9O olho, que já o viu,jamais o verá,nem o seu lugar o verá mais.
11Os seus ossos estão cheios do vigor da sua mocidade,mas este se deitarácom ele no pó.
16Veneno de áspides sorverá;língua de víbora o matará.
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9O olho, que já o viu,jamais o verá,nem o seu lugar o verá mais.
11Os seus ossos estão cheios do vigor da sua mocidade,mas este se deitarácom ele no pó.
16Veneno de áspides sorverá;língua de víbora o matará.
1Ó Deus,os gentios vieram à tua herança;contaminaram o teu santo templo;reduziram Jerusaléma montões de pedras.
2Deram os corpos mortosdos teus servos por comidaàs aves dos céus,e a carne dos teus santosàs feras da terra.
5Até quando, Senhor?Acaso te indignarás para sempre?Arderá o teu zelo como fogo?
11Venha perante a tua faceo gemido dos presos;segundo a grandezado teu braço preserva aquelesque estão sentenciados à morte.
20Na fome te livrará da morte;e na guerra,da violência da espada.
25Também saberásque se multiplicará a tua descendênciae a tua posteridadecomo a erva da terra,
26Na velhice irás à sepultura,como se recolhe o feixe de trigo a seu tempo.
1O Senhor é a minha luze a minha salvação;a quem temerei?O Senhor é a forçada minha vida;de quem me recearei?
3Ainda que um exércitome cercasse,o meu coração não temeria;ainda que a guerra se levantassecontra mim,nisto confiaria.
13Pereceria sem dúvida,se não cresse que veriaa bondade do Senhorna terra dos viventes.
15Toda a carne juntamente expiraria,e o homem voltariapara o pó.
20Eles num momento morrem;e até à meia-noite os povos são perturbados,e passam,e os poderosos serão tomados não por mão humana.
22Não há trevasnem sombra de morte,onde se escondam os que praticam a iniquidade.
4Porque não há apertos na sua morte,mas firme está a sua força.
16Quando pensava em entenderisto, foipara mim muitodoloroso;
19Como caem na desolação,quase num momento!Ficam totalmente consumidosde terrores.
5Reduzem a pedaços o teu povo, ó Senhor,e afligem a tua herança.
6Matam a viúva e o estrangeiro,e ao órfão tiram a vida.
20Porventura o tronode iniquidade te acompanha,o qual forjao mal por uma lei?
4Eis que sou vil;que te responderia eu?A minha mão ponho à boca.
7Cinge agora os teus lombos como homem;eu te perguntarei,e tu me explicarás.
20Em verdade os montes lhe produzem pastos,onde todos os animais do campo folgam.
7A minha alma recusa tocá-las,pois são para mimcomo comida repugnante.
26Porventura buscareis palavraspara me repreenderdes,visto que as razões do desesperado sãocomo vento?
27Mas antes lançais sortessobre o órfão;e cavais uma covapara o amigo.
3Em qualquer tempo em que eu temer,confiarei em ti.
6Ajuntam-se, escondem-se,marcam os meus passos,como aguardando aminha alma.
8Tu contas as minhas vagueações;põe as minhas lágrimasno teu odre.Não estão elasno teulivro?
13Pois tu livraste a minha alma da morte;não livrarás os meus pés da queda,para andar diantede Deusna luzdos viventes?
5Eles não conhecem,nem entendem;andam em trevas;todos os fundamentosda terra vacilam.
7Todavia morrereis como homens,e caireiscomo qualquerdos príncipes.
8Levanta-te, ó Deus, julga a terra,poistu possuis todas as nações.
13Com força me impelistepara me fazeres cair,porém o Senhor me ajudou.
17Não morrerei, mas viverei;e contareias obras do Senhor.
18O Senhor me castigou muito,masnão me entregou à morte.
25A minha alma está pegadaao pó;vivifica-me segundo a tua palavra.
97Oh! Quanto amo a tua lei!É a minha meditação em todo o dia.
139O meu zelo me consumiu,porque os meus inimigosse esqueceram da tua palavra.
7Ele ajunta as águas do marcomo num montão;põe os abismosem depósitos.
10O Senhor desfaz o conselho dos gentios,quebranta os intentosdos povos.
19Para lhes livrar as almas da morte,e para osconservar vivosna fome.
5Persiga o inimigo a minha almae alcance-a;calque aos pés a minha vidasobre a terra,e reduza a pó a minha glória. (Selá.)
15Cavou um poço e o fez fundo,e caiu na cova que fez.
16A sua obra cairásobre a sua cabeça;e a sua violência descerásobre a sua própria cabeça.
11Vinde, meninos, ouvi-me;eu vos ensinarei o temordo Senhor.
16A face do Senhorestá contra os que fazem o mal,para desarraigarda terra a memória deles.
21A malícia matará o ímpio,e os que odeiam ojusto serão punidos.
2Porque cedo serão ceifadoscomo a erva,e murcharãocomo a verdura.
25Fui moço, e agora sou velho;mas nunca vi desamparado o justo,nem a suasemente a mendigaro pão.
32O ímpio espreita ao justo,e procura matá-lo.
10Tu quebraste a Raabecomo se fora ferida de morte;espalhaste os teus inimigoscom o teu braço forte.
47Lembra-te de quão breves sãoos meus dias;por que criarias em vão todosos filhos dos homens?
48Que homem há, que viva,e não veja a morte?Livrará ele a sua almado poder da sepultura? (Selá.)
13O javali da selva a devasta,eas feras do campo a devoram.
14Oh! Deus dos Exércitos,volta-te, nós te rogamos,atende dos céus,e vê, e visita esta vide;
16Está queimada pelo fogo, está cortada;pereceu pela repreensãoda tua face.
6Mas eu sou verme,e não homem,opróbrio dos homense desprezado do povo.
15A minha força se secoucomo um caco,e a língua se me pegaao paladar;e me puseste no pó da morte.
21Salva-me da boca do leão;sim, ouviste-me,das pontas dos bois selvagens.