3Aguçaram as línguascomo a serpente;o veneno das víboras estádebaixo dos seus lábios. (Selá.)
11Não terá firmeza na terrao homem de má língua;o mal perseguirá o homem violentoaté que seja desterrado.
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3Aguçaram as línguascomo a serpente;o veneno das víboras estádebaixo dos seus lábios. (Selá.)
11Não terá firmeza na terrao homem de má língua;o mal perseguirá o homem violentoaté que seja desterrado.
28A língua falsa odeiaaos que ela fere,e a boca lisonjeira provoca a ruína.
19Não extingais o Espírito.
24Fiel é o que vos chama, o qual também o fará.
28A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco. Amém.
4Rugirá o leão no bosque,sem que tenha presa?Levantará o leãozinhono seu covil a sua voz,se nada tiver apanhado?
5Cairá a ave no laço em terra,se não houver armadilha para ela?Levantar-se-á da terra o laço,sem que tenha apanhadoalguma coisa?
8Rugiu o leão,quem não temerá?Falou o Senhor Deus,quem não profetizará?
29Ponha a sua boca no pó;talvez ainda haja esperança.
56Ouviste a minha voz;não escondas o teu ouvidoao meu suspiro,ao meu clamor.
62Os lábios dos que se levantamcontra mime os seus desígniosme são contrários todo o dia.
14Então disse ele: Uma palavra tenho que dizer-te. E ela disse: Fala.
16Assim que agora uma só petição te faço; não ma rejeites. E ela lhe disse: Fala.
20Então disse ela: Só uma pequena petição te faço; não ma rejeites. E o rei lhe disse: Pede, minha mãe, porque não ta negarei.
9E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação;
2Rogo a Evódia, e rogo a Síntique, que sintam o mesmo no Senhor.
20Ora, a nosso Deus e Pai seja dada glória para todo o sempre. Amém.
23A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com vós todos. Amém.
17Maldito aquele que remover os limites do seu próximo. E todo o povo dirá: Amém.
21Maldito aquele que se deitar com algum animal. E todo o povo dirá: Amém.
26Maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei, não as cumprindo. E todo o povo dirá: Amém.
11Seguramente a serpente morderáantes de estar encantada,e o falador não é melhor.
12Nas palavras da boca do sábiohá favor,porém os lábios do toloo devoram;
13O princípio das palavrasda sua boca é a estultícia,e o fim do seu falarum desvario péssimo.
10Então disse Moisés ao Senhor: Ah, meu Senhor! Eu não sou homem eloquente, nem de ontem nem de anteontem, nem ainda desde que tens falado ao teu servo; porque sou pesado de boca e pesado de língua.
16Eles voltaram,mas não para o Altíssimo.Fizeram-se como um arcoenganador;caem à espadaos seus príncipes,por causa do furorda sua língua;este será o seu escárniona terra do Egito.
15Porventura reinarás tu,porque te encerras em cedro?Acaso teu pai não comeu e bebeu,e não praticou o juízo e a justiça?Por isso lhe sucedeu bem.
16Julgou a causa do aflito e necessitado;então lhe sucedeu bem;porventura não é isto conhecer-me?Diz o Senhor.
29Ó terra, terra, terra!Ouve a palavra do Senhor.
17E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas;
55Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida.
63O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos digo são espírito e vida.
68Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.
9Então foram chamados os escrivães do rei, naquele mesmo tempo, no terceiro mês (que é o mês de Sivã), aos vinte e três dias; e se escreveu conforme a tudo quanto ordenou Mardoqueu aos judeus, como também aos sátrapas, e aos governadores, e aos líderes das províncias, que se estendem da Índia até Etiópia, cento e vinte e sete províncias, a cada província segundo o seu modo de escrever, e a cada povo conforme a sua língua; como também aos judeus segundo o seu modo de escrever, e conforme a sua língua.
8Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim.
11O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem.
17Ainda não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce para o ventre, e é lançado fora no esgoto?
10A voz dos nobres se calava,e a sua língua apegava-se ao seu paladar.
13Então disse àquele homem: Estende a tua mão. E ele a estendeu, e ficou sã como a outra.
34Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca.
37Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado.
15Por isso disse ele: Chama-a. E, chamando-a ele, ela se pôs à porta.
23E disse ele: Por que vais a ele hoje? Não é lua nova nem sábado. E ela disse: Tudo vai bem.
26Agora, pois, corre-lhe ao encontro e dize-lhe: Vai bem contigo? Vai bem com teu marido? Vai bem com teu filho? E ela disse: Vai bem.