5E ele lhes disse: Conheceis a Labão, filho de Naor? E disseram: Conhecemos.
22Então reuniu Labão a todos os homens daquele lugar, e fez um banquete.
29E Labão deu sua serva Bila por serva a Raquel, sua filha.
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5E ele lhes disse: Conheceis a Labão, filho de Naor? E disseram: Conhecemos.
22Então reuniu Labão a todos os homens daquele lugar, e fez um banquete.
29E Labão deu sua serva Bila por serva a Raquel, sua filha.
46Mas não é primeiro o espiritual, senão o natural; depois o espiritual.
51Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados;
55Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?
9Já não vemos os nossos sinais, já não há profeta,nem há entrenós alguém que saiba atéquando isto durará.
10Até quando, ó Deus,nos afrontará oadversário? Blasfemará o inimigo o teu nomepara sempre?
13Tu dividiste o marpela tua força;quebrantaste as cabeçasdas baleiasnas águas.
17Maldito aquele que remover os limites do seu próximo. E todo o povo dirá: Amém.
21Maldito aquele que se deitar com algum animal. E todo o povo dirá: Amém.
25Maldito aquele que aceitar suborno para ferir uma pessoa inocente. E todo o povo dirá: Amém.
1Com a minha vozclamei ao Senhor;com a minha vozsupliquei ao Senhor.
4Olhei para a minha direita, e vi;mas não haviaquem me conhecesse.Refúgio me faltou;ninguém cuidou da minha alma.
6Atende ao meu clamor;porque estou muito abatido.Livra-me dos meus perseguidores;porque são mais fortes do que eu.
1Filho meu,se ficaste por fiadordo teu companheiro,se deste a tua mão ao estranho,
12O homem mau,o homem iníquo tem a boca pervertida.
13Acena com os olhos, fala com os pése faz sinais com os dedos.
7Babilônia era um copo de ouro na mão do Senhor,o qual embriagava a toda a terra;do seu vinho beberam as nações;por isso as nações enlouqueceram.
42O mar subiu sobre Babilônia;com a multidão das suas ondas se cobriu.
54De Babilônia se ouve clamorde grande destruição da terra dos caldeus;
5Mica, seu filho; Reaías, seu filho; Baal, seu filho;
8E Bela, filho de Azaz, filho de Sema, filho de Joel, que habitou em Aroer, até Nebo e Baal-Meom,
12Joel foi chefe, e Safã o segundo; também Janai e Safate estavam em Basã.
7Eis que é a liteira de Salomão;sessenta valentesestão ao redor dela,dos valentes de Israel;
8Todos armados de espadas,destros na guerra;cada um com a sua espada à cintapor causa dos temores noturnos.
9O rei Salomão fez para siuma carruagemde madeira do Líbano.
3Porque o ouvido prova as palavras,como o paladar experimenta a comida.
7Que homem há como Jó,que bebe a zombariacomo água?
36Pai meu!Meu desejo éque Jó seja provado até ao fim,pelas suas respostas a homens malignos.
6Ah, ah! Fugi agora da terra do norte, diz o Senhor, porque vos espalhei pelos quatro ventos do céu, diz o Senhor.
7Ah! Sião! Escapa, tu, que habitas com a filha de Babilônia.
8Porque assim diz o Senhor dos Exércitos: Depois da glória ele me enviou às nações que vos despojaram; porque aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho.
10Para grande matança está afiada,para reluzir está polida.Alegrar-nos-emos pois?A vara de meu filho é que despreza todo o madeiro.
19Tu, pois, ó filho do homem, propõe dois caminhos, por onde venha a espada do rei de Babilônia. Ambos procederão de uma mesma terra, e escolhe um lugar; escolhe-o no cimo do caminho da cidade.
30Torne a tua espada à sua bainha.No lugar em que foste criado,na terra do teu nascimento,eu te julgarei.
25Laço é para o homemapropriar-se do que é santo,e só refletir depoisde feitos os votos.
29A glória do jovemé a sua força;e a beleza dos velhossão os cabelos brancos.
30Os vergões das feridas são a purificação dos maus,como também as pancadas que penetramaté o mais íntimo do ventre.
7Quão formosos são,sobre os montes,os pés do que anuncia as boas novas,que faz ouvir a paz,do que anuncia o bem,que faz ouvir a salvação,do que diz a Sião:O teu Deus reina!
8Eis a voz dos teus atalaias! Eles alçam a voz,juntamente exultam;porque olho a olho verão,quando o Senhorfizer Sião voltar.
13Eis que o meu servo procederácom prudência;será exaltado, e elevado,e mui sublime.
2Porquanto não tinham saído ao encontro dos filhos de Israel com pão e água; antes contra eles assalariaram a Balaão para os amaldiçoar; porém o nosso Deus converteu a maldição em bênção.
8O que muito me desagradou; de sorte que lancei todos os móveis da casa de Tobias fora da câmara.
26Porventura não pecou nisto Salomão, rei de Israel, não havendo entre muitas nações rei semelhante a ele, e sendo ele amado de seu Deus, e pondo-o Deus rei sobre todo o Israel? E contudo as mulheres estrangeiras o fizeram pecar.
24Zife, e Telem, e Bealote,
26Amã e Sema, e Moladá,
29Baalá, e Iim, e Azem,
5Porque a sua ira durasó um momento;no seu favor está a vida.O choro pode durar uma noite,mas a alegria vem pela manhã.
9Que proveito há no meu sangue,quando desço à cova?Porventura te louvará o pó?Anunciará ele a tua verdade?
12Para que a minha glóriaa ti cante louvores,e não se cale.Senhor, meu Deus,
103Oh! Quão doces são as tuas palavrasao meu paladar,mais doces do que o mel à minha boca.
130A entradadas tuas palavras dá luz,dá entendimento aos símplices.
169Chegue a tio meu clamor, ó Senhor;dá-me entendimento conformea tua palavra.
8Mataram também, além dos que já haviam sido mortos, os reis dos midianitas: a Evi, e a Requém, e a Zur, e a Hur, e a Reba, cinco reis dos midianitas; também a Balaão, filho de Beor, mataram à espada.
16Eis que estas foram as que, por conselho de Balaão, deram ocasião aos filhos de Israel de transgredir contra o Senhor no caso de Peor; por isso houve aquela praga entre a congregação do Senhor.
33E setenta e dois mil bois;
2Os meus inimigos procuram devorar-me todo dia;pois são muitos osque pelejam contra mim,ó Altíssimo.
7Porventura escaparão elespor meio da sua iniquidade? Ó Deus,derruba os povosna tua ira!
8Tu contas as minhas vagueações;põe as minhas lágrimasno teu odre.Não estão elasno teulivro?