4Acaso não têm conhecimento os que praticam a iniquidade,os quais comemo meu povocomo se comessem pão? Elesnão invocaram aDeus.
6… voltar os cativos do seu povo, …
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4Acaso não têm conhecimento os que praticam a iniquidade,os quais comemo meu povocomo se comessem pão? Elesnão invocaram aDeus.
6… voltar os cativos do seu povo, …
8… tratavam da lei não me conheciam, …
11Houve alguma nação que trocasse os seus deuses,ainda que não fossem deuses?Todavia o meu povo trocou asua glória por aquilo que éde nenhum proveito.
13Porque o meu povo fez duas maldades: …
19… não teres em ti o meu temor, …
27… meu pai; …
31… diz o meu povo: …
32… Todavia o meu povo se …
6Por isso estamos sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor
14Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram.
16… e, ainda que também tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo …
21Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.
4Jovens em quem não houvesse defeito algum, de boa aparência, e instruídos em toda a sabedoria, e doutos em ciência, e entendidos no conhecimento, e que tivessem habilidade para assistirem no palácio do rei, e que lhes ensinassem as letras e a língua dos caldeus.
10E disse o chefe dos eunucos a Daniel: Tenho medo do meu senhor, o rei, que determinou a vossa comida e a vossa bebida; pois por que veria ele os vossos rostos mais tristes do que os dos outros jovens da vossa idade? Assim porias em perigo a minha cabeça para com o rei.
12Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias, e que se nos deem legumes a comer, e água a beber.
17Quanto a estes quatro jovens, Deus lhes deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras, e sabedoria; mas a Daniel deu entendimento em toda a visão e sonhos.
8Eis que os olhosdo Senhor Deus estão contra este reino pecador,e eu o destruirei de sobrea face da terra;mas não destruirei de todoa casa de Jacó,diz o Senhor.
10Todos os pecadores do meu povomorrerão à espada,os que dizem: Não nos alcançaránem nos encontrará o mal.
12… que são chamados pelo meu nome, …
14E trarei do cativeiromeu povo Israel,e eles reedificarãoas cidades assoladas,e nelas habitarão,e plantarão vinhas,e beberão o seu vinho,e farão pomares,e lhes comerão o fruto.
3Para que ninguém se comova por estas tribulações; porque vós mesmos sabeis que para isto fomos ordenados,
5Portanto, não podendo eu também esperar mais, mandei-o saber da vossa fé, temendo que o tentador vos tentasse, e o nosso trabalho viesse a ser inútil.
7Por esta razão, irmãos, ficamos consolados acerca de vós, em toda a nossa aflição e necessidade, pela vossa fé,
10Orando abundantemente dia e noite, para que possamos ver o vosso rosto, e supramos o que falta à vossa fé?
4Para dar aos simples,prudência, e aos moços,conhecimento e discernimento;
5… e crescerá em conhecimento, …
7O temor do Senhor éo princípio do conhecimento;os loucos desprezam a sabedoriae a instrução.
8Filho meu, …
10Filho meu, …
15Filho meu, …
22… odiareis o conhecimento?
23… do meu espírito …
25… todo o meu conselho, …
29Porquanto odiaram o conhecimento;e não preferiramo temor do Senhor:
30Não aceitaram o meu conselho, …
32Porque o errodos simples os matará,e o desvario dos insensatosos destruirá.
8Eu ouvi o escárnio de Moabe,e as injuriosas palavrasdos filhos de Amom,com que escarneceram do meu povo,e se engrandeceramcontra o seu termo.
9… o restante do meu povoos saqueará,e o restante do meu povoos possuirá.
10… contra o povo do …
2Por que transgridem os teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos quando comem pão.
8Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim.
9Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.
13… Toda a planta, que meu Pai celestial não plantou, será …
2Porventura não se dará resposta à multidão de palavras?E o homem falador será justificado?
6E te fizesse saber os segredos da sabedoria,que é multíplice em eficácia;sabe, pois,que Deus exige de ti menos do que merece a tua iniquidade.
12Mas o homem vão é falto de entendimento;sim, o homem nasce como a cria do jumento montês.
9Onde vossos pais me tentaram, me provaram, e viram por quarenta anos as minhas obras.
10Por isso me indignei contra esta geração, e disse: Estes sempre erram em seu coração, e não conheceram os meus caminhos.
11Assim jurei na minha ira que não entrarão no meu repouso.
17Mas com quem se indignou por quarenta anos? Não foi porventura com os que pecaram, cujos corpos caíram no deserto?
