirá;de geraçãoem geração será assolada;pelos séculosdos séculos ninguémpassará por ela.
12Quem é o homem sábio, que entenda isto? E a quem falou a boca do Senhor, para que o possa anunciar? Por que razão pereceu a terra, e se queimou como deserto, sem que ninguém passa por ela?
19Porque uma voz de pranto se ouviu de Sião:Como estamos arruinados!Estamos mui envergonhados,porque deixamos a terra,e por terem eles lançadofora as nossas moradas.
25Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que castigarei a todo o circuncidado com o incircunciso.
1Visto que do Todo-Poderoso não se encobriram os tempos,por que,os que o conhecem,não veem os seus dias?
7Ao nu fazem passar a noitesem roupa,não tendo ele coberta contra o frio.
19A secura e o calor desfazem as águas da neve;assim desfará a sepultura aos que pecaram.
1Estas são as jornadas dos filhos de Israel, que saíram da terra do Egito, segundo os seus exércitos, sob a direção de Moisés e Arão.
3Partiram, pois, de Ramessés no primeiro mês, no dia quinze do primeiro mês; no dia seguinte da páscoa saíram os filhos de Israel por alta mão, aos olhos de todos os egípcios,
38Então Arão, o sacerdote, subiu ao monte Hor, conforme ao mandado do Senhor; e morreu ali no quinto mês do ano quadragésimo da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no primeiro dia do mês.
12Passado é já um ai; eis que depois disso vêm ainda dois ais.
14A qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: Solta os quatro anjos, que estão presos junto ao grande rio Eufrates.
15E foram soltos os quatro anjos, que estavam preparados para a hora, e dia, e mês, e ano, a fim de matarem a terça parte dos homens.
5Para que creiam que te apareceu o Senhor Deus de seus pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó.
6E disse-lhe mais o Senhor: Põe agora a tua mão no teu seio. E, tirando-a, eis que a sua mão estava leprosa, branca como a neve.
14Então se acendeu a ira do Senhor contra Moisés, e disse: Não é Arão, o levita, teu irmão? Eu sei que ele falará muito bem; e eis que ele também sai ao teu encontro; e, vendo-te, se alegrará em seu coração.
1Depois apareceu-lhe o Senhor nos carvalhais de Manre, estando ele assentado à porta da tenda, no calor do dia.
10E disse: Certamente tornarei a ti por este tempo da vida; e eis que Sara tua mulher terá um filho. E Sara escutava à porta da tenda, que estava atrás dele.
14Haveria coisa alguma difícil ao Senhor? Ao tempo determinado tornarei a ti por este tempo da vida, e Sara terá um filho.
18Visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra?