5Agora, pois,vos farei saber oque eu hei de fazer à minha vinha:tirarei a sua sebe,para que sirva de pasto;derrubarei a sua parede,para que seja pisada;
20Ai dos que ao mal chamam bem,e ao bem mal;que fazem das trevas luz,e da luz trevas;e fazem do amargo doce,e do doce amargo!
22Ai dos que são poderosospara beber vinho,e homens de poderpara misturar bebida forte;
25… e estendeu a sua mão contra ele,e o feriu, de modoque as montanhas tremeram,e os seus cadáveres se fizeramcomo lixo no meio das ruas;com tudo isto não tornouatrás a sua ira,mas a sua mão ainda está estendida.
28As suas flechas serão agudas,e todos os seus arcos retesados;os cascos dos seus cavalossão reputados como pederneiras,e as rodas dos seus carroscomo redemoinho.
1Quem deu crédito à nossa pregação?E a quem se manifestou o braçodo Senhor?
10Todavia, ao Senhor agradou moê-lo,fazendo-o enfermar;quando a sua alma se puser por expiaçãodo pecado,verá a sua posteridade,prolongará os seus dias;e o bom prazerdo Senhor prosperarána sua mão.
12Por isso lhe darei a partede muitos,e com os poderosos repartirá ele o despojo;porquanto derramou a sua almana morte,e foi contado com os transgressores;mas ele levousobre si o pecadode muitos,e intercedeupelos transgressores.
4Porque foste a fortaleza do pobre,e a fortaleza do necessitado,na sua angústia;refúgio contra a tempestade,e sombra contra o calor;porque o sopro dos opressores écomo a tempestade contra o muro.
10Porque a mão do Senhordescansará neste monte;mas Moabe será trilhadodebaixo dele,como se trilha a palha no monturo.
11E estenderá as suasmãos por entre eles,como as estende o nadadorpara nadar;e abaterá a sua altivezcom as ciladas das suas mãos.
12E abaixará as altasfortalezas dos teus muros,abatê-las-á ederrubá-las-á por terra até ao pó.
1Eis que a mão do Senhornão está encolhida, paraque não possa salvar;nem agravado o seu ouvido,para não poder ouvir.
3Porque as vossas mãos estão contaminadasde sangue, e os vossos dedosde iniquidade;os vossos lábios falam falsidade,a vossa língua pronuncia perversidade.
6As suas teiasnão prestam para vestesnem se poderão cobrircom as suas obras;as suas obras são obrasde iniquidade,e obra de violência hánas suas mãos.
10Apalpamos as paredescomo cegos, e como osque não têm olhos andamos apalpando;tropeçamos ao meio-diacomo nas trevas,e nos lugares escuroscomo mortos.
1Bel está abatido,Nebo se encurvou,os seus ídolos são postossobre os animais esobre as feras;as cargasdos vossos fardos são canseiraspara as feras já cansadas.
6Gastam o ouro da bolsa,e pesam a prata nas balanças;assalariam o ourives,e ele faz um deus,e diante dele se prostrame se inclinam.
7Sobre os ombros o tomam,o levam, e o põem no seu lugar;ali fica em pé,do seu lugar não se move;e, se alguém clama a ele,resposta nenhuma dá,nem livra alguémda sua tribulação.