3Porque também nós éramos noutro tempo insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros.
11Sabendo que esse tal está pervertido, e peca, estando já em si mesmo condenado.
14E os nossos aprendam também a aplicar-se às boas obras, nas coisas necessárias, para que não sejam infrutuosos.
1Então orou Ana, e disse: O meu coração exulta ao Senhor, o meu poder está exaltado no Senhor; a minha boca se dilatou sobre os meus inimigos, porquanto me alegro na tua salvação.
3… é o Deus de conhecimento, e por ele são …
12… Eli filhos de Belial; não conheciam ao …
13… costume daqueles sacerdotes com o povo …
23… Pois ouço de todo este povo os vossos malefícios.
24… que ouço; fazeis transgredir o povo do …
28… sacerdote, para oferecer sobre o meu altar, para acender o incenso, …
29Por que pisastes o meu sacrifício e a minha oferta de alimentos, que ordenei na minha morada, e honras a teus filhos mais do que a mim, para vos engordardes do principal de todas as ofertas do meu povo de Israel?
33… quem eu não desarraigar do meu altar …
35… fiel, que procederá segundo o meu coração e a minha alma, e eu lhe edificarei uma casa firme, e andará sempre diante do meu ungido.
6E o mestre do navio chegou-se a ele, e disse-lhe: Que tens, dorminhoco? Levanta-te, clama ao teu Deus; talvez assim esse Deus se lembre de nós para que não pereçamos.
8Então lhe disseram: Declara-nos tu agora, por causa de quem nos sobreveio este mal. Que ocupação é a tua? Donde vens? Qual é a tua terra? E de que povo és tu?
10Então estes homens se encheram de grande temor, e disseram-lhe: Por que fizeste tu isto? Pois sabiam os homens que fugia da presença do Senhor, porque ele lho tinha declarado.
8Porque os pobres sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes.
19Disseram, pois, os fariseus entre si: Vedes que nada aproveitais? Eis que toda a gente vai após ele.
26Se alguém me serve, siga-me, e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará.
27Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora.
2E orou ao Senhor, e disse: Ah! Senhor! Não foi esta minha palavra, estando ainda na minha terra? Por isso é que me preveni, fugindo para Társis, pois sabia que és Deus compassivo e misericordioso, longânimo e grande em benignidade, e que te arrependes do mal.
3Peço-te, pois, ó Senhor, tira-me a vida, porque melhor me é morrer do que viver.
11E não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, em que estão mais de cento e vinte mil pessoas que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda, e também muitos animais?
4… há ninguém que procure ser conhecido que faça coisa alguma em …
6Disse-lhes, pois, Jesus: Ainda não é chegado o meu tempo, mas o vosso tempo sempre está pronto.
8… esta festa, porque ainda o meu tempo não está cumprido.
12… diziam: Não, antes engana o povo.
19Não vos deu Moisés a lei? E nenhum de vós observa a lei. Por que procurais matar-me?
43Assim entre o povo havia dissensão por causa dele.
51Porventura condena a nossa lei um homem sem primeiro o ouvir e ter conhecimento do que faz?
7E a vós, que sois atribulados, descanso conosco, quando se manifestar o Senhor Jesus desde o céu com os anjos do seu poder,
8Com labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo;
9Os quais, por castigo, padecerão eterna perdição, longe da face do Senhor e da glória do seu poder,
4Assim muito povo se ajuntou, e tapou todas as fontes, como também o ribeiro que se estendia pelo meio da terra, dizendo: Por que viriam os reis da Assíria, e achariam tantas águas?
6… capitães de guerra sobre o povo, e reuniu-os na praça …
8Com ele está o braço de carne, mas conosco o Senhor nosso Deus, para nos ajudar, e para guerrear nossas batalhas. E o povo descansou nas palavras de Ezequias, rei de Judá.
13Não sabeis vós o que eu e meus pais fizemos a todos os povos das terras? Porventura puderam de qualquer maneira os deuses das nações daquelas terras livrar o seu país da minha mão?
14Qual é, de todos os deuses daquelas nações que meus pais destruíram, o que pôde livrar o seu povo da minha mão, para que vosso Deus vos possa livrar da minha mão?
15… algum, pôde livrar o seu povo da minha mão, nem da …
17… terras não livraram o seu povo da minha mão, assim também o Deus de Ezequias não livrará o seu povo da minha mão.
18… voz em judaico contra o povo de Jerusalém, que …
8E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo,