3Agora cinge os teus lombos,como homem;e perguntar-te-ei, e tu me ensinarás.
26Para chover sobre a terra,onde não há ninguém,e no deserto,em que não há homem;
38Quando se funde o pó numa massa,e se apegam os torrões uns aos outros?
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3Agora cinge os teus lombos,como homem;e perguntar-te-ei, e tu me ensinarás.
26Para chover sobre a terra,onde não há ninguém,e no deserto,em que não há homem;
38Quando se funde o pó numa massa,e se apegam os torrões uns aos outros?
5A minha alma se fartará, como de tutano e de gordura;e a minhaboca te louvarácom alegres lábios,
6Quando me lembrar de ti na minha cama,e meditar em tinas vigíliasda noite.
9Mas aqueles que procuram a minha almapara a destruir,irão para as profundezas da terra.
7Morrendo o homem perversoperece sua esperança,e acaba-se a expectaçãode riquezas.
12O que despreza o seu próximocarece de entendimento,mas o homem entendido se mantém calado.
17O homem misericordiosofaz o bem à sua alma,mas o cruel prejudica o seu corpo.
2Na verdade sei que assim é; porque,como se justificaria o homempara com Deus?
32Porque ele não é homem,como eu,a quem eu responda,vindo juntamente a juízo.
33Não há entre nós árbitroque ponha a mão sobre nós ambos.
12Todavia o homemque está em honra não permanece;antes écomo os animais,que perecem.
18Ainda que na sua vida ele bendisse a sua alma;e os homens te louvarão,quando fizeres bema ti mesmo,
20O homem que está em honra,e não tem entendimento,é semelhante aos animais,que perecem.
7Ao nu fazem passar a noitesem roupa,não tendo ele coberta contra o frio.
10Fazem com que os nus vãosem roupae aos famintos tiram as espigas.
14De madrugada se levanta o homicida,mata o pobree necessitado,e de noite é como o ladrão.
10Aquele que repreendeos gentios não castigará?E oque ensinaao homem o conhecimento, não saberá?
11O Senhor conheceos pensamentos do homem,que são vaidade.
12Bem-aventurado é o homem a quem tu castigas,ó Senhor,e a quem ensinas a tua lei;
5Os que são ousados de coração são despojados;dormiram o seu sono;e nenhum dos homensde força achou as próprias mãos.
6À tua repreensão,ó Deus de Jacó,carrose cavalos são lançadosnum sono profundo.
10Certamente a cólera do homem redundaráem teu louvor;o restante da cólera tu o restringirás.
10De dia e de noite a cercam sobre os seus muros;iniquidade e malíciaestão no meiodela.
13Mas eras tu,homem meu igual,meu guia e meu íntimo amigo.
14Consultávamos juntos suavemente,e andávamosem companhia na casa de Deus.
20Tal homem pôsas suas mãos naqueles que têm paz com ele;quebrou a suaaliança.
2Livra-me dosque praticam a iniquidade,e salva-me doshomens sanguinários.
14E tornem a vir à tarde,e deem ganidos como cães, e cerquem a cidade.
15Vagueiem para cima e para baixo por mantimento,e passem a noite sem se saciarem.
3Até quando maquinareis o malcontra um homem? Sereis mortos todos vós,sereis como umaparede encurvada euma sebe prestes a cair.
8Confiai nele, ó povo, em todos os tempos;derramai perante ele o vosso coração.Deus éo nosso refúgio.(Selá.)
9Certamente que os homens de classe baixa são vaidade,e os homensde ordem elevada são mentira;pesados em balanças,eles juntossão mais leves doque a vaidade.
19Trouxe-mepara um lugar espaçoso;livrou-me,porque tinha prazer em mim.
25Com o benignote mostrarás benigno;e com o homem sincerote mostrarás sincero;
29Porque contigo entreipelo meio de uma tropa,com o meu Deus saltei uma muralha.
48… do homem violento.