8E louvou aquele senhor o injusto mordomo por haver procedido prudentemente, porque os filhos deste mundo são mais prudentes na sua geração do que os filhos da luz.
10Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito.
20Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele;
3Levantando-se, porém, de madrugada no dia seguinte, os de Asdode, eis que Dagom estava caído com o rosto em terra, diante da arca do Senhor; e tomaram a Dagom, e tornaram a pô-lo no seu lugar.
6Porém a mão do Senhor se agravou sobre os de Asdode, e os assolou; e os feriu com hemorroidas, em Asdode e nos seus termos.
9E sucedeu que, assim que a levaram, a mão do Senhor veio contra aquela cidade, com mui grande vexame; pois feriu aos homens daquela cidade, desde o pequeno até ao grande; e tinham hemorroidas nas partes íntimas.
3Josué, vestido de vestes sujas, estava diante do anjo.
6E o anjo do Senhor protestou a Josué, dizendo:
9Porque eis aqui a pedra que pus diante de Josué; sobre esta pedra única estão sete olhos; eis que eu esculpirei a sua escultura, diz o Senhor dos Exércitos, e tirarei a iniquidade desta terra num só dia.
5E sobre a arca os querubins da glória, que faziam sombra no propiciatório; das quais coisas não falaremos agora particularmente.
9Que é uma alegoria para o tempo presente, em que se oferecem dons e sacrifícios que, quanto à consciência, não podem aperfeiçoar aquele que faz o serviço;
20Dizendo: Este é o sangue do testamento que Deus vos tem mandado.
26De outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.
4Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.
7Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós.
10Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também no nosso corpo;
13Logo tornou-se-me o bom em morte? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte pelo bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno.
19Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.
21Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo.
9A sua imundícia estánas suas saias;nunca se lembrou do seu fim;por isso foi pasmosamente abatida,não tem consolador;vê, Senhor, a minha aflição,porque o inimigo se tem engrandecido.
15O Senhor atropeloutodos os meus poderososno meio de mim;convocou contra mim uma assembleia,para esmagar os meus jovens;o Senhor pisou como num lagara virgem filha de Judá.
17Estende Sião as suas mãos,não há quem a console;mandou o Senhoracerca de Jacóque lhe fossem inimigosos que estão em redor dele;Jerusalém é entre elescomo uma mulher imunda.
15Maldito o homem que fizer imagem de escultura, ou de fundição, abominação ao Senhor, obra da mão do artífice, e a puser em um lugar escondido. E todo o povo, respondendo, dirá: Amém.
18Maldito aquele que fizer que o cego erre de caminho. E todo o povo dirá: Amém.
25Maldito aquele que aceitar suborno para ferir uma pessoa inocente. E todo o povo dirá: Amém.
5E passaram o Jordão; e acamparam-se em Aroer, à direita da cidade que está no meio do ribeiro de Gade, junto a Jazer.
14Então disse Davi a Gade: Estou em grande angústia; porém caiamos nas mãos do Senhor, porque muitas são as suas misericórdias; mas nas mãos dos homens não caia eu.
16Estendendo, pois, o anjo a sua mão sobre Jerusalém, para a destruir, o Senhor se arrependeu daquele mal; e disse ao anjo que fazia a destruição entre o povo: Basta, agora retira a tua mão. E o anjo do Senhor estava junto à eira de Araúna, o jebuseu.