2E eis que estava ali diante dele um certo homem hidrópico.
30Dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar.
34Bom é o sal; mas, se o sal degenerar, com que se há de salgar?
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2E eis que estava ali diante dele um certo homem hidrópico.
30Dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar.
34Bom é o sal; mas, se o sal degenerar, com que se há de salgar?
7A memória do justo é abençoada,mas o nome dos perversosapodrecerá.
8O sábio de coraçãoaceita os mandamentos,mas o insensato de lábiosficará transtornado.
25Como passa a tempestade,assim desaparece o perverso,mas o justo temfundamento perpétuo.
16Eis que nas palmasdas minhas mãos eu te gravei;os teus murosestão continuamente diantede mim.
17Os teus filhos apressadamente virão,mas os teus destruidorese os teus assoladores sairãodo meio de ti.
24Porventura tirar-se-ia a presaao poderoso,ou escapariam oslegalmente presos?
1Homens, irmãos e pais, ouvi agora a minha defesa perante vós
4E persegui este Caminho até à morte, prendendo, e pondo em prisões, tanto homens como mulheres,
6Ora, aconteceu que, indo eu já de caminho, e chegando perto de Damasco, quase ao meio-dia, de repente me rodeou uma grande luz do céu.
8E Moisés apressou-se, e inclinou a cabeça à terra, adorou,
25Não sacrificarás o sangue do meu sacrifício com pão levedado, nem o sacrifício da festa da páscoa ficará da noite para a manhã.
26As primícias dos primeiros frutos da tua terra trarás à casa do Senhor teu Deus; não cozerás o cabrito no leite de sua mãe.
35Mas, se a tinha, depois da sua purificação, se houver estendido grandemente na pele,
44Leproso é aquele homem, imundo está; o sacerdote o declarará totalmente por imundo, na sua cabeça tem a praga.
54Então o sacerdote ordenará que se lave aquilo no qual havia a praga, e o encerrará segunda vez por sete dias;
6Estou encurvado, estou muito abatido,ando lamentando todoo dia.
8Estou fraco e mui quebrantado;tenho rugido pela inquietaçãodo meu coração.
22Apressa-te em meu auxílio,Senhor, minha salvação.
1Quão formosos são os teus pésnos sapatos,ó filha do príncipe!Os contornos de tuas coxassão como joias, trabalhadaspor mãos de artista.
2O teu umbigocomo uma taça redonda,a que não falta bebida;o teu ventre como montão de trigo,cercado de lírios.
10Eu sou do meu amado,e ele me tem afeição.
11Mas a terra que passais a possuir é terra de montes e de vales; da chuva dos céus beberá as águas;
14Então darei a chuva da vossa terra a seu tempo, a temporã e a serôdia, para que recolhais o vosso grão, e o vosso mosto e o vosso azeite.
27A bênção, quando cumprirdes os mandamentos do Senhor vosso Deus, que hoje vos mando;
13Assim diz o Senhor Deus: Porquanto vos dizem: Tu és uma terra que devora os homens, e és uma terra que desfilha as suas nações;
18Derramei, pois, o meu furor sobre eles, por causa do sangue que derramaram sobre a terra, e dos seus ídolos, com que a contaminaram.
34E a terra assolada será lavrada, em lugar de estar assolada aos olhos de todos os que passavam.
2Bem sabeis que daqui a dois dias é a páscoa; e o Filho do homem será entregue para ser crucificado.
7Aproximou-se dele uma mulher com um vaso de alabastro, com unguento de grande valor, e derramou-lho sobre a cabeça, quando ele estava assentado à mesa.
68Dizendo: Profetiza-nos, Cristo, quem é o que te bateu?
3Melhor é a mágoa do que o riso,porque com a tristeza do rostose faz melhor o coração.
17Não sejas demasiadamente ímpio, nem sejas louco; por que morrerias fora de teu tempo?
27Vedes aqui, isto achei, diz o pregador, conferindo uma coisa com a outra para achar a razão delas;
2Como o servoque suspira pela sombra,e como o assalariadoque espera pela sua paga,
6Os meus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão,e acabam-se,sem esperança.
17Que é o homem,para que tanto o engrandeças,e ponhas nele o teu coração,
6E, apressando-se, desceu, e recebeu-o alegremente.
21Porque tive medo de ti, que és homem rigoroso, que tomas o que não puseste, e segas o que não semeaste.
23Por que não puseste, pois, o meu dinheiro no banco, para que eu, vindo, o exigisse com os juros?
5Por que seríeisainda castigados,se mais vos rebelaríeis?Toda a cabeça está enfermae todo o coração fraco.
21Como se fez prostitutaa cidade fiel! Elaque estava cheia deretidão! A justiça habitava nela,mas agora homicidas.
22A tua prata tornou-seem escórias,o teu vinho se misturou com água.
6Congregaram-se, pois, os apóstolos e os anciãos para considerar este assunto.
20Mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da fornicação, do que é sufocado e do sangue.
34Mas pareceu bem a Silas ficar ali.
1Não presumas do dia de amanhã,porque não sabeso que o dia trará.
12O avisado vê o male esconde-se;mas os simples passame sofrem a pena.
14O que, pela manhã de madrugada,abençoa o seu amigo em alta voz,lho será imputado por maldição.
18Cujos pés apertaramcom grilhões;foi postoem ferros;
32Converteu as suas chuvas em saraiva,e fogo abrasador na sua terra.
41Abriu a penha,e dela correram águas;correram pelos lugares secos,como um rio.
2Goteje a minha doutrina como a chuva, destile a minha palavra como o orvalho, como chuvisco sobre a erva e como gotas de água sobre a relva.
16Com deuses estranhos o provocaram a zelos; com abominações o irritaram.
24Consumidos serão de fome, comidos pela febre ardente e de peste amarga; e contra eles enviarei dentes de feras, com ardente veneno de serpentes do pó.
11O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem.
17Ainda não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce para o ventre, e é lançado fora no esgoto?
18Mas, o que sai da boca, procede do coração, e isso contamina o homem.