22 Ele comerá do pão do seu Deus, tanto do santíssimo como do santo.
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24 Corra, porém, o juízo como as águas, e a justiça como o ribeiro impetuoso.
25 O homem comeu o pão dos anjos; ele lhes mandou comida a fartar.
10 No lugar santíssimo as comerás; todo o homem a comerá; santas serão para ti.
2 As mulheres idosas, como a mães, às moças, como a irmãs, em toda a pureza.
3 O que come não despreze o que não come; e o que não come, não julgue o que come; porque Deus o recebeu por seu.
10 Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, brilhante como o sol, terrível como um exército com bandeiras?
18 Assim como se vestiu de maldição, como sua roupa, assim penetre ela nas suas entranhas, como água, e em seus ossos como azeite.
5 Eu serei para Israel como o orvalho. Ele florescerá como o lírio e lançará as suas raízes como o Líbano.
4 Formosa és, meu amor, como Tirza, aprazível como Jerusalém, terrível como um exército com bandeiras.
1 E eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo.
6 Todo o varão entre os sacerdotes a comerá; no lugar santo se comerá; coisa santíssima é.
16 Tão somente o sangue não comereis; sobre a terra o derramareis como água.
8 E tinham cabelos como cabelos de mulheres, e os seus dentes eram como de leões.
24 O seu coração é firme como uma pedra e firme como a mó de baixo.
28 E ele me consome como a podridão, e como a roupa, à qual rói a traça.
23 Vou-me como a sombra que declina; sou sacudido como o gafanhoto.
6 Por isso a soberba os cerca como um colar; vestem-se de violência como de adorno.
5 Livra-te, como a gazela da mão do caçador, e como a ave da mão do passarinheiro.
13 Deus meu, faze-os como um tufão, como a aresta diante do vento.
18 E edificará a sua casa como a traça, e como o guarda que faz a cabana.
7 E era o maná como semente de coentro, e a sua cor como a cor de bdélio.
12 Traguemo-los vivos, como a sepultura; e inteiros, como os que descem à cova;
2 Sai como a flor, e murcha; foge também como a sombra, e não permanece.
12 E os povos serão como as queimas de cal; como espinhos cortados arderão no fogo.
7 Que homem há como Jó, que bebe a zombaria como água?
23 Somente o seu sangue não comerás; sobre a terra o derramarás como água.
43 Então os moí como o pó da terra; como a lama das ruas os trilhei e dissipei.
20 Nenhuma coisa levedada comereis; em todas as vossas habitações comereis pães ázimos.
14 E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e os seus olhos como chama de fogo;
8 Ora a comida não nos faz agradáveis a Deus, porque, se comemos, nada temos de mais e, se não comemos, nada nos falta.
9 Como desconhecidos, mas sendo bem conhecidos; como morrendo, e eis que vivemos; como castigados, e não mortos;
4 O que ficou da lagarta, o gafanhoto o comeu, e o que ficou do gafanhoto, a locusta o comeu, e o que ficou da locusta, o pulgão o comeu.
7 Vindo, pois, Urias a ele, perguntou Davi como passava Joabe, e como estava o povo, e como ia a guerra.
10 Como contristados, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, e possuindo tudo.
30 E os que choram, como se não chorassem; e os que folgam, como se não folgassem; e os que compram, como se não possuíssem;
10 Apalpamos as paredes como cegos, e como os que não têm olhos andamos apalpando; tropeçamos ao meio-dia como nas trevas, e nos lugares escuros como mortos.
7 Como também a Parsandata, e a Dalfom e a Aspata,
3 Por isso serão como a nuvem da manhã, e como o orvalho da madrugada, que cedo passa; como folhelho que a tempestade lança da eira, e como a fumaça da chaminé.
4 Não temos nós direito de comer e beber?
23 E te levantaste contra o Senhor do céu, pois foram trazidos à tua presença os vasos da casa dele, e tu, os teus senhores, as tuas mulheres e as tuas concubinas, bebestes vinho neles; além disso, deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra, que não veem, não ouvem, nem sabem; mas a Deus, em cuja mão está a tua vida, e de quem são todos os teus caminhos, a ele não glorificaste.
6 Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades como um vento nos arrebatam.
16 Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas.
4 Não terão conhecimento os que praticam a iniquidade, os quais comem o meu povo, como se comessem pão, e não invocam ao Senhor?
5 Tu os levas como uma corrente de água; são como um sono; de manhã são como a erva que cresce.
1 Como se escureceu o ouro! Como se mudou o ouro puro e bom! Como estão espalhadas as pedras do santuário sobre cada rua!
