17Não que procure dádivas, mas procuro o fruto que cresça para a vossa conta.
20Ora, a nosso Deus e Pai seja dada glória para todo o sempre. Amém.
23A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com vós todos. Amém.
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17Não que procure dádivas, mas procuro o fruto que cresça para a vossa conta.
20Ora, a nosso Deus e Pai seja dada glória para todo o sempre. Amém.
23A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com vós todos. Amém.
20Nenhuma coisa levedada comereis; em todas as vossas habitações comereis pães ázimos.
44Porém todo o servo comprado por dinheiro, depois que o houveres circuncidado, então comerá dela.
46Numa casa se comerá; não levarás daquela carne fora da casa, nem dela quebrareis osso.
2Louvai ao Senhor pela vingança de Israel, quando o povo se ofereceu voluntariamente.
21O ribeiro de Quisom os arrastou, aquele antigo ribeiro, o ribeiro de Quisom. Pisaste, ó minha alma, à força.
25Água pediu ele, leite lhe deu ela; em prato de nobres lhe ofereceu manteiga.
6Não é boa a vossa vanglória. Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa?
7Purificai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.
8Por isso façamos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade.
5E fez descer o povo às águas. Então o Senhor disse a Gideão: Qualquer que lamber as águas com a sua língua, como as lambe o cão, esse porás à parte; como também a todo aquele que se abaixar de joelhos a beber.
6E foi o número dos que lamberam, levando a mão à boca, trezentos homens; e todo o restante do povo se abaixou de joelhos a beber as águas.
11E ouvirás o que dizem, e então, fortalecidas as tuas mãos descerás ao arraial. Então desceu ele com o seu moço Purá até ao extremo das sentinelas que estavam no arraial.
6… de alimentos, com as suas libações, segundo o seu estatuto, …
11… de alimentos com as suas libações.
16E um bode para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de alimentos e a sua libação;
18… de alimentos e as suas libações para os novilhos, para os …
19… de alimentos e das suas libações.
21… de alimentos, e as suas libações para os novilhos, para os …
22… de alimentos e da sua libação.
24… de alimentos, e as suas libações para os novilhos, para os …
25… de alimentos e da sua libação.
27… de alimentos, e as suas libações para os novilhos, para os …
28… de alimentos e da sua libação.
30… de alimentos, e as suas libações para os bezerros, para os …
31… de alimentos e da sua libação.
33… de alimentos, e as suas libações para os novilhos, para os …
34… de alimentos e da sua libação.
37… de alimentos e as suas libações para o novilho, para o …
38… de alimentos e da sua libação.
39… alimentos, e com as vossas libações, e com as vossas …
5Tanto mais que, por ser dadoao vinho é desleal;homem soberboque não permanecerá;que alarga como o infernoa sua alma;e é como a morteque não se farta,e ajunta a si todas as nações,e congrega a si todos os povos.
15Ai daquele que dá de beberao seu companheiro!Ai de ti, que adicionas à bebidao teu furor,e o embebedaspara ver a sua nudez!
16Serás farto de ignomíniaem lugar de honra;bebe tu também,e sê como um incircunciso;o cálice da mão direitado Senhor voltará a ti,e ignomínia cairásobre a tua glória.
41Estando duas moendo no moinho, será levada uma, e deixada outra.
46Bem-aventurado aquele servo que o seu senhor, quando vier, achar fazendo assim.
49E começar a espancar os seus conservos, e a comer e a beber com os ébrios,
4A língua do que mamafica pegada pela sedeao seu paladar;os meninos pedem pão,e ninguém lho reparte.
5Os que comiam comidas finasagora desfalecem nas ruas;os que se criaram em carmesimabraçam monturos.
7Os seus nobres erammais puros do que a neve,mais brancos do que o leite;mais vermelhos de corpodo que os rubis,e mais polidos do que a safira.
22Deles comereis estes: a locusta segundo a sua espécie, o gafanhoto devorador segundo a sua espécie, o grilo segundo a sua espécie, e o gafanhoto segundo a sua espécie.
25Qualquer que levar os seus cadáveres lavará as suas vestes, e será imundo até à tarde.
34Todo o alimento que se come, sobre o qual cair água de tais vasos, será imundo; e toda a bebida que se bebe, depositada nesses vasos, será imunda.
3Retira-te daqui, e vai para o oriente, e esconde-te junto ao ribeiro de Querite, que está diante do Jordão.
4E há de ser que beberás do ribeiro; e eu tenho ordenado aos corvos que ali te sustentem.
6E os corvos lhe traziam pão e carne pela manhã; como também pão e carne à noite; e bebia do ribeiro.
17E, ainda que seja oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, folgo e me regozijo com todos vós.
13E queimou o seu holocausto, e a sua oferta de alimentos, e derramou a sua libação, e aspergiu o sangue dos seus sacrifícios pacíficos sobre o altar.
7Sede pois, irmãos, pacientes até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba a chuva temporã e serôdia.
13Está alguém entre vós aflito? Ore. Está alguém contente? Cante louvores.
16Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração do justo pode muito em seus efeitos.
6Comprareis deles, por dinheiro, comida para comerdes; e também água para beber deles comprareis por dinheiro.
27Deixa-me passar pela tua terra; somente pela estrada irei; não me desviarei para a direita nem para a esquerda.
28A comida, para que eu coma, vender-me-ás por dinheiro, e dar-me-ás por dinheiro a água para que eu beba; tão somente deixa-me passar a pé;
11Então disse Lia: Afortunada! E chamou o seu nome Gade.
34Então disse Labão: Quem dera seja conforme a tua palavra.
42Mas, quando era fraco o rebanho, não as punha. Assim as fracas eram de Labão, e as fortes de Jacó.
14Quem sabe se não se voltaráe se arrependerá,e deixará após si uma bênção,em oferta de alimentos e libaçãopara o Senhor vosso Deus?
8Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal.
10De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim.
11Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?
9Um pouco de fermento leveda toda a massa.
19Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, fornicação, impureza, lascívia,
22Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
7Quem é este que vem subindo como o Nilo,cujas águas se movem como os rios?
11Sobe a Gileade, e toma bálsamo,ó virgem filha do Egito;em vão multiplicas remédios,pois já não há cura para ti.
15Por que foram derrubados os teus valentes?Não puderam manter-se firmes,porque o Senhor os abateu.