5Livra-te, como a gazelada mão do caçador,e como a ave da mãodo passarinheiro.
17Olhos altivos,língua mentirosa,mãos que derramam sangue inocente,
33Achará castigo e vilipêndio,e o seu opróbrio nunca se apagará.
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5Livra-te, como a gazelada mão do caçador,e como a ave da mãodo passarinheiro.
17Olhos altivos,língua mentirosa,mãos que derramam sangue inocente,
33Achará castigo e vilipêndio,e o seu opróbrio nunca se apagará.
2Como o servoque suspira pela sombra,e como o assalariadoque espera pela sua paga,
6Os meus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão,e acabam-se,sem esperança.
7Lembra-te de que a minha vida écomo o vento;os meus olhos não tornarão a ver o bem.
3Porque os meus diasse consomem como a fumaça,eos meus ossos ardem como lenha.
4O meu coração está feridoe seco como a erva,por isso me esqueçode comer o meu pão.
23Abateu a minha forçano caminho;abreviou os meus dias.
2Não clamará, não se exaltará,nem fará ouvir a sua voz na praça.
7Para abrir os olhos dos cegos,para tirar da prisão os presos,e do cárcere osque jazem em trevas.
22Mas este é um povo roubadoe saqueado;todos estão enlaçados em cavernas,e escondidos em cárceres;são postos por presa,e ninguém há que os livre;por despojo, e ninguém diz:Restitui.
8Os moços me viam,e se escondiam,e até os idosos se levantavam e se punham em pé;
12Porque eu livrava o miserável,que clamava,como também o órfãoque não tinha quem o socorresse.
16Dos necessitados era pai,e as causas de que eu não tinha conhecimento inquiriacom diligência.
2Deus meu, eu clamo de dia,e tu não me ouves;de noite,e não tenho sossego.
6Mas eu sou verme,e não homem,opróbrio dos homense desprezado do povo.
11Não te alongues de mim,pois a angústia está perto,e não há quem ajude.
11Eis que, envergonhadose confundidos serão todos osque se indignaram contra ti;tornar-se-ão em nada,e os que contenderem contigo,perecerão.
17Os aflitose necessitados buscam águas,e não há,e a sua língua se seca de sede;eu o Senhor os ouvirei,eu, o Deus de Israelnão osdesampararei.
24Eis que sois menos doque nadae a vossa obra é menosdo que nada;abominação é quem vos escolhe.
4Sai-lhe o espírito,volta para a terra;naquele mesmo diaperecem os seus pensamentos.
7O que faz justiça aos oprimidos,o que dá pão aos famintos.O Senhor solta os encarcerados.
8O Senhor abre os olhos aos cegos;o Senhor levanta os abatidos;o Senhor ama os justos;
9O Senhor guarda os estrangeiros;sustém o órfão e a viúva,mas transtornao caminho dos ímpios.
2Tu, cheia de clamores,cidade turbulenta,cidade alegre,os teus mortos não forammortos à espada,nem morreram na guerra.
5Porque dia de alvoroço,e de atropelamento,e de confusão é este daparte do Senhor Deus dos Exércitos,no vale da visão; diade derrubar o muroe de clamar até aos montes.
17Eis que o Senhor te arrojará violentamente como um homem forte, e de todo te envolverá.
5Tocha desprezível é, na opinião do que está descansado,aquele que está pronto a vacilarcom os pés.
20Aos acreditados tira a fala,e tira o entendimento aos anciãos.
25Nas trevas andam às apalpadelas,sem terem luz,e os faz cambalear como ébrios.
7Pois somos consumidos pela tua ira,e peloteu furor somos angustiados.
10Os diasda nossa vida chegam a setenta anos,e se alguns, pela sua robustez,chegam a oitenta anos,o orgulho deles é canseirae enfado,pois cedo se corta e vamos voando.
15Alegra-nos pelos dias em quenos afligiste,epelos anos em que vimoso mal.
6Mas tu desamparasteo teu povo, a casa de Jacó,porque se encheramdos costumes do orientee são agoureiroscomo os filisteus;e associam-se com osfilhos dos estrangeiros,
8Também a sua terra estácheia de ídolos;inclinam-se perante a obra das suas mãos,diante daquiloque fabricaram os seus dedos.
11Os olhos altivosdos homens serão abatidos,e a sua altivezserá humilhada;e só o Senhor seráexaltado naquele dia.
11Porque é uma infâmia,e é delito pertencente aos juízes.
12Porque é fogoque consomeaté à perdição,e desarraigaria toda a minha renda.
19Se alguém vi perecer por falta de roupa,e ao necessitado por não ter coberta,
7Portanto, todas asmãos se debilitarão,e o coração de todosos homens se desanimará.
15Todo o que for achadoserá transpassado;e todo o que se unira ele cairá à espada.
16E suas crianças serão despedaçadasperante os seus olhos;as suas casas serão saqueadas,e as suas mulheres violadas.
121Fiz juízo e justiça;não me entreguesaos meus opressores.
141Pequeno sou e desprezado,porém não me esqueçodos teus mandamentos.
143Aflição e angústiase apoderam de mim;contudo os teus mandamentos sãoo meu prazer.
16Envergonhar-se-ão,e também se confundirão todos;cairão juntamenteem vergonha osque fabricam imagens.
24De mim se dirá:Deveras no Senhor há justiçae força; até ele virão,mas serão envergonhados todos osque se indignaremcontra ele.
25Mas no Senhor será justificada,e se gloriará toda a descendênciade Israel.
33Por isso consumiuos seus diasna vaidade eos seus anos na angústia.
39Porque se lembrou deque eram de carne,vento que passa e não volta.
40Quantas vezeso provocaram no deserto,eo entristeceram na solidão!
7Eis que os seus embaixadoresestão clamando de fora; eos mensageiros de pazestão chorando amargamente.
8As estradas estão desoladas,cessou o que passava pela vereda,ele rompeu a aliança,desprezou as cidades,e já não faz caso dos homens.
19Não verás mais aquele povo atrevido,povo de fala obscura,que não se pode compreender ede língua tão estranhaque não se pode entender.
5Tristezas do inferno me cingiram,laços de morteme surpreenderam.
38Atravessei-os de sorteque não se puderam levantar;caíram debaixo dos meus pés.
45Os estranhos descairão,e terão medonos seus esconderijos.
1Bem-aventurado é aquele que atende ao pobre;o Senhor o livraráno dia do mal.
8Uma doença má se lhe tem apegado;e agora que está deitado,não se levantará mais.
9Até o meu próprio amigo íntimo,em quem eu tanto confiava,que comia do meu pão,levantou contra mimo seu calcanhar.