1E prosseguindo Jó em seu discurso, disse:
4Não falarão os meus lábios iniquidade,nem a minha língua pronunciará engano.
23Cada um baterá palmas contra elee assobiará tirando-o do seu lugar.
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1E prosseguindo Jó em seu discurso, disse:
4Não falarão os meus lábios iniquidade,nem a minha língua pronunciará engano.
23Cada um baterá palmas contra elee assobiará tirando-o do seu lugar.
1Não sou eu apóstolo? Não sou livre? Não vi eu a Jesus Cristo Senhor nosso? Não sois vós a minha obra no Senhor?
10Ou não o diz certamente por nós? Certamente que por nós está escrito; porque o que lavra deve lavrar com esperança e o que debulha deve debulhar com esperança de ser participante.
18Logo, que prêmio tenho? Que, evangelizando, proponha de graça o evangelho de Cristo para não abusar do meu poder no evangelho.
14E, caindo nós todos por terra, ouvi uma voz que me falava, e em língua hebraica dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa te é recalcitrar contra os aguilhões.
15E disse eu: Quem és, Senhor? E ele respondeu: Eu sou Jesus, a quem tu persegues;
28E disse Agripa a Paulo: Por pouco me persuades a me fazer cristão!
7E o anjo me disse: Por que te admiras? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres.
11E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição.
15E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas.
14O que semeia, semeia a palavra;
28Porque a terra por si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga, por último o grão cheio na espiga.
31É como um grão de mostarda, que, quando se semeia na terra, é a menor de todas as sementes que há na terra;
10Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo.
11Porque está escrito: Como eu vivo, diz o Senhor, que todo o joelho se dobrará a mim, e toda a língua confessará a Deus.
22Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.
7O mundo não vos pode odiar, mas ele me odeia a mim, porquanto dele testifico que as suas obras são más.
36Que palavra é esta que disse: Buscar-me-eis, e não me achareis; e: Aonde eu estou vós não podeis ir?
46Responderam os servidores: Nunca homem algum falou assim como este homem.
11A boca do justoé fonte de vida,mas a violência cobrea boca dos perversos.
20Prata escolhida éa língua do justo;o coração dos perversosé de nenhum valor.
31A boca do justojorra sabedoria,mas a língua da perversidadeserá cortada.
1A palavra do Senhor, que veio a Jeremias, dizendo:
2Levanta-te, e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras.
18Então disseram: Vinde, e maquinemos projetos contra Jeremias; porque não perecerá a lei do sacerdote, nem o conselho do sábio, nem a palavra do profeta; vinde e firamo-lo com a língua, e não atendamos a nenhuma das suas palavras.
19Olha para mim, Senhor,e ouve a voz dos que contendem comigo.
3Aguçaram as línguascomo a serpente;o veneno das víboras estádebaixo dos seus lábios. (Selá.)
9Quanto à cabeça dos que me cercam,cubra-os a maldadedos seus lábios.
11Não terá firmeza na terrao homem de má língua;o mal perseguirá o homem violentoaté que seja desterrado.
14Então Labão disse-lhe: Verdadeiramente és tu o meu osso e a minha carne. E ficou com ele um mês inteiro.
15Depois disse Labão a Jacó: Porque tu és meu irmão, hás de servir-me de graça? Declara-me qual será o teu salário.
17Lia tinha olhos tenros, mas Raquel era de formoso semblante e formosa à vista.
26Mas que saístes a ver? Um profeta? Sim, vos digo, e muito mais do que profeta.
45Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou, não tem cessado de me beijar os pés.
46Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu meus pés com unguento.
2Beije-me ele com os beijosda sua boca;porque melhor é o teu amordo que o vinho.
3Suave é o aromados teus unguentos;como o unguento derramadoé o teu nome;por isso as virgens te amam.
16Eis que és formoso, ó amado meu,e também amável;o nosso leito é verde.
1Consolai,consolai o meu povo,diz o vosso Deus.
6Uma voz diz: Clama;e alguém disse:Que heide clamar? Toda a carne é ervae toda a sua belezacomo a flor do campo.
8Seca-se a erva, e cai a flor,porém a palavrade nosso Deus subsiste eternamente.
5E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses.
7E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.
9Se alguém tem ouvidos, ouça.
18Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.
5Porque a tua boca declara a tua iniquidade;e tu escolhes a língua dos astutos.
6A tua boca te condena,e não eu,e os teus lábios testificamcontra ti.
13Para virarescontra Deus o teu espírito,e deixares sair tais palavras da tua boca?
8E estava assentado em Listra certo homem leso dos pés, coxo desde o ventre de sua mãe, o qual nunca tinha andado.
10Disse em voz alta: Levanta-te direito sobre teus pés. E ele saltou e andou.
11E as multidões, vendo o que Paulo fizera, levantaram a sua voz, dizendo em língua licaônica: Fizeram-se os deuses semelhantes aos homens, e desceram até nós.
8Porque se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes e tribulações. Estas coisas são os princípios das dores.
10Mas importa que o evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações.
31Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão.
6Os lábios do toloentram na contenda,e a sua boca brada por açoites.
7A boca do tolo éa sua própria destruição,e os seus lábiosum laço para a sua alma.
21A morte e a vida estãono poder da língua;e aquele que a amacomerá do seu fruto.
4Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora.
8E disse-lhes: Tirai agora, e levai ao mestre-sala. E levaram.
21Mas ele falava do templo do seu corpo.