5Mas Deus não se agradou da maior parte deles, por isso foram prostrados no deserto.
25Comei de tudo quanto se vende no açougue, sem perguntar nada, por causa da consciência.
28Mas, se alguém vos disser: Isto foi sacrificado aos ídolos, não comais, por causa daquele que vos advertiu e por causa da consciência; porque a terra é do Senhor, e toda a sua plenitude.
1Visão de Obadias:Assim diz o Senhor Deus a respeito de Edom:Temos ouvido a pregaçãodo Senhor,e foi enviado aos gentiosum emissário, dizendo:Levantai-vos,e levantemo-nos contra ela para a guerra.
3A soberba do teu coraçãote enganou,como o que habita nas fendas das rochas,na sua alta morada,que diz no seu coração:Quem me derrubaráem terra?
8Porventura não acontecerá naquele dia,diz o Senhor,que farei perecer os sábios de Edom,e o entendimentodo monte de Esaú?
2E ele clamou contra o altar por ordem do Senhor, e disse: Altar, altar! Assim diz o Senhor: Eis que um filho nascerá à casa de Davi, cujo nome será Josias, o qual sacrificará sobre ti os sacerdotes dos altos que sobre ti queimam incenso, e ossos de homens se queimarão sobre ti.
4Sucedeu, pois, que, ouvindo o rei a palavra do homem de Deus, que clamara contra o altar de Betel, Jeroboão estendeu a sua mão de sobre o altar, dizendo: Pegai-o! Mas a sua mão, que estendera contra ele, se secou, e não podia tornar a trazê-la a si.
21E clamou ao homem de Deus, que viera de Judá, dizendo: Assim diz o Senhor: Porquanto foste rebelde à ordem do Senhor, e não guardaste o mandamento que o Senhor teu Deus te mandara,
6Porque o Senhor fizera ouvir no arraial dos sírios ruído de carros e ruído de cavalos, como o ruído de um grande exército; de maneira que disseram uns aos outros: Eis que o rei de Israel alugou contra nós os reis dos heteus e os reis dos egípcios, para virem contra nós.
10Vieram, pois, e bradaram aos porteiros da cidade, e lhes anunciaram, dizendo: Fomos ao arraial dos sírios e eis que lá não havia ninguém, nem voz de homem, porém só cavalos atados, jumentos atados, e as tendas como estavam.
13Então um dos seus servos respondeu e disse: Tomem-se, pois, cinco dos cavalos que restam aqui dentro (eis que são como toda a multidão dos israelitas que ficaram aqui; e eis que são como toda a multidão dos israelitas que já pereceram) e enviemo-los, e vejamos.
3Então Faraó dirá dos filhos de Israel: Estão embaraçados na terra, o deserto os encerrou.
11E disseram a Moisés: Não havia sepulcros no Egito, para nos tirar de lá, para que morramos neste deserto? Por que nos fizeste isto, fazendo-nos sair do Egito?
12Não é esta a palavra que te falamos no Egito, dizendo: Deixa-nos, que sirvamos aos egípcios? Pois que melhor nos fora servir aos egípcios, do que morrermos no deserto.
4Face a face o Senhor falou conosco no monte, do meio do fogo
22Estas palavras falou o Senhor a toda a vossa congregação no monte, do meio do fogo, da nuvem e da escuridão, com grande voz, e nada acrescentou; e as escreveu em duas tábuas de pedra, e a mim mas deu.
23E sucedeu que, ouvindo a voz do meio das trevas, e …
24E dissestes: Eis aqui o Senhor nosso Deus nos fez ver a sua glória e a sua grandeza, e ouvimos a sua voz do meio do fogo; hoje vimos que Deus fala com o homem, e que este permanece vivo.
25… se ainda mais ouvíssemos a voz do …
26Porque, quem há de toda a carne, que ouviu a voz do Deus vivente falando do meio do fogo, como nós, e ficou vivo?
28… a voz das vossas palavras, quando me faláveis, o Senhor me disse: Eu ouvi a voz das palavras deste povo, que …
1E, havendo o Cordeiro aberto um dos selos, olhei, e ouvi um dos quatro animais, que dizia como em voz de trovão: Vem, e vê.
6E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, que dizia: Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques o azeite e o vinho.
7E, havendo aberto o quarto selo, ouvi a voz do quarto animal, que dizia: Vem, e vê.
