2Dã, José e Benjamim, Naftali, Gade e Aser.
36E Atai gerou a Natã, e Natã gerou a Zabade.
38E Obede gerou a Jeú, e Jeú gerou a Azarias.
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2Dã, José e Benjamim, Naftali, Gade e Aser.
36E Atai gerou a Natã, e Natã gerou a Zabade.
38E Obede gerou a Jeú, e Jeú gerou a Azarias.
7Disse depois a outro: E tu, quanto deves? E ele respondeu: Cem alqueires de trigo. E disse-lhe: Toma a tua obrigação, e escreve oitenta.
16A lei e os profetas duraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele.
19Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente.
13Porventura pouco é que nos fizeste subir de uma terra que mana leite e mel, para nos matares neste deserto, senão que também queres fazer-te príncipe sobre nós?
14Nem tampouco nos trouxeste a uma terra que mana leite e mel, nem nos deste campo e vinhas em herança; porventura arrancarás os olhos a estes homens? Não subiremos.
27Subiram, pois, do derredor da habitação de Coré, Datã e Abirão. E Datã e Abirão saíram, e se puseram à porta das suas tendas, juntamente com as suas mulheres, e seus filhos, e suas crianças.
2Fala agora aos ouvidos do povo, que cada homem peça ao seu vizinho, e cada mulher à sua vizinha, joias de prata e joias de ouro.
6E haverá grande clamor em toda a terra do Egito, como nunca houve semelhante e nunca haverá;
8Então todos estes teus servos descerão a mim, e se inclinarão diante de mim, dizendo: Sai tu, e todo o povo que te segue as pisadas; e depois eu sairei. E saiu da presença de Faraó ardendo em ira.
32Até que eu venha, e vos leve para uma terra como a vossa, terra de trigo e de mosto, terra de pão e de vinhas, terra de oliveiras, de azeite e de mel; e assim vivereis, e não morrereis; e não deis ouvidos a Ezequias; porque vos incita, dizendo: O Senhor nos livrará.
33E reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim.
52Depôs dos tronos os poderosos, e elevou os humildes.
80E o menino crescia, e se robustecia em espírito. E esteve nos desertos até ao dia em que havia de mostrar-se a Israel.
24Esconder-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? Diz o Senhor. Porventura não encho eu os céus e a terra? Diz o Senhor.
28O profeta que tem um sonho conte o sonho; e aquele que tem a minha palavra, fale a minha palavra com verdade. Que tem a palha com o trigo? Diz o Senhor.
35Assim direis, cada um ao seu próximo, e cada um ao seu irmão: Que respondeu o Senhor? E que falou o Senhor?
7O Senhor empobrece e enriquece; abaixa e também exalta.
8Levanta o pobre do pó, e desde o monturo exalta o necessitado, para o fazer assentar entre os príncipes, para o fazer herdar o trono de glória; porque do Senhor são os alicerces da terra, e assentou sobre eles o mundo.
21… filhas; e o jovem Samuel crescia diante do …
26E o jovem Samuel ia crescendo, e fazia-se agradável, assim para com o Senhor, como também para com os homens.
15Há ouro e abundância de rubis,mas os lábiosdo conhecimentosão joia preciosa.
28Benignidadee verdade guardam ao rei,e com benignidadesustém ele o seu trono.
29A glória do jovemé a sua força;e a beleza dos velhossão os cabelos brancos.
2Vamos, pois, até ao Jordão e tomemos de lá, cada um de nós, uma viga, e façamo-nos ali um lugar para habitar. E disse ele: Ide.
4E foi com eles; e, chegando eles ao Jordão, cortaram madeira.
28Disse-lhe mais o rei: Que tens? E disse ela: Esta mulher me disse: Dá cá o teu filho, para que hoje o comamos, e amanhã comeremos o meu filho.
24Zife, e Telem, e Bealote,
30E Eltolade, e Quesil, e Hormá.
56E Jizreel, e Jocdeão, e Zanoa,
1Como se escureceu o ouro!Como se mudou o ouro puro e bom!Como estão espalhadasas pedras do santuáriosobre cada rua!
2Os preciosos filhos de Sião,avaliados a puro ouro,como são agora reputadospor vasos de barro,obra das mãos do oleiro!
5Os que comiam comidas finasagora desfalecem nas ruas;os que se criaram em carmesimabraçam monturos.
3A ordenar acerca dos tristesde Sião que se lhes dê glóriaem vez de cinza,óleo de gozo em vez de tristeza,vestes de louvor em vezde espírito angustiado;a fim de que se chamem árvoresde justiça,plantações do Senhor,para que ele seja glorificado.
6Porém vós sereis chamados sacerdotesdo Senhor,e vos chamarão ministrosde nosso Deus;comereis a riquezados gentios,e na sua glória vos gloriareis.
10… com as suas joias.
11Porque,como a terra produz os seus renovos,e como o jardim faz brotar oque nele se semeia,assim o Senhor Deus fará brotar a justiçae o louvorpara todasas nações.
28Tomaram camas e bacias, e vasilhas de barro, e trigo, e cevada, e farinha, e grão torrado, e favas, e lentilhas, também torradas,
28Para onde subiremos? Nossos irmãos fizeram com que se derretesse o nosso coração, dizendo: Maior e mais alto é este povo do que nós, as cidades são grandes e fortificadas até aos céus; e também vimos ali filhos dos gigantes.
32Mas nem por isso crestes no Senhor vosso Deus,
41Então respondestes, e me dissestes: Pecamos contra o Senhor; nós subiremos e pelejaremos, conforme a tudo o que nos ordenou o Senhor nosso Deus. E armastes-vos, cada um de vós, dos seus instrumentos de guerra, e estivestes prestes para subir à montanha.
6Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento.
7Por isso, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento.
8Ora, o que planta e o que rega são um; mas cada um receberá o seu galardão segundo o seu trabalho.
2E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos,
18Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo.
19No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes …
9Quando também fizerdes a colheita da vossa terra, o canto do teu campo não segarás totalmente, nem as espigas caídas colherás da tua sega.
10Semelhantemente não rabiscarás a tua vinha, nem colherás os bagos caídos da tua vinha; deixá-los-ás ao pobre e ao estrangeiro. Eu sou o Senhor vosso Deus.
25E no quinto ano comereis o seu fruto, para que vos faça aumentar a sua produção. Eu sou o Senhor vosso Deus.
3Quão grandes são os seus sinais, e quão poderosas as suas maravilhas! O seu reino é um reino sempiterno, e o seu domínio de geração em geração.
11Crescia esta árvore, e se fazia forte, de maneira que a sua altura chegava até ao céu; e era vista até aos confins da terra.
20A árvore que viste, que cresceu, e se fez forte, …
22És tu, ó rei, que cresceste, e te fizeste forte; a tua grandeza cresceu, e chegou até ao céu, e o teu domínio até à extremidade da terra.
33… do céu, até que lhe cresceu pelo, como as penas da …
4Com três carreiras de grandes pedras, e uma carreira de madeira nova; e a despesa se fará da casa do rei.
9E o que for necessário, como bezerros, carneiros, e cordeiros, para holocaustos ao Deus dos céus, trigo, sal, vinho e azeite, segundo o rito dos sacerdotes que estão em Jerusalém, dê-se-lhes, de dia em dia, para que não haja falta.
14E os anciãos dos judeus iam edificando e prosperando pela profecia do profeta Ageu, e de Zacarias, filho de Ido. E edificaram e terminaram a obra conforme ao mandado do Deus de Israel, e conforme ao decreto de Ciro e Dario, e de Artaxerxes, rei da Pérsia.