69 E edificou o seu santuário como altos palácios, como a terra, que fundou para sempre.
3 E o seu aspecto era como um relâmpago, e as suas vestes brancas como neve.
2 Ele se cobre de luz como de um vestido, estende os céus como uma cortina.
12 As vossas memórias são como provérbios de cinza; as vossas defesas como defesas de lodo.
26 Como vinagre para os dentes, como fumaça para os olhos, assim é o preguiçoso para aqueles que o mandam.
14 Como o fogo que queima um bosque, e como a chama que incendeia as montanhas,
16 Como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus.
18 Os seus ossos são como tubos de bronze; a sua ossada é como barras de ferro.
2 Como expulsaste os gentios com a tua mão e os plantaste a eles; como afligiste os povos e os derrubaste.
18 Porque são como a palha diante do vento, e como a pragana, que arrebata o redemoinho.
7 Seja como o ímpio o meu inimigo, e como o perverso o que se levantar contra mim.
37 Será estabelecido para sempre como a lua e como uma testemunha fiel no céu. (Selá.)
23 Porque me esperavam, como à chuva; e abriam a sua boca, como à chuva tardia.
42 Então os esmiucei como o pó diante do vento; deitei-os fora como a lama das ruas.
10 Porventura não me vazaste como leite, e como queijo não me coalhaste?
8 Não endureçais os vossos corações, assim como na provocação e como no dia da tentação no deserto;
22 E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas.
14 Eu sou devedor, tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes.
22 Nas tuas portas o comerás; o imundo e o limpo o comerão também, como da corça ou do veado.
20 E enamorou-se dos seus amantes, cuja carne é como a de jumentos, e cujo fluxo é como o de cavalos.
6 Como foram rebuscados os bens de Esaú! Como foram investigados os seus tesouros escondidos!
19 Seja para ele como a roupa que o cobre, e como cinto que o cinja sempre.
15 O monte de Deus é como o monte de Basã, um monte elevado como o monte de Basã.
40 Como diarista, como peregrino estará contigo; até ao ano do jubileu te servirá;
27 E contar-se-vos-á a vossa oferta alçada, como grão da eira, e como plenitude do lagar.
4 Mas o seu fim é amargoso como o absinto, agudo como a espada de dois gumes.
2 Do fruto da boca cada um comerá o bem, mas a alma dos prevaricadores comerá a violência.
6 Assim como Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça.
3 Porque os meus dias se consomem como a fumaça, e os meus ossos ardem como lenha.
15 Não nos considera ele como estranhas? Pois vendeu-nos, e comeu de todo o nosso dinheiro.
1 Não repreendas asperamente o ancião, mas admoesta-o como a pai; aos moços como a irmãos;
10 Porque ainda que eles se entrelacem como os espinhos, e se saturem de vinho como bêbados, serão inteiramente consumidos como palha seca.
15 As suas pernas como colunas de mármore, colocadas sobre bases de ouro puro; o seu aspecto como o Líbano, excelente como os cedros.
2 E o que suceder ao povo, assim sucederá ao sacerdote; ao servo, como ao seu senhor; à serva, como à sua senhora; ao comprador, como ao vendedor; ao que empresta, como ao que toma emprestado; ao que dá usura, como ao que paga usura.
4 Como cantaremos a canção do Senhor em terra estranha?
5 Os abismos os cobriram; desceram às profundezas como pedra.
19 Se quiserdes, e obedecerdes, comereis o bem desta terra.
36 Disseram, pois, os judeus: Vede como o amava.
45 Como escória e refugo nos puseste no meio dos povos.
4 Para que o manifeste, como me convém falar.
23 E trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos;
49 Vossos pais comeram o maná no deserto, e morreram.
27 Como caíram os poderosos, e pereceram as armas de guerra!
7 Vigio, sou como o pardal solitário no telhado.
3 E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata; e purificará os filhos de Levi, e os refinará como ouro e como prata; então ao Senhor trarão oferta em justiça.
3 E que comeis a carne do meu povo, e lhes arrancais a pele, e lhes esmiuçais os ossos, e os repartis como para a panela e como carne dentro do caldeirão.
24 Eis que o povo se levantará como leoa, e se erguerá como leão; não se deitará até que coma a presa, e beba o sangue dos mortos.
29 E como antes disse Isaías: Se o Senhor dos Exércitos nos não deixara descendência, teríamos nos tornado como Sodoma, e teríamos sido feitos como Gomorra.
4 Acaso não têm conhecimento os que praticam a iniquidade, os quais comem o meu povo como se comessem pão? Eles não invocaram a Deus.
16 Ou como aborto oculto, não existiria; como as crianças que não viram a luz.
15 Quanto ao homem, os seus dias são como a erva, como a flor do campo assim floresce.
26 O sacerdote que a oferecer pelo pecado a comerá; no lugar santo se comerá, no pátio da tenda da congregação.
6 Ele os faz saltar como um bezerro; ao Líbano e Siriom, como filhotes de bois selvagens.
5 Não se acham em trabalhos como outros homens, nem são afligidos como outros homens.