15Não me leve a corrente das águas,e não me absorvaao profundo,nem o poçofeche asua bocasobre mim.
21Deram-me fel por mantimento,e na minha sede mederam a beber vinagre.
25Fique desolado o seu palácio;e não hajaquem habite nas suas tendas.
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15Não me leve a corrente das águas,e não me absorvaao profundo,nem o poçofeche asua bocasobre mim.
21Deram-me fel por mantimento,e na minha sede mederam a beber vinagre.
25Fique desolado o seu palácio;e não hajaquem habite nas suas tendas.
2E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;
7Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus.
20Então eles, deixando logo as redes, seguiram-no.
4Ninguém da descendência de Arão, que for leproso, ou tiver fluxo, comerá das coisas santas, até que seja limpo; como também o que tocar alguma coisa imunda de cadáver, ou aquele de que sair sêmen da cópula,
6O homem que o tocar será imundo até à tarde, e não comerá das coisas santas, mas banhará a sua carne em água.
10Também nenhum estranho comerá das coisas santas; nem o hóspede do sacerdote, nem o diarista comerá das coisas santas.
9Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações.
10Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro;
11Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos;
2Não clamará, não se exaltará,nem fará ouvir a sua voz na praça.
3A cana trilhada não quebrará,nem apagará o pavioque fumega;com verdade trará justiça.
4Não faltará,nem será quebrantado,até que ponhana terra a justiça;e as ilhas aguardarãoa sua lei.
10Cantai ao Senhor um cântico novo,e o seu louvor desde a extremidade da terra;vós osque navegaispelo mar,e tudo quanto há nele;vós, ilhas,e seushabitantes.
4Não dês sono aos teus olhos,nem deixes adormecer as tuas pálpebras.
25Não cobices no teu coraçãoa sua formosura,nem te prendasaos seus olhos.
30Não se injuria o ladrão,quando furta para saciar-se,tendo fome;
5Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi,mas agora te veem os meus olhos.
6Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza.
17Então morreu Jó, velho e farto de dias.
9Não reprovará perpetuamente,nempara sempre reterá a sua ira.
10Não nos tratou segundoos nossos pecados,nem nos recompensou segundoas nossas iniquidades.
12Assim como está longeo oriente do ocidente,assim afastade nós as nossas transgressões.
7Mas, se em sua mão não houver recurso para gado miúdo, então trará, para expiação da culpa que cometeu, ao Senhor, duas rolas ou dois pombinhos; um para expiação do pecado, e o outro para holocausto;
11Porém, se em sua mão não houver recurso para duas rolas, ou dois pombinhos, então aquele que pecou trará como oferta a décima parte de um efa de flor de farinha, para expiação do pecado; não deitará sobre ela azeite nem lhe porá em cima o incenso, porquanto é expiação do pecado;
15Quando alguma pessoa cometer uma transgressão, e pecar por ignorância nas coisas sagradas do Senhor, então trará ao Senhor pela expiação, um carneiro sem defeito do rebanho, conforme à tua estimação em siclos de prata, segundo o siclo do santuário, para expiação da culpa.
2Assim como não é bom ficar a alma sem conhecimento,peca aquele que se apressa com seus pés.
10Ao tolo não é certogozar de deleites;quanto menos ao servodominar sobre os príncipes!
27Filho meu,ouvindo a instrução,cessa de te desviaresdas palavras do conhecimento.
6E qual é o homem que plantou uma vinha e ainda não a desfrutou? Vá, e torne-se à sua casa, para que porventura não morra na peleja e algum outro a desfrute.
10Quando te achegares a alguma cidade para combatê-la, apregoar-lhe-ás a paz.
19Quando sitiares uma cidade por muitos dias, pelejando contra ela para a tomar, não destruirás o seu arvoredo, colocando nele o machado, porque dele comerás; pois que não o cortarás (pois o arvoredo do campo é mantimento para o homem), para empregar no cerco.
1Desce, e assenta-te no pó,ó virgem filha de Babilônia;assenta-te no chão;já não há trono,ó filha dos caldeus,porque nunca mais serás chamada a tenranem adelicada.
3A tua vergonha se descobrirá,e ver-se-á o teu opróbrio;tomarei vingança,e não pouparei a homem algum.
5Assenta-te calada,e entra nas trevas,ó filha dos caldeus,porque nunca mais serás chamada senhorade reinos.
6Muito me agasteicontra o meu povo,profanei a minha herança,e os entreguei na tua mão;porém não usastecom eles de misericórdia,e atésobre os velhos fizestemuito pesado o teu jugo.
6Ele não preserva a vida do ímpio,e faz justiça aos aflitos.
19Estimaria ele tanto tuas riquezas?Não, nem ouro,nem todas as forças do poder.
20Não suspires pela noite,em que os povos sejam tomados do seu lugar.
7Quando o ímpio crescercomo a erva,e quando florescerem todos osque praticam a iniquidade,é que serão destruídos perpetuamente.
10Porém tu exaltarás o meu poder,como o do boi selvagem.Serei ungido com óleo fresco.
14Na velhice ainda darão frutos;serão viçosos e vigorosos,
6A coroa dos velhos sãoos filhos dos filhos;e a glória dos filhos são seus pais.
7Não convém ao toloa fala excelente;quanto menos ao príncipe,o lábio mentiroso.
20O perverso de coraçãojamais achará o bem;e o que tem a línguadobre vem a cair no mal.
26Também não é bom punir o justo,nem tampouco feriraos príncipes por equidade.
4Não inclines o meu coraçãoa coisas más,a praticar obras más,com aqueles que praticama iniquidade;e não coma das suas delícias.
6Quando os seus juízes foremderrubados pelos lados da rocha,ouvirão as minhas palavras,pois são agradáveis.
7Os nossos ossos são espalhadosà boca da sepulturacomo se alguém fenderae partira lenha na terra.
6Quando lavava os meus passos na manteiga,e da rocha me corriam ribeiros de azeite;
10A voz dos nobres se calava,e a sua língua apegava-se ao seu paladar.
22Havendo eu falado,não replicavam,e minhas razões destilavamsobre eles;
11Ai do ímpio! Mal lhe irá;porque se lhe fará oque as suas mãos fizeram.
14O Senhor entrará em juízocontra os anciãos do seu povo,e contra os seus príncipes;é que fostes vósque consumistes esta vinha;o espólio do pobreestá em vossas casas.
24E será que em lugar deperfume haverá mau cheiro;e por cinto uma corda;e em lugar de encrespadurade cabelos, calvície;e em lugar de vesteluxuosa, pano de saco;e queimadura emlugar de formosura.
5Nem o que vos fez no deserto, até que chegastes a este lugar;
10Porque a terra que passas a possuir não é como a terra do Egito, de onde saíste, em que semeavas a tua semente, e a regavas com o teu pé, como a uma horta.
16Guardai-vos, que o vosso coração não se engane, e vos desvieis, e sirvais a outros deuses, e vos inclineis perante eles;
2Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa maldade,e em cujoespírito nãohá engano.
3Quando eu guardei silêncio,envelheceram os meus ossospelo meu bramidoem todo o dia.
9Não sejais como o cavalo,nem como a mula,que não têm entendimento,cuja boca precisa de cabrestoe freiopara que nãose cheguem a ti.