10E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?
2Perseverai em oração, velando nela com ação de graças;
6A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um.
12Saúda-vos Epafras, que é dos vossos, servo de Cristo, combatendo sempre por vós em orações, para que vos conserveis firmes, perfeitos e consumados em toda a vontade de Deus.
13Depois ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do sacrifício contínuo, e da transgressão assoladora, para que sejam entregues o santuário e o exército, a fim de serem pisados?
16E ouvi uma voz de homem entre as margens do Ulai, a qual gritou, e disse: Gabriel, dá a entender a este a visão.
20Aquele carneiro que viste com dois chifres são os reis da Média e da Pérsia,
3Cingiram-se de sacosnas suas ruas;nos seus terraçose nas suas praças todos andam gritando, echoram abundantemente.
4Assim Hesbom como Eleale,andam gritando;até Jaaz se ouve a sua voz;por isso os armadosde Moabe clamam;a sua alma lhes será penosa.
5O meu coração clama porcausa de Moabe;os seus fugitivos foram até Zoar,como uma novilha de três anos;porque vão chorando pelasubida de Luíte,porque no caminho de Horonaimlevantam um lastimoso pranto.
4Rugirá o leão no bosque,sem que tenha presa?Levantará o leãozinhono seu covil a sua voz,se nada tiver apanhado?
9Fazei ouvir issonos palácios de Asdode,e nos paláciosda terra do Egito, e dizei:Ajuntai-vos sobre os montesde Samaria,e vede que grandes alvoroçoshá no meio dela,e como são oprimidosdentro dela.
13Ouvi, e protestaicontra a casa de Jacó,diz o Senhor Deus,o Deus dos Exércitos;
4Então clamarão ao Senhor,mas não os ouvirá;antes esconderá delesa sua face naquele tempo,visto que eles fizeram malnas suas obras.
5Assim diz o Senhoracerca dos profetasque fazem errar o meu povo,que mordem com os seus dentes,e clamam paz;mas contra aquele que nadalhes dá na bocapreparam guerra.
9Ouvi agora isto,vós, chefes da casa de Jacó,e príncipes da casa de Israel,que abominais o juízoe perverteis tudo o que é direito,
2E te lembrarás de todo o caminho, pelo qual o Senhor teu Deus te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, e te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos, ou não.
15Que te guiou por aquele grande e terrível deserto de serpentes ardentes, e de escorpiões, e de terra seca, em que não havia água; e tirou água para ti da rocha pederneira;
16Que no deserto te sustentou com maná, que teus pais não conheceram; para te humilhar, e para te provar, para no fim te fazer bem;
3E odiei a Esaú; e fiz dos seus montes uma desolação, e dei a sua herança aos chacais do deserto.
9Agora, pois, eu suplico, pedi a Deus, que ele seja misericordioso conosco; isto veio das vossas mãos; aceitará ele a vossa pessoa? Diz o Senhor dos Exércitos.
11Mas desde o nascente do sol até ao poente é grande entre os gentios o meu nome; e em todo o lugar se oferecerá ao meu nome incenso, e uma oferta pura; porque o meu nome é grande entre os gentios, diz o Senhor dos Exércitos.
14Pois seja maldito o enganador que, tendo macho no seu rebanho, promete e oferece ao Senhor o que tem mácula; porque eu sou grande Rei, diz o Senhor dos Exércitos, o meu nome é temível entre os gentios.
2E levantou a sua voz com choro, de maneira que os egípcios o ouviam, e a casa de Faraó o ouviu.
6Porque já houve dois anos de fome no meio da terra, e ainda restam cinco anos em que não haverá lavoura nem sega.
9Apressai-vos, e subi a meu pai, e dizei-lhe: Assim tem dito o teu filho José: Deus me tem posto por senhor em toda a terra do Egito; desce a mim, e não te demores;
1Palavra do Senhor, que veio a Sofonias, filho de Cusi, filho de Gedalias, filho de Amarias, filho de Ezequias, nos dias de Josias, filho de Amom, rei de Judá.
10E naquele dia,diz o Senhor,far-se-á ouvir uma voz de clamordesde a porta do peixe,e um uivo desde a segunda parte,e grande quebrantamentodesde os outeiros.
14O grande dia do Senhorestá perto,sim, está perto,e se apressa muito;amarga é a vozdo dia do Senhor;clamará ali o poderoso.