15Fendeste a fonte e o ribeiro;secaste os rios impetuosos.
21Oh, não volte envergonhado o oprimido;louvem o teunome o aflitoe o necessitado.
22Levanta-te, ó Deus, pleiteia a tua própria causa;lembra-te da afrontaque o loucote faz cada dia.
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15Fendeste a fonte e o ribeiro;secaste os rios impetuosos.
21Oh, não volte envergonhado o oprimido;louvem o teunome o aflitoe o necessitado.
22Levanta-te, ó Deus, pleiteia a tua própria causa;lembra-te da afrontaque o loucote faz cada dia.
1Assim como o cervo brama pelas correntes das águas,assim suspira a minha almapor ti,ó Deus!
7Um abismo chama outro abismo,ao ruído das tuas cachoeiras;todas as tuas ondase as tuas vagas têm passado sobre mim.
9Direi a Deus, minha rocha:Por que te esquecestede mim? Porque ando lamentandopor causa da opressãodo inimigo?
2Clamarei ao Deus altíssimo,ao Deus quepor mim tudo executa.
5Sê exaltado, ó Deus, sobre os céus;seja a tua glóriasobre toda aterra.
11Sê exaltado, ó Deus, sobre os céus;e seja a tua glóriasobre toda aterra.
2A minha alma está desejosa,e desfalece pelos átrios do Senhor;o meu coração ea minha carne clamam pelo Deus vivo.
9Olha, ó Deus, escudo nosso,e contempla o rosto do teu ungido.
10Porque vale mais um dianos teus átriosdo que mil.Preferiria estar à porta da casado meu Deus,a habitar nas tendas dos ímpios.
4Os montes saltaramcomo carneiros,eos outeiros como cordeiros.
5Que tiveste tu, ó mar,que fugiste, e tu, ó Jordão,que voltaste para trás?
6Montes,que saltastes como carneiros,e outeiros,como cordeiros?
6Tremor ali os tomou,e dores comode mulher de parto.
9Lembramo-nos, ó Deus,da tua benignidade,no meio do teu templo.
12Rodeai Sião,e cercai-a,contai as suas torres.