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Resultados da busca por "Minha é a vingança"

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14 Meu é o conselho e a verdadeira sabedoria; eu sou o entendimento; minha é a fortaleza.

55 Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida.

9 Esconde a tua face dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniquidades.

30 E sobre a mesa porás o pão da proposição perante a minha face perpetuamente.

1 Livra-me, ó Deus, pois as águas entraram até à minha alma.

47 Mas, se não credes nos seus escritos, como crereis nas minhas palavras?

2 O Espírito do Senhor falou por mim, e a sua palavra está na minha boca.

4 Pois dizes: A minha doutrina é pura, e limpo sou aos teus olhos.

35 O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar.

1 Inclinai os ouvidos, ó céus, e falarei; e ouça a terra as palavras da minha boca.

22 Mas o Senhor é a minha defesa; e o meu Deus é a rocha do meu refúgio.

16 Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.

11 Dei-te um rei na minha ira, e tirei-o no meu furor.

22 Então caia do ombro a minha espádua, e separe-se o meu braço do osso.

45 Os filhos de estranhos se me sujeitaram; ouvindo a minha voz, me obedeceram.

28 A minha alma consome-se de tristeza; fortalece-me segundo a tua palavra.

10 Então moa minha mulher para outro, e outros se encurvem sobre ela,

43 E ali virei aos filhos de Israel, para que por minha glória sejam santificados.

8 A minha alma te segue de perto; a tua destra me sustenta.

15 E Moisés edificou um altar, ao qual chamou: o Senhor é minha bandeira.

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8 Vivo eu, diz o Senhor Deus, que, porquanto as minhas ovelhas foram entregues à rapina, e as minhas ovelhas vieram a servir de pasto a todas as feras do campo, por falta de pastor, e os meus pastores não procuraram as minhas ovelhas; e os pastores apascentaram a si mesmos, e não apascentaram as minhas ovelhas;

38 Se a minha terra clamar contra mim, e se os seus sulcos juntamente chorarem,

175 Viva a minha alma, e louvar-te-á; ajudem-me os teus juízos.

2 Lava-me completamente da minha iniquidade, e purifica-me do meu pecado.

2 E porei a minha aliança entre mim e ti, e te multiplicarei grandissimamente.

7 Disse, pois, Jesus: Deixai-a; para o dia da minha sepultura guardou isto;

4 Eu, Nabucodonosor, estava sossegado em minha casa, e próspero no meu palácio.

3 Que, enquanto em mim houver alento, e o sopro de Deus nas minhas narinas,

10 Peço-te por meu filho Onésimo, que gerei nas minhas prisões;

31 A minha harpa se tornou em luto, e o meu órgão em voz dos que choram.

32 O estrangeiro não passava a noite na rua; as minhas portas abria ao viandante.

6 Ajuntam-se, escondem-se, marcam os meus passos, como aguardando a minha alma.

23 Também fui sincero perante ele, e me guardei da minha iniquidade.

3 A minha boca falará de sabedoria, e a meditação do meu coração será de entendimento.

4 Não darei sono aos meus olhos, nem repouso às minhas pálpebras,

17 Visto que odeias a correção, e lanças as minhas palavras para detrás de ti.

16 E agora derrama-se em mim a minha alma; os dias da aflição se apoderaram de mim.

57 O Senhor é a minha porção; eu disse que observaria as tuas palavras.

31 Ainda me submergirás no fosso, e as minhas próprias vestes me abominarão.

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11 A quem jurei na minha ira que não entrarão no meu repouso.

15 Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca entoará o teu louvor.

14 Disse pois: Irá a minha presença contigo para te fazer descansar.

7 Porque a minha boca proferirá a verdade, e os meus lábios abominam a impiedade.

1 Homens, irmãos e pais, ouvi agora a minha defesa perante vós

13 Está em mim a minha ajuda? Ou desamparou-me a verdadeira sabedoria?

11 Por amor do teu nome, Senhor, perdoa a minha iniquidade, pois é grande.

12 Portanto dize: Eis que lhe dou a minha aliança de paz;

3 Os lavradores araram sobre as minhas costas; compridos fizeram os seus sulcos.

11 Conheço todas as aves dos montes; e minhas são todas as feras do campo.

8 Encha-se a minha boca do teu louvor e da tua glória todo o dia.

33 Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar.

33 Faz os meus pés como os das cervas, e põe-me nas minhas alturas.

3 Assim diz o Senhor Deus: Portanto, estenderei sobre ti a minha rede com reunião de muitos povos, e te farão subir na minha rede.

4 Grande é a ousadia da minha fala para convosco, e grande a minha glória a respeito de vós; estou cheio de consolação; transbordo de gozo em todas as nossas tribulações.

4 Estrangeiro e peregrino sou entre vós; dai-me possessão de sepultura convosco, para que eu sepulte a minha morta de diante da minha face.

50 Se afligires as minhas filhas, e se tomares mulheres além das minhas filhas, ninguém está conosco; atenta que Deus é testemunha entre mim e ti.

13 Estava vendo isso nas visões da minha cabeça, estando eu na minha cama; e eis que um vigia, um santo, descia do céu,

5 Perto está a minha justiça, vem saindo a minha salvação, e os meus braços julgarão os povos; as ilhas me aguardarão, e no meu braço esperarão.

6 Derramou-se, pois, a minha indignação e a minha ira, e acendeu-se nas cidades de Judá, e nas ruas de Jerusalém, e elas tornaram-se em deserto e em desolação, como hoje se vê.

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20 Porque eu estenderei a minha mão, e ferirei ao Egito com todas as minhas maravilhas que farei no meio dele; depois vos deixará ir.

1 Ouve-me quando eu clamo, ó Deus da minha justiça, na angústia me deste largueza; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração.

13 E disse o Senhor: Porque deixaram a minha lei, que pus perante eles, e não deram ouvidos à minha voz, nem andaram nela,

3 Pois eis que põem ciladas à minha alma; os fortes se ajuntam contra mim, não por transgressão minha ou por pecado meu, ó Senhor.

8 Porque a traça os roerá como a roupa, e o bicho os comerá como a lã; mas a minha justiça durará para sempre, e a minha salvação de geração em geração.

12 Eu fiz a terra, e criei nela o homem; eu o fiz; as minhas mãos estenderam os céus, e a todos os seus exércitos dei as minhas ordens.

17 Filho do homem: Eu te dei por atalaia sobre a casa de Israel; e tu da minha boca ouvirás a palavra e avisá-los-ás da minha parte.

13 Dize, peço-te, que és minha irmã, para que me vá bem por tua causa, e que viva a minha alma por amor de ti.

24 Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou.

40 Mas, o assentar-se à minha direita, ou à minha esquerda, não me pertence a mim concedê-lo, mas isso é para aqueles a quem está reservado.

20 Destruição sobre destruição se apregoa; porque já toda a terra está destruída; de repente foram destruídas as minhas tendas, e as minhas cortinas num momento.

2 Goteje a minha doutrina como a chuva, destile a minha palavra como o orvalho, como chuvisco sobre a erva e como gotas de água sobre a relva.

4 Eis que todas as almas são minhas; como o é a alma do pai, assim também a alma do filho é minha: a alma que pecar, essa morrerá.

7 Não te lembres dos pecados da minha mocidade, nem das minhas transgressões; mas segundo a tua misericórdia, lembra-te de mim, por tua bondade, Senhor.

9 Levantai-vos, mulheres, que estais sossegadas, e ouvi a minha voz; e vós, filhas, que estais tão seguras, inclinai os ouvidos às minhas palavras.

35 Quais são eles, dentre todos os deuses das terras, que livraram a sua terra da minha mão, para que o Senhor livrasse a Jerusalém da minha mão?

1 Põe a trombeta à tua boca. Ele virá como a águia contra a casa do Senhor, porque transgrediram a minha aliança, e se rebelaram contra a minha lei.

10 Porque este dia é o dia do Senhor Deus dos Exércitos, dia de vingança para ele se vingar dos seus adversários; e a espada devorará, e fartar-se-á, e embriagar-se-á com o sangue deles; porque o Senhor Deus dos Exércitos tem um sacrifício na terra do norte, junto ao rio Eufrates.

11 Porque, quanto cuidado não produziu isto mesmo em vós que, segundo Deus, fostes contristados! Que apologia, que indignação, que temor, que saudades, que zelo, que vingança! Em tudo mostrastes estar puros neste negócio.

1 Filho meu, guarda as minhas palavras, e esconde dentro de ti os meus mandamentos.

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9 Quando vossos pais me tentaram, me provaram, e viram a minha obra.

154 Pleiteia a minha causa, e livra-me; vivifica-me segundo a tua palavra.

11 E porei o meu tabernáculo no meio de vós, e a minha alma de vós não se enfadará.

14 Senhor, por que rejeitas a minha alma? Por que escondes de mim a tua face?

7 Quando eu saía para a porta da cidade, e na rua fazia preparar a minha cadeira,

10 Quando chorei, e castiguei com jejum a minha alma, isto se me tornou em afrontas.

7 Volta, minha alma, para o teu repouso, pois o Senhor te fez bem.

30 Louvarei grandemente ao Senhor com a minha boca; louvá-lo-ei entre a multidão.

18 Aproxima-te da minha alma, e resgata-a; livra-me por causa dos meus inimigos.

3 Põe, ó Senhor, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios.

5 Dirige os meus passos nos teus caminhos, para que as minhas pegadas não vacilem.

7 Não é assim com o meu servo Moisés que é fiel em toda a minha casa.

9 Pois tenho comido cinza como pão, e misturado com lágrimas a minha bebida,

19 Encontraram-me no dia da minha calamidade; porém o Senhor se fez o meu amparo.

30 Enegreceu-se a minha pele sobre mim, e os meus ossos estão queimados do calor.

21 Deram-me fel por mantimento, e na minha sede me deram a beber vinagre.

5 Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha direita da sua destreza.

6 Quando me lembrar de ti na minha cama, e meditar em ti nas vigílias da noite.

23 Inclinai os ouvidos, e ouvi a minha voz; atendei bem e ouvi o meu discurso.

34 A minha meditação acerca dele será suave; eu me alegrarei no Senhor